Arquivoquarta-feira, 2 de dezembro de 2015

VOTANDO!

V

SÃO PAULO (não tá difícil) – O Voyaginho estreou bem em Londrina e agora precisa ser batizado. Foram centenas de sugestões no post da semana passada e escolhi as seguintes:

1 – BON VOYAGE – separado, sugestão do blogueiro Guest
2 – BONVOYAGE – junto, sugestão do blogueiro Norberto
3 – BOM VOYAGE – com “m”, sugestão do blogueiro Anderson Milhomem
4 – MOLOTOV – sugestão do blogueiro Rodrigo Sublime
5 – BERNÔ – sugestão do blogueiro Adriano

Acabei escolhendo cinco, mas como deu para perceber as variações de “Bon Voyage” caíram no meu gosto. Vamos pensar juntos qual fica mais legal. Os blogueiros mencionados acima devem mandar um e-mail para [email protected], colocando no assunto CONCURSO DO VOYAGE, se identificando como autores das sugestões e informando o endereço completo para mandