Arquivoterça-feira, 1 de dezembro de 2015

BRUNO NO PADDOCK GP

B

SÃO PAULO (sorry) – Bruno Senna é o convidado do “Paddock GP”, o programa semanal de esportes a motor do Grande Prêmio transmitido ao vivo todas as terças dos estúdios da F-Inter.

Para assistir, é só clicar aqui. Começa em instantes, às 20h, com comando de Victor Martins. Hoje desfalco o time por conta da premiação da ACEESP, e sou finalista na categoria “blogs esportivos”.

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ENIGMA DO DIA

E

SÃO PAULO (não conhecia) – Rafael Ferreira fotografou a pequena peruinha com o nome “Escort” no capô em São Francisco, Califórnia. O dono, um velhinho, disse que era do avô e foi fabricado em 1958. Nunca ouvi falar desse modelo. Alguém?

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ALL IN BLACK

A

SÃO PAULO (lindo) – Tem uma única equipe de esporte coletivo que admiro na vida, além da Portuguesa: a seleção neo-zelandesa de rúgbi. Semana passada, os All Blacks perderam um grande ídolo do esporte, Jonah Lomu, que morreu aos 40 anos vítima de uma rara doença nos rins. As cerimônias fúnebres aconteceram no Eden Park, histórico palco de jogos da seleção, em Auckland — uma das cidades que mais amo no mundo. O “haka” puxado por Buck Shelford, antigo capitão dos All Blacks, é uma das coisas mais emocionantes que já vi.

NAS ASAS

N

Alguém, por favor, me diga que isso é montagem, ou me explique que diabo são esses “jetmen” e como voam tão rápido, e como chegam lá em cima, e como têm combustível, e que porra é essa.

MEU GRANDE AMOR

M

SÃO PAULO (filhos da puta) – Hoje faz dois anos que a Portuguesa se garantiu na Série A do Brasileiro. Ganhamos da Ponte, 2 a 0 lá, e matematicamente não podíamos mais ser rebaixados. Voltamos de Campinas leves, felizes e ainda mais apaixonados. “Amor FC” foi o título do texto que escrevi no dia seguinte, e parece que já estava imaginando alguma coisa. Duas semanas depois, os escrotos do STJD rebaixaram a Portuguesa. Escrevi de novo, “Quem somos” — mais uma declaração de amor à única coisa que me importa no futebol.

Dois anos. Mais dois rebaixamentos, uma desgraça atrás da outra, um assassinato lento e doloroso que tentam nos infligir. Não morreremos, porém. O vídeo abaixo mostra isso, da linda série “Som das Torcidas”, do pessoal da Central 3. Somos tão apaixonados como sempre fomos. Isso nunca nos será tirado.

CBF, vai se foder, vai.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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