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Tuesday, 24 de March de 2015 - 12:19F-1

RED BULL ADOROU…

SÃO PAULO (mas já?) – Só uma corrida disputada no ano e a Renault já avisou: seu motor não é capaz de ganhar corridas em “condições normais”.

A Red Bull, claro, adorou a declaração…

Mas o fato é que os franceses nada mais fazem, com o prognóstico sombrio, que confirmar aquilo que discutíamos semana passada. Esses motores são complicados demais, tanto que se “nascem” errados, “morrem” assim. Não há espaço para mudanças drásticas em pouco tempo. Não é trocar um anel, mexer numa biela, numa bomba de óleo, regular uma válvula. É, em português claro, o cu da cobra.

Um V8 aspirado 2.4 com qualquer arquitetura, quatro válvulas por cilindro, cada um faz o seu gerenciamento eletrônico, que tal? Todo mundo tem. Qualquer um fabrica um motor desses em uma semana.

64 comentários

  1. Carlos says:

    Rapaz, tenho 38 anos. Mas “cú da cobra” é novidade para mim.
    Sobre o post, eu duvido que vão deixar a Mercedes dominar tão amplamente em 2016. Vão mudar alguma coisa no regulamento para tentar diminuir o fosso no ano que vem. Várias medidas técnicas podem (e devem) ser tomadas para trazer a emoção de volta. Só falta coragem.

  2. romulo says:

    vc acha q ficar chorando sobre os motores 3x por semana vai mudar o q? a FIA vai acessar seu blog e voltar pro V8 e te agradecer? Supera cara..c parece o barrichello falando de formula 1.

    • romulo says:

      Fora q vcs sao tao alienados q chega a ser bizarro. Diversas montadoras nao estariam na formula 1 se nao fosse a troca para os V6. Vc queria o q? Uma f1 com uma montadora apenas? kkk
      E vc e seus leitores vivem choramingando sobre o Bernie sendo que ele FOI CONTRA OS MOTORES e foi um dos que mais se opos a FIA quando ficou decidido q os v6 iam sair fora..e isso foi la pra 2011 por ai. A formula 1 atual tem uma PORRADA de problemas, mas motor não é uma delas.

    • Flavio Gomes says:

      Na verdade é uma tentativa de desestimular leitores como você de virem aqui. Pelo jeito não está funcionando. Vou tentar com mais afinco.

  3. Andre says:

    Engraçado!
    a Red Bull não é capaz de enfrentar a crise. Agora que está por baixo começa a criticar, meter o pau na f1, na Renault Etc… Simples acabou a era…como irá acabar a da MERCEDES até que alguém venha com carro melhor acertado .. Fazer o que a Redbull ta fazendo é vergonhoso.. “pedindo pra cagar e sair do circo”….so sabe ser valente quando está vencendo??? Francamente… que desculpa… SE A F1 ESTÁ SEM GRAÇA SEGUNDO FALAM OS CHEFÕES DA REDBULL porque eles não falaram isso anos atrás? simples estavam ganhando tudo..
    Chora RedBull, parece que o mago ADRIAN NEWey NÃO CONSEGUE mais acertar a mao, nem com suas mágicas… deveriam parar de mi…mi…mi e trabalhar e dar a volta por cima….ISSO É PATÉTICO!!!!!

  4. Rafael Mafra says:

    Lembram daquela história, Audi na F1 com Red Bull? huuuuuummmmmmmmm ta ficando quente…

  5. Flavio Francisco says:

    Quero é a volta dos V10, V12, porra!
    Motorzinho eu uso todo dia, sou dentista.
    Eletrocutem esse velho gagá que comanda a F1, nessas porcarias de unidades de força.

    • Razor says:

      Se o velho gagá a quem vc se refere é o Ecclestone, então vc está enganado. Tio Bernie não saberia dizer e nem quer saber se aquilo é uma porca ou um parafuso, ele não cuida disso. Nunca cuidou.

