Arquivosexta-feira, 27 de julho de 2012

BUDAS & PESTES (1)

B

SÃO PAULO (sim, teve) – Bom, com tanta coisa ao mesmo tempo, mal consegui falar do primeiro dia de treinos em Budapeste. Na verdade, a sexta-feira da Hungria nunca é das mais interessantes. Pista suja demais, a coisa só pega mesmo no sábado de manhã. E hoje, para piorar, ainda choveu no treino da tarde. Incrível como tem chovido nos finais de semana de GP. Nos últimos três, pelo...

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (durou pouco) – O Antonio Apuzzo me mandou o link, mais para falar da pequena van da Agrale do que, propriamente, do avião. De fato, o Agrale é uma graça. Mas serviu para lembrar dos 727 que a Itapemirim usou em sua frota de cargueiros nos anos 90. A foto abaixo, do Vito Cedrini, foi emprestada do magnífico Airliners.net. Clique de 1997 no Galeão.

TUDO NOVO DE NOVO

T

SÃO PAULO (e vamos em frente) – O Grande Prêmio mudou de novo. Depois de alguns meses com a nova versão de entrada no MSN, meses de alguma instabilidade por conta de servidores, hospedagens, clouds, chamados, eventos, tíquetes, aplicações, tráfego, uma merda federal, em resumo, resolvemos mudar tudo. Mudamos quase de planeta. O novo layout já está no ar e será acessado pelos endereços de...

SIM, É ELE

S

SÃO PAULO (buenas) – Foi no último final de semana de junho, no sul de Minas. Carlos André Sarmento, há anos dono de um Malzoni que, suspeitava-se, era o das Mil Milhas de 1966 pilotado por Emerson Fittipaldi e Jan Balder, convocou duas pessoas para, de uma vez por todas, tirar as dúvidas sobre o carro. Um deles, o próprio Jan. O outro, Miguel Crispim Ladeira, guru deste que vos bloga...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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