Arquivosexta-feira, 14 de março de 2014

A ÚLTIMA, JURO…

A

mococomtacaSÃO PAULO (ressaca) – OK, é uma overdose de Martini, mas juro que é a última. O curioso nessa foto é o Moco bebendo dentro do carro! Imaginem isso hoje… Me mandaram pelo Facebook, mas não anotei o nome, sorry.

CADÊ MEUS CAPACETES?

C

SÃO PAULO (preguiçosos) – Ou escrevi demais ontem e o post ficou perdido e ninguém leu, ou vocês vivem uma crise de criatividade sem precedentes. Onde estão as sugestões de pintura nova para meu capacete? Se não leram, leiam de novo! Tem prêmios para os seis melhores! Recebi pouquíssimos desenhos! Absurdo! Vai até o dia 31, a brincadeira. Apressem-se. As sugestões devem ser enviadas para meu e-mail: [email protected]

MEU, BURN! (2)

M

meuburn20SÃO PAULO (se amanhecer, fico deprimido) – Algumas coisas se confirmaram depois das duas primeiras sessões de treinos para o GP da Austrália. Outras, nem tanto. Nada é muito conclusivo, claro, afinal foi só o primeiro dia do resto de nossas vidas. Mas me lembro de ter cravado alguns prognósticos bem certeiros, anos atrás, depois da primeira meia hora do primeiro treino livre de Melbourne. Os primeiros minutos de uma temporada podem não nos oferecer conclusões, mas dão muitas pistas.

Puxa, que novidade. Bem, dane-se. É assim que é.

Então vamos lá. O que todo mundo dizia depois da pré-temporada?

– Que a Mercedes era a maior candidata ao título. Podem ticar no quadradinho “acertamos”. Deu Comandante Amilton em primeiro (1min29s625) e Rosberguinho em segundo (a 0s157) no último treino de hoje, que terminou quando você estava no décimo sono e o tonto aqui acordadão vendo tudo e anotando tudo.

– Que a Ferrari estava ali por perto, nada muito brilhante, mas trabalhando na base da confiabilidade de seu equipamento. Podem ticar de novo em “acertamos”. El Fodón de las Astúrias ficou em terceiro, a 0s507 de Hamilton. Raikkonen, discretíssimo, foi apenas o sétimo, a 1s273. Fernandinho tem planos de engolir o finlandês logo. Deu a primeira mordida.

– Que a Red Bull estava fora da briga, iria lutar para passar do Q1 e se bobeasse seria rebaixada para a GP2 no ano que vem. Tiquem aí em “erramos miseravelmente”. Tião Alemão foi quem mais andou de tarde, 41 voltas, e já meteu um quarto lugar. OK, ficou a 0s756 da Mercedes de Lewis. Mas para quem, como eu, achava que o ano estava perdido antes de começar, foi um desempenho mais do que aceitável. Acho que devo rever alguns conceitos. Não se pode subestimar esses caras, enfim. Em todo caso, vou manter meu palpite de que os rubrotaurinos nesta temporada não lutam pelo título. Por enquanto.

– Que a Williams era candidata a vitórias, quiçá ao título. Melhor ticar no quadradinho “talvez tenhamos exagerado, mas ainda é cedo”. De fato, pela manhã a equipe andou bem com seus dois pilotos. De tarde, Sapattos foi o oitavo (a 1s295) e Massacrado, 12° (a 1s494). Pode ser que o time tenha se dedicado mais a “long runs” de tarde, sem muita preocupação com tempos. Mas quão rápido é esse carro bonitão, só saberemos depois da primeira classificação. E o finlandês começou bem no duelo interno com Felipe, embora seja necessário relativizar esses resultados das sextas-feiras. Muitas vezes só nós damos importância a eles.

– Que a Lotus seria a grande decepção de 2014. Ticando no quadradinho “acertamos na mosca”. Grojã foi o penúltimo colocado entre os que conseguiram completar voltas, a mais de 4s de Hamilton. Maldanado nem saiu dos boxes. Está pensando em fazer um protesto amanhã. A equipe, sem grana, começou a pré-temporada depois das outras e o carro é muito complicado. Quando surge algum problema, os caras levam horas para saber o que é. Depois, não sabem consertar.