      A parte técnica é de competência da FIA.
      Okay, fui sarcástico, Mons. Todt não tem demonstrado a mesma competência de seus tempos de navegador de rally e de capo da Ferrari.
      E suspeito que o Charlie Whiting já está cansado da brincadeira.
      Mas são eles quem determinam como a F-1 tem de ser do ponto de vista técnico e desportivo.
      Reclame deles.

      Bernie Ecclestone, desde sempre, só cuida do dinheiro.
      Direitos de imagem, licenciamento de produtos, venda de publicidade e da área dos paddocks, direitos de transmissão por tevê…enfim, tudo o que a F-1 arrecada ou pode arrecadar de din-din é com ele.
      Fora disso, vai falar com o Jean Todt.

  6. Chupez Alonso says:

    Incrível como a Red Bull se acabou com a saída do Ve44el.

    Incrível como a Ferrari se recuperou com a chegada do Ve44el.

    Se recuperou tanto que o Hamilton, mesmo de Mercedes, comprou uma Ferrari! Pensando no futuro, o garoto…

    E a Malásia está chegando. E eu vou rir muito do último…

    • Razor says:

      Ue´, a Red Bull não venceu três corridaças em 2014?
      E não foi esse tal de Ve44el o mesmo Vettel que tomou uma surra do Sorriso com o mesmo carro, ainda na Red Bull que venceu 3 vezes?
      Fiquei confuso, Chupez…em qual dimensão vc assiste F-1 mesmo?

  7. Claudio says:

    Duas coisas que podiam acabar na formula 1 são a choradeira e a politicagem. Está muita viadagem pra pouco esporte.

  8. Rafael Chinini says:

    acho que essa unidade de potência foi a pior coisa de todos os anos de F1!!
    mas assim, se tivessem ganhando não iam achar ruim pode apostar

  9. AS says:

    É chegada a hora de ver se existe alguém com ‘cojones’ nessa encrenca… Vai na imprensa e diz:
    – Nao pode mexer ? Ótimo… vou pra casa pensar no outro ano e fiquem vcs gastando dinheiro nestas corridas pelo mundo.
    Eu estava pensando em assistir corridas esse ano mas desisti. Vou comprar umas camisetas retro da Minardi, Leyton House, Hesket … ganho mais.

  10. E voltamos àquela velha questão, de que a Fórmula 1 precisa olhar um pouco para trás e observar o que dava certo antigamente e que ainda poderia ser repetido nos dias de hoje. Essa questão dos motores, por exemplo. Pra que complicar o que poderia ser mais simples? Que as equipes usem os motores que acharem mais convenientes, de acordo com as especificações do regulamento, e tenham a liberdade para mudar, trocar, mexer etc. sempre que acharem necessário. E no final, que vença o melhor.

  11. Alfredo says:

    O problema de Red bull é que esse ano não tem piloto para desenvolver o carro. Sem o feeling do piloto fica complicado acertar a bagaça.

  12. Bruno says:

    se nao me engano a Renault vende carros eletricos na Europa.. devia se esforçar mais

  13. Regis says:

    A Renault e a Red Bull tem que parar de encher o saco e remar um pouco para tirar a diferença! Eles foram os maiores incentivadores para que a FIA adotasse essa configuração de motores ai. Tem que calar a boca agora e trabalhar!
    Quanto ao motores, acho que os V6 turbo podem ficar, mas sem essas bostas de recuperação de energia que só dão problema e de preferência aumentando o limite de giros para que os motores possam rugir mais alto. Como um F1 de verdade.

  14. Paulo Fonseca says:

    Prezado F&G :

    Melhor voltar aos motores V8, aspirados com trinta carros no Grid.

