Arquivosexta-feira, 23 de março de 2012

SOBREVIVEMOS

S

SÃO PAULO (que bom) – A impressora que imprime na medida em que você vai digitando, conhecida também como máquina de escrever, pode ser comprada ainda, e pela internet, vejam só. Deu no Blue Bus. A Hammacher Schlemmer, que deve ser uma das mais antigas firmas de venda de qualquer coisa por catálogo, fundada em 1848, tem entre seus produtos esta máquina aqui, zerinho, por 119,95 dinheiros...

INDY, DIA #1

I

SÃO PAULO (e daí?) – Terminou o primeiro dia oficial de Barrichello na Indy. Nos treinos livres de hoje em São Petersburgo, ele ficou em 23° entre os 26 que treinaram. Mas antes que comecem a dizer bobagens, Rubens teve problemas de câmbio e deu pouquíssimas voltas, apenas oito no primeiro treino e 20 e poucas no segundo, numa pista que lhe é desconhecida. O resultado, pois, é irrelevante...

:-(

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SÃO PAULO – Para quê palavras, não é mesmo? Vamos rir. Ou chorar, chorar de rir. Chico começou a fazer rir em 1947. A Segunda Guerra tinha terminado dois anos antes. É portanto, parte da vida de todos que estamos vivos. Todos. Mesmo os mais novos, que hoje dão risadas menos nobres e sutis com um humor que não é nem uma coisa, nem outra. Que é fácil, e por isso pobre e bobo, desnecessário e...

SAUDOSAS MALACAS (1)

S

SÃO PAULO (ficou péssimo, mas tudo bem) – A McLaren está querendo ser uma Red Bull da vida no quesito “domínio de começo de temporada”. Quem aguentou assistir aos primeiros treinos ontem à noite, e os da madrugada, também, viu Hamilton na frente em ambos. Com Rosberg, Schumacher e Button sempre ali, ciscando. No fim da segunda sessão, os quatro primeiros foram Luís, Miguel...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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