– Que a Force India seria uma boa surpresa, quem sabe até para brigar por pódios. Tiquem no quadradinho “vocês não aprendem mesmo e vivem superestimando equipe pequena que vai bem em testes”. OK, assumo. Esperava mais. Hulk foi o décimo e Maria do Bairro ficou em 13°.

A destacar do primeiro dia, houve menos quebras do que se imaginava. As duas equipes que realmente tiveram problemas foram Lotus e Caterham. Esta, de tarde, nem saiu dos boxes. Parece que no carro de Koba-mito houve um defeito na bomba de gasolina. Diafragma? No DKW eles costumam romper, quando ressecam. Mandaram algum funcionário procurar nas lojas de autopeças perto de Albert Park. Não encontraram o modelo original. Nem genérico. Resultado: o japonês ficou vendo tudo pela TV, assim como Marcus Celular Sem Chip.

Outro que mitou foi Vijay Mallya, o dono-pop da Force India. Quando uma câmera chegou nele no pitwall, o dirigente não teve a menor dúvida. Com seu vozeirão de Agnaldo Timóteo, disparou: “We need the Formula One noise”. Era a primeira manifestação audível de contrariedade com o ronronar dos novos motores da categoria, que lembram muito o do Gurgel BR-800. Na hora, se o diretor de TV fosse bem-humorado, poderia colocar uma hashtag na telinha assim, ó: #chupaturbo.

Foi engraçada, também, a manifestação da Lotus pelo Twitter quando apareceu uma imagem de Massa passando sobre uma zebra, com seu pneu traseiro chacoalhando loucamente. “Guessing @MassaFelipe19 was shaken, not stirred by that trip on the rocks”, escreveu o inspiradíssimo responsável pelas redes sociais da equipe. Se você não tem ideia do que estamos falando, é só ver o vídeo abaixo.

Sigamos. Nas comunicações de rádio, notei que Rosberguinho passou boa parte da tarde treinando como economizar gasolina. “Banguela aí”, dizia o engenheiro em determinados pontos da pista. “Quanto tá fazendo?”, perguntava Nico. “Dez por litro no álcool”, respondia o mesmo engenheiro. Já na Toro Rosso, o pobre Kvyat ficou tonto com tantas demandas de seu engenheiro. “Esquente os pneus, equalize os freios, mude o mapa do motor, tome água, troque de marcha mais cedo, breque mais tarde, acelere antes, pisque para a câmera, olhe no espelhinho…”, até que Danii-se gritou “chega, não consigo fazer tudo, o que mais você quer de mim?”, e o engenheiro, depois de dar uma titubeada, pediu: “Me explica essa parada da Crimeia”.

Bem, e foi isso aí. A pole amanhã deve ficar nas mãos da Mercedes. Deve, não. Vai ficar. O que não quer dizer muito para a corrida, que será de sobrevivência. Se é verdade que não tivemos muitas quebras hoje, um GP inteiro na pauleira é outra coisa. Podemos ter surpresas. Depois, tem outro negócio. Os carros ficaram muito instáveis nas freadas e nervosinhos nas saídas de curva por causa do torque dos motores turbo. Piloto que não souber como lidar com isso nas 58 voltas da prova de Melbourne não vai muito longe.

E agora vou dormir. Não sem antes deixar a foto exigida pelo nosso novo projeto gráfico. Se quiserem ver mais, vão lá no Grande Prêmio, que eles vão trabalhar mesmo depois que o sol nascer. Eu, não.