  15. Sargento Garcia says:

    Aventureiros! Nunca me esqueço de uma crítica do Hamilton, há alguns anos atrás quando ainda corria de McLaren, dizendo que se orgulhava muito de guiar um carro que tinha história, não uma equipe que representava uma mera companhia de bebidas energéticas…

    Tentei achar o link mas não consegui…

  16. David Santiago says:

    Eu gostaria de ver a F1 igual 89 de novo, motores V8, V10, V12, se alguem tiver, V16, correndo contra motores V6 Biturbos (eu sei, naquele ano não tinha mais turbo).
    Cada fabricante com sua receita de motor, seria mais legal e daria ânimo à outras fabricantes entrar na F1! E sem esses recuperadores de energia.

  17. Luciano says:

    Em primeiro lugar, obrigado por ressuscitar a expressão “É o cu da cobra”. Acho que fazia uns 25 anos que eu não ouvia isso. Depois, cu da cobra mesmo, é essa F1 com esse regulamento escroto.

  18. Joe says:

    a F1 sempre foi a precursora da industria automobilística. varias montadores estão adotando o conceito de motores compactos e com turbo, e os híbridos aos poucos aumentam sua participação com o avanço da tecnologia e a redução dos custos que ainda são altos.

    não faz sentido a F1 retroceder e voltar pro convencional, daqui ha alguns anos os carros estarão utilizando lixo como combustível (de volta para o futuro) e a F1 no tradicional motor a combustão…aí que ninguém vai se interessar mesmo, sem nenhuma relação com a realidade.

    a realidade mudou e a F1 sempre teve relação com essas inovações e não deve parar.

    a Renault foi uma das maiores incentivadoras dessas mudanças, porém fez um trabalho de merda e está pagando por isso, agora não adianta chorar…

    sou a favor de banir as restrições de consumo de combustível/hora, aumentar um pouco o limite de quantidade de combustível, permitir maior potencia das unidades de força >1000hp.

    sou contra mais de um fabricante de pneus…pneus devem ser coadjuvantes e não protagonistas. a competição deve ser entre pilotos, equipes e motores em primeiro lugar.

    para equilibrar as disputas poderiam adotar o uso de lastros para os pilotos mais bem colocados nas corridas anteriores…

  19. TSC says:

    F1 – 3.0 V-6 Turbo sem nada elétrico!
    24 hs de Interlagos no circuito antigo!
    F-Indy no anel externo de interlagos (com F5000 na preliminar)……
    Sonho meu……..

  20. Rodrigo says:

    Deixa o turbo Gomes, tira a eletrônica. Queria ver um V8 biturbo, aí sim ía separar os muleke dus pilotu.

  21. Ricardo says:

    Isso é crise de meia idade, antes era melhor, hoje é uma droga, etc. Ahh, e se tirarem os motores híbridos as fabricantes vão embora, e aí? Voltam os Judd?

  22. EduardoRS says:

    Nenhuma montadora vai ter interesse em fazer um “vê-oitão” aspirado porque o futuro (na verdade, o presente) dos motores esportivos é o turbo (veja a Ferrari 488, o Ford GT, etc) por causa das legislações mundiais que restringem a emissão de poluentes, e a melhor forma de andar forte queimando pouco combustível é com turbos. Não culpe o motor turbo, culpe a FIA por proibir o desenvolvimento dos motores durante a temporada, e culpe a Renault pela sua incompetência em fazer um motor decente. Como é que a Ferrari conseguiu dar um salto de performance, e os franceses não?

  23. Mano says:

    Boa tarde.

    A tecnologia híbrida/energia limpa é um caminho sem volta nas principais categorias do automobilismo… (WEC, F-1, F-E). Acho válido, contanto que não prejudique o espetáculo … O regulamento poderia ser bem mais aberto, ter um leque maior de opções para a motorização (liberar a criação … ter motores em linha, V, W, Boxer de 3 a 16 cilindros, turbo ou bi-turbos, aspirados, rpm do motor e de turbina liberado, bem como a quantidade de kg de pressão e fluxo de combustível) e restringir a aerodinâmica …

