Arquivoquarta-feira, 30 de janeiro de 2013

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (admirável mundo velho) – Não sei vocês, mas eu sempre tenho a impressão que o mundo foi preto e branco até mais ou menos a década de 30, quando começaram a se popularizar os registros fotográficos coloridos. Ou, pelo menos, quando eles se tornaram tecnicamente mais viáveis. Populares, mesmo, só depois dos anos 60.

Mas de vez em quando aparecem imagens em cores de tempos distantes, de tempos que a gente não consegue sequer imaginar como eram fora dos tons de cinza. Dia desses recebi um link com fotos da Rússia dos czares em cores, um negócio estupendo. E mais algumas delas estão neste site com fotos excepcionais da Paris do início do século passado, feitas com uma técnica da época para captação de imagens coloridas. O Cacá Vita mandou a dica.

As cores, claro, sempre estiveram por aí. Na verdade, creio que o mundo devia ser bem mais colorido antigamente do que é hoje…

parisemcores

CARRO-AVIÃO

C

SÃO PAULO (tô com saudades do meu) – Como é bonito o SAAB 96, pelamor… O Luís Augusto Malta mandou o raro comercial de 1960. “O carro sueco com qualidade de avião”, diz o locutor ao fim do reclame. Coisa linda. Mas faltou o barulhinho do motor.

SALTO ALTO

S

SÃO PAULO (elegante demais) – Faltam alguns detalhezinhos… Mas Miss Universe está quase pronta. Colocamos as rodas originais, enviadas da Alemanha por Dom Peter Von Wartburg, nobre tedesco-atleticano que as tinha no porão de seu castelo. Trocamos os sapatinhos, enfim. De salto alto ela ficou linda. A parte mecânica está ótima, e o som desse motor, com o escapamento igual ao do Candango (banjo na dianteira), é deliciosamente metálico.

Emblemas estão OK, botões do painel também. Vou atrás de um rádio de época hoje mesmo, lá no Centro. A tapeçaria feita pela Modelo ficou esplêndida. Acho que vou ter de trocar um vidro lateral, da porta do passageiro. Sem problemas, é plano e um dos poucos que não têm “DKW” estampado. Já deve ter sido trocado alguma vez nestes 56 anos e pouco de vida. O espelho do lado direito será removido.

Terei dificuldades com as calotas. A ponta de eixo traseira é muito saliente e fiquei com a impressão de que calota nenhuma entra ali. Por enquanto é o grande drama da peruinha, que está ficando como essa do desenho — que era a ideia original, depois que descobrimos sua cor de nascença.

ADRENALINA CLÁSSICA

A

SÃO PAULO (quando é a próxima?) – No clipe editado pela megaprodutora do Erick Grosso, as emoções da corrida que encerrou a temporada 2012 da Classic Cup, dia 19 em Interlagos. O vídeo será inscrito no Grammy. Meianov concorre como melhor ator principal. Erick, como melhor entregador de queijos do ano.

A gente se diverte nesse negócio…

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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