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MEU, BURN! (1)

M

meuburn1SÃO PAULO (é tudo verdade) – Aqui se faz necessária uma explicação. E não estou inventando. Como é de conhecimento amplo e irrestrito, Felipe Massa é um sujeito muito querido na F-1 e conversa com todo mundo. Paulistano, embora tenha sido criado na perifa de Botucatu, onde era conhecido como “Maffinha da Fumaffa” (vivia para cima e para baixo com uma motoca dois tempos que fazia muita fumaça; a maldade infantil levou ao apelido no qual “ss” e “ç” foram substituídos por duas duplas de “f” por conta da língua presa do garoto, que nem é tão presa assim, a do Romário é bem pior, o deputado chamou o presidente da CBF de “fafado” e o da Fifa de “fem-vergonha”), tem trejeitos linguísticos muito comuns aos moradores da metrópole. O fato é que Massa usa a interjeição “meu” para tudo. “Meu, o carro é muito rápido!”, “Meu, o Alonfo é um pé no faco!”, “Meu, o motor Merfedes é muito bom!”. Todo mundo em São Paulo fala “meu”, não é privilégio do piloto, diga-se. Eu mesmo falo muito, em geral quando alguma coisa dá errado: “Meu, fodeu”. Toda hora falo.

Pois bem, esse tique de linguagem acabou se espalhando pelos pilotos da F-1 e todos eles, sempre que encontram com Felipe, dizem “meu”. É uma brincadeira interna, nem todo mundo sabe disso. Assim, quando Alonso encontrou com ele em Jerez falou, em espanhol: “Meu, usted és un rabudo, este motor Mercedes és muy bueno!”. Já no Bahrein, Rosberg comentou em inglês: “Meu, your hair is very nice this winter, which conditioner are you using? It’s won-der-ful!”. E Domenicali, o ex-chefe na Ferrari, desabafou em italiano: “Meu, questo cazzo de Kimi non parla niente!”.

Daí o título da série de posts que vos acompanhará durante este fim de semana de GP da Austrália, que ao contrário do que vocês imaginam não é um trocadilho infame e sim uma referência técnica ao carro da Red Bull.

Calma, explico.

Numa daquelas noites etílicas no Bahrein, Massa encontrou Vettel debruçado no balcão do bar diante de uma garrafa de Martini bianco. Sorriu para o amigo, ergueu a taça que tinha um caroço de azeitona dentro e saudou o brasileiro já tecendo algumas considerações sobre o vermute, em inglês. “Meu, it’s fucking sweet, but it’s good and cheap”, avaliou. Felipe sentou-se e perguntou o que estava acontecendo, afinal. Então, Sebastian se abriu: “Meu, [the fucking engine never works, overheats and] burn [everything]!”.

Quando nós jornalistas colocamos essas palavras entre colchetes, é que elas nem sempre foram ditas realmente. O interlocutor quis dizer, ou ocultou uma ou outra, entendem? A gente usa para contextualizar declarações resumidas. Se você pergunta: “A bosta do seu motor não funciona, superaquece e queima tudo?”, o piloto, obviamente, vai responder: “Sim, queima”. Quando você vai escrever, não reproduz a pergunta. Apenas a resposta. Mas não faria sentido escrever algo como “Sobre o motor, Vettel disse: ‘Sim, queima'”. Queima o quê? O condensador? As bobinas? A junta do cabeçote? A rosca? A boa redação exigiria algo como “Sobre o motor, Vettel confirmou os problemas da Renault com uma declaração curta e definitiva: ‘Sim, [aquela bosta não funciona, superaquece e] queima [tudo]'”.

Entenderam?

Pois a frase de Vettel dita a Massa no boteco barenita foi precisamente essa: “Meu, burn!”, em tom choroso e desconsolado. Coincidentemente, a frase, em termos fonéticos, se assemelha à pronúncia de “Melbourne”, onde está começando a temporada. Mas não tem nada a ver uma coisa com a outra, se a corrida fosse em Adelaide a série teria o mesmo título, dada a relevância da afirmação do tedesco rubrotaurino.

Dada esta breve explicação, que espero não ter-vos aborrecido, vamos ao primeiro treino livre que acabou de acabar. E não se acostumem mal, vai ser a primeira e última vez no ano em que escreverei sobre primeiro treino livre. Voltaremos à doce rotina de resumir o dia a partir da próxima etapa do campeonato. É que este era importante, para saber como iriam se comportar equipes, carros, pilotos e pais-de-santo na abertura oficial do Mundial mais diferente do anterior de todos os tempos.