    Acho que seria bem mais legal …

  24. Brabham-5 says:

    As equipes afiliadas da “FOCA” deveriam propor mudanças para descomplicar mesmo a vida dos fornecedores de motores e das equipes nesse sentido. Isso claro, se os donos de equipes e construtores se sentassem numa mesa sem o Berne Ecclestone, e fizessem um pacto de união por essas mudanças.
    E, se depois de apresentar estas sugestões/reivindicações, Eclestone não autorizar nenhuma dessas mudanças e ficar de papo furado, enrolando todo mundo de novo, as equipes se recusariam a participar da F1 ano que vem, até Eclestone renunciar e as regras mudarem.
    Que se crie a “Liga das equipes de F’1” dirigida por ex-pilotos e ex-donos de equipe.
    A F1 de volta ás equipes, pilotos e fãs de F1.
    Chega dessa veiarada atrapalhando o esporte.

  25. celso says:

    FG,

    Bora fabricar um V8 aspirado e montar uma equipe de F1? Escuderia Meianov.
    Ou Meianov F1 Team.

    Abraço!

    Celso

  26. Winston says:

    A enquete pergunta se sentiria falta da Red Bull, eu digo sem medo de errar, ninguém sentiria falta dessa F1!
    Ô negocinho choco!

  27. Alfredo says:

    Poha Gomes. A doença do espanhol está ficando contagiosa. V8 aspirado com 32 válvulas? Na F1?

  28. Alessandro Silva says:

    Eu gosto de motores turbo principalmente se forem pequenos e muitos potentes. Pensem nisso um pouco: São motores 1.6l com mais de 700 hp. É muito para um motor tão pequeno. E hoje no mundo todo o motor mais usado nos carros, que tem uma relação economia/potência ótima é o 1.6l. Só que pra começar, nunca vi um motor 1600 de seis cilindros num carro de passeio. E pra que toda essa parafernália elétrica envolta desse motor? Deixem isso para Formula E, eles é que são especialista nisso. Não misturem as coisas. Elétrico é elétrico, combustão é combustão. Carro hibrido é coisa de petrolífera que não quer largar o osso. Os carros deveriam ter motores de quatro cilindros em linha com um turbo foda, reabastecimento e liberdade no consumo. Um misto do que já foi um dia com o que é hoje.
    Aí teríamos mais movimentação nas corridas com reabastecimento e estratégias de paradas como acontece na Indy.
    Lembrem: em 1994, com um Benetton Ford V8 com cerca de 40 cv à menos que os V10 e V12, e com três pit-stops contra dois de seu rival, Chumacher venceu uma corrida (não lembro qual) com 30 segundos de diferença para Damon Hill. Só na estratégia.

    • Luiz Morais says:

      Putz, tá de brincadeira né? 1.6L com 700cv é muito?? Em 83 a BMW fez um 1.5L 4CC com mais de 1250cv!! a Honda com o 6cc de 1.5L fazia 1012cv!
      Fazer um 1.6 turbo com 700cv é mole. O problema dos motores da década de 80 era a quebra. A cada treino um motor, na corrida, outro. Mas estamos falando de bem menos potência hj.
      Concordo que 1.6L com 4cc qualquer fabricazinha mequetrefe sabe fazer e bem. De quebra podem dizer que ajuda a indústria de modo geral.

      • Paulo F. says:

        O da BMW tinha bloco de rua!!!!!!

      • Alessandro Silva says:

        Mas era exatamente isso que eu estava falando! O problema não são os motores e sim essa infinidade de restrições que acabaram por transformar a Formula 1 em corrida de regularidade. O fato é que tanto faz ser 4cc 1.6l, V6, V8, V10 ou V12, os fabricantes conseguem hoje fazer motores com mais de 1000 cv (como já foi declarado) como nos anos 80 e muito mais duráveis. Mas pra isso, precisa ter combustível liberado. Sem combustível nem V12 anda.

      • Marcell says:

        ”Chumacher” foi tenso véi…

      • Gustavo Stricagnolo says:

        De onde surgiu que a abreviação/representação de cilindros é “cc”?

