Arquivosábado, 17 de março de 2012

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SÃO PAULO (óia) – Nelsinho Piquet conseguiu agora à noite sua primeira vitória nos EUA, numa dessas subdivisões da Nascar, a do Leste. Foi em Bristol, com um carro da equipe que tem como sócio Geraldo Rodrigues, ex-empresário de Barrichello e de vários outros pilotos. Para todos os efeitos, vitória 100% brasileira verde-amarela, com muito orgulho, com muito amor. Ele tinha feito a pole...

DOWN UNDER (5)

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SÃO PAULO (até que enfim) – Toca o telefone. Gola. Ué, não liga mais a cobrar? Não precisa, agora tenho linha direta, criptografada. Puxa, que chique. Não trabalha mais na cozinha fazendo molho de tomate? Minha posição é muito alta, se quiser informação, pare com essas brincadeirinhas sem graça. Eu estava só aproveitando a ligação, você que tá pagando, mas vá em frente. Diga, como foi o...

DOWN UNDER (4)

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SÃO PAULO (quase giving up) – Interessantes algumas declarações pós-classificação que pincei aqui e ali. E com elas inauguro a subseção (tem hífen?) “Tecla SAP para finais de semana de corrida”. A ver: HAMILTON, O ORGULHOSO – “I’m massively proud of my team. We’ve been working incredibly hard throughout the winter: we’ve never given up. We’ve had some tough years, but...

DOWN UNDER (3)

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SÃO PAULO (cqd) – Surpresa mesmo, vou te dizer, só uma: a Red Bull não ter se classificado bem. Webber é o quinto e Vettel, o sexto. Não houve domínio, massacre, covardia. E é a boa notícia que essa classificação nos deixou. Não vai haver domínio, massacre, covardia. O resto foi mais ou menos esperado, inclusive aquilo que pode parecer surpreendente mas, por se tratar da primeira corrida do...

DOWN UNDER (2)

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SÃO PAULO (tudo torto) – Foi no fim do primeiro dia da primeira bateria de testes de pré-temporada que todos se entreolharam no escritório da equipe, e aí as versões variam, e alguém disse: fodeu. As versões variam porque é claro que nem todos disseram a mesma palavra, talvez só um, mas o sentido era esse mesmo. Um carro de Fórmula 1 só se conhece de verdade na pista, por mais sofisticados...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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