Arquivoterça-feira, 24 de março de 2015

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (triste demais) – Acabou de chegar nos comentários, do Rodrigo. O oval de North Wilkesboro, que fechou cinco anos atrás, completamente abandonado. Foi palco de corridas da Nascar até 1996. Fica na Carolina do Norte. A sensação de ver fotos de lugares grandiosos abandonados é de uma tristeza infinita. As fotos, espetaculares, são de Seph Lawless (na verdade, um pseudônimo de um...

VAI COMEÇAR!

V

SÃO PAULO (brilhante) – Você que ama as motos não pode perder. O Guia 2015 da MotoGP está no ar no Grande Prêmio, em trabalho excepcional comandado pela Juliana Tesser, nossa menina das duas rodas.
É só clicar aqui, acelerar e se informar sobre tudo, absolutamente tudo que vai acontecer nesta temporada. O campeonato começa neste fim de semana no Catar.

RED BULL ADOROU…

R

SÃO PAULO (mas já?) – Só uma corrida disputada no ano e a Renault já avisou: seu motor não é capaz de ganhar corridas em “condições normais”. A Red Bull, claro, adorou a declaração… Mas o fato é que os franceses nada mais fazem, com o prognóstico sombrio, que confirmar aquilo que discutíamos semana passada. Esses motores são complicados demais, tanto que se...

GENTE, QUE DÓ

G

SÃO PAULO (até dói) – Aconteceu sábado em Goodwood, durante a classificação para a Salvadori Cup, uma das mais conhecidas corridas de clássicos da Inglaterra. Jochen Mass, aquele, estava tocando uma Mercedes SLS 300 “Porter Special” 1955 avaliada em quatro milhões de rainhas, o que dá uns 20 milhões de dilmas. Aí, na frente dele, Tony Wood diminuiu a marcha para entrar nos boxes...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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