        “cc” desde sempre é uma das formas de representar cilindradas cubicas, ou mesmo usando cm3.

        Escrever um 1.5L 4cc não faz o menor sentido… dá para entender o que quis dizer mas escrever correto acho que é melhor.

      • Zé Tros says:

        O cc é centímetro cúbico, mas realmente complica um pouco pra entender o que se quer dizer com 1.5L 4cc.

        O certo seria 1.5L 4 cilindros ou 1.500 cc 4 cilindros. Ou no popular 1.500 cilindradas 4 canecos.

    • Emerson says:

      Quanta besteira…. Afe!

  29. Rafael Walter says:

    Mais uma vez, parabéns ao Vettel, que soube continuar sua carreira de sucesso, mudando na hora certa, para a única equipe que pode lhe dar condições futuras de vitória. Ou de pelo menos o 3º lugar se a Mercedes continuar assim nas próximas temporadas!

  30. Pedro Rodrigues says:

    Pois é…. Eram esses motores que estavam no regulamento. Daí resolveram mudar achando que iria baratear a parada…. Não dá pra entender o que passa na cabeça desses caras……

  31. Boca says:

    Não, obrigado!
    Deixa esse turbo V6 mesmo.
    Quem quiser que corra atrás. A Ferrari parece que já o fez…

  32. Fabiano says:

    Ideia de gerico Flavio…

    O mundo mudou, o esporte mudou, tá uma bosta, está… tem que melhorar este conceito novo, não voltar a um velho conceito que já chegou no limite de desenvolvimento… Faz o seguinte, pede pra Audi lagar a tecnologia hibrida dela no WEC e voltar a usar motor de DKW, é a mesma ideia de Gerico.

    A Renault foi, e continua sendo incompetente, nesta tecnologia, me desculpe, mas foram eles que trouxeram muitas evoluções a F1… se não se acertam, troquem os engenheiros, projetistas, mecânicos, estágiários, tia do cafezinho… o que for, a Ferrari melhorou muito de um ano pra outro, se a Renault continua uma bosta desde o ano passado, a culpa é dela… não da F1.

    O mesmo DNA que fez o Saturno IV, está nos engenheiros da F1, se os da Renault não dão conta de fazer um motor descente… são desvio padrão. Os da Mercedes fizeram, os da Ferrari fizeram…

    Sou contra voltar atrás, vai ser a mesma merda de banir a eletrônica, depois a aerodinâmica…

  33. JR says:

    Flávio, cobra não tem cu, é cloaca!!! rsrsrs

  34. Marco Marinho says:

    Isso mesmo Flávio , um V8 aspirado resolveria esse enorme problema. Mas o mais importante seria a volta do ronco espetacular desses motores dignos de um F1! Só que tem que ser para 2016 , mais um ano com essa b. de V6 poucos fãs vão ter paciência!

    • Marco Marinho says:

      Esse ronco de Towner eu não aguento mais !!!!! Sinceramente , eu vivo assistindo corridas dos anos 90 pra suprir a falta por não poder escutar mais! É o fim.

  35. Antonini says:

    Caro Flavio, acho que os atuais motores são o primeiro e tímido passo para termos uma formula 1 como deveria ser, ou seja, um laboratório para novas tecnologias, se for para limitar tudo e termos uma corrida equilibrada melhor ver a Nascar, onde cada um fabrica seu V-8 “em uma semana” e as bandeiras amarelas garantem o espetáculo… Abs

  36. Giuliano SPFC says:

    A impressão que tenho é que com o motor a combustão da unidade de potência, eles não tem problema nenhum, até porque antes dessas “unidades de potência”, os motores aspirados da Renault eram os melhores da categoria, o problema maior deles é ajustar tudo que está em volta do motor a combustão, turbos, recuperadores de energia, baterias e todas as porcariadas acopladas ao motor.
    E caro Flávio, pegando esse gancho da complexidade da unidade de potência e conhecendo os alemães como você conhece, você acha que a declaração do Massa sobre a Mercedes correr com um motor melhor do que aquele que ela fornece a concorrência tem algum fundamento??