Fiz algumas observações pontuais. A elas:

– Deu muito orgulho do meu Laika, do meu Niva, do Meianov, da minha perua Lada, do meu TL, da minha Variant, do meu Karmann-Ghia, do meu Corcel II, do meu Passat Surf e do meu Golzinho batedeira, hoje. Todos eles, afinal, têm motores iguais aos da F-1, 1.600 cc. OK, nenhum deles é turbo, nem tem acoplado outros motores elétricos que recuperam a energia que vem das profundezas do inferno. Mas pelo menos funcionam. Algo que hoje não aconteceu com Hamilton, por exemplo. Aos 6 minutos de treino, o inglês saiu dos boxes e antes de fechar a volta sua unidade de força foi para o saco.

– Lewis não tirou o capacete até chegar ao escritório da Mercedes e ainda foi barrado na catraca por um segurança que deve ter achado que aquele cidadão fantasiado de piloto estava tentando dar um aplique. O inglês quase engoliu o homem. Perdeu 90 minutos de treino. É ruim, isso.

– Na Red Bull, notei que em determinado momento Adrian Newey entrou debaixo do carro de Vettel e perguntou: onde foi mesmo que eu coloquei as baterias? Até descobrir, uma hora se passou. O tetracampeão andou apenas na meia hora final da sessão. Ficou em sétimo.

– Muitos telespectadores devem ter estranhado o ronco dos novos motores. Ronco, no caso, é termo que se aplica com precisão. Os motores do ano passado berravam, gritavam, urravam, eram estridentes e chiliquentos. Esses novos lembram Homer Simpson dormindo. Roncam. Emitem um som grave, gutural e desanimado. Dão a impressão de que vão quebrar a qualquer momento, ou de que algum cilindro não está funcionando. Me remetem à saúde dos motores da potente Towner. Se meu carro de corrida começa a fazer um barulho semelhante, eu vou para os boxes. Mas acho que vamos acabar nos acostumando. Os pilotos, pelo menos, não precisam gritar tanto pelo rádio.

– Foi só com 47 minutos de treino que a primeira volta foi cronometrada, de Ricardão: 1min37s290.

– Com metade da sessão completada, apenas 11 carros tinham voltas fechadas. Metade do grid. A Caterham já tinha avisado pelo Twitter que Koba-mito tivera um problema de alimentação de combustível e Marcus Celular Baratinho Sem Android estava às voltas com uma pane elétrica.

– Na Williams, Massa esperava pelo conserto de alguma coisa que não sei o que era, e só conseguiu entrar na pista faltando meia hora para o fim, mas andou rápido logo de cara e fechou a sessão em quarto. Como Sapattos foi terceiro, está na cara que a equipe tem um bom carro e nisso ninguém errou.

– Foram 16 os pilotos que fecharam voltas. Entre os que nem apareceram na folha de tempos estavam os dois da Lotus. Pastor Bem Danado [com a cagada de ter trocado Williams pela Lotus] chegou a sair dos boxes, mas voltou na banguela sem motor. Grojã ficou dentro do cockpit até faltar um minuto para terminar o treino, quando um mecânico enfiou algo no bico esquisito que parecia um motorzinho de dentista. Pelo sim, pelo não, o francês pulou fora.

– Alonso foi o mais rápido, com 1min31s840, usando pneus médios. Foi cerca de 4s mais lento que Vettel em 2013, no primeiro treino livre para a corrida australiana do ano passado. Os tempos ainda devem baixar bastante. Bonitton ficou em segundo, a dupla da Williams veio a seguir e o resto vocês veem no Grande Prêmio.

Tirei alguma conclusão? Sim, de que vou precisar de um café bem forte para segurar o sono. Dormir entre as duas sessões é morte certa. E não sei colocar essa caixinha para gravar. Tenho saudades do meu videocassete.

Ah, no novo projeto gráfico dos posts de finais de semana de GP, desenvolvido por um escritório de design de Barcelona, vou colocar uma foto grandona no fim do texto. Decidimos assim depois de uma pesquisa com os leitores. Perguntamos a dois deles o que achavam de uma fotona no fim. Um respondeu “tanto faz”. Outro disse que nunca chegava ao fim dos textos. Assim, decidimos pela foto.

Até já.

14aus01

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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