    • Renato F1 says:

      Desculpe-me Giuliano, mas discordo quando você disse “os motores aspirados da Renault eram os melhores da categoria”. Desde 2005, os motores Mercedes-Benz são os melhores.

      Em 2005 e em 2006, o problema era a confiabilidade! Kimi Raikkonen fazia a pole position, trocava o motor, perdia 10 posições e passava quase todo mundo – menos o Alonso com o motor Erroult que ficou com os títulos. Em 2007, o problema foi o conflito Alonso-Dennis-Hamilton, que deixaram a Se Ferrari ganhar o título. Em 2008 e em 2009, duas equipes com motores Mercedes-Benz foram campeãs: McLaren em 2008 e Brawn em 2009.

      Porém, no final de 2009, Adrian Newey fez um avião de cabeça para baixo e a Red Buxa ganhou de 2010 a 2013. Contudo, nota-se que a Mercedes-Benz ainda tinha o motor mais potente – tanto que geralmente fazia a pole position. Mas, o avião se adaptou melhor aos pneus de farinha de trigo da Pirelli. E quando a coisa ficou mais equilibrada, a Red Buxa tratou de chorar para que a Pirelli mudasse o composto do jeito que ela queria!

      No fim, acho que é a “equipe” mais mimada do grid. A Red Buxa e a Erroult deveriam parar de chorar e ir trabalhar!!!

  37. gustavo maia says:

    1 – Flávio, você vai explicar para a gente o que são os tais ‘tokens’ que inventaram para regular eventuais alterações nos motores da F! nesta temporada
    2 – essa conversa pode ser pressão para descongelar o motor deles.

  38. Arado says:

    Se a Renault tá falando que a Red Bull tá com desenho agressivo do carro e está “afetando” o trabalho no motor, deixa a entender que estão quase no caminho da McLaren.
    Só acho que vai melhorar quando a Renault se encontrar com os chips desse motor.

  39. Gabriel says:

    Gomes, eu concordo contigo sobre a merda dessas “unidades de potência”… Isso é ridículo: pra começar, não são todas as montadoras que escolhem esse tipo de “junção de forças” para suas propulsões futuras, e isso limita a entrada de novas marcas.

    Agora, não entendo por que sua insistência nos v8. Particularmente, se fosse pra ser aspirados, que se libere a arquitetura (limitando o deslocamento, “obóvio”). Mas, ainda assim, acho que seria interessante, também, poder se escolher por motores mistos. Algo como 1,6L turbo de no máximo “x” atm. versus 3,5L aspirado. Ou, ainda, uma medida de deslocamento específica para tecnologias híbridas, sei lá….

    Só meu ponto de vista…

    • guest says:

      Arquitetura livre, concordo; limitação no deslocamento, não.

      Penso que a limitação deva ocorrer na quantidade de combustível. Claro que a tendência seria a adoção de turbos…

      Motor V8 2,4 l e aspirado? Isso é motor de Simca…rs, o velho e confiável Ford flathead.

  40. André Sb. says:

    Um V6 Turbo, movido apenas a gasolina e mais nada, já estava suficiente… chega desses sistemas de recuperação de energia, KERS, ERS, MKTS, diaboaquadroS.

    Se eu quiser ver carro elétrico assisto a Fórmula E ou então ligo meu velho autorama Senna e Piquet.

    • Zé Tros says:

      Por mim, poderiam deixar o V6 mesmo, somente com o KERS. O restante das traquitanas seriam extintas.

      Aumentaria o regime de giros para ganhar mais potência e aumentar o ronco.

      Quanto à RedBull está chorando muito ao invés de rever seu carro. Assim como a Renault.

    • André Fonseca says:

      “Autorama Senna e Piquet”???

      HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

      Sensacional, melhor definição da F1 atual!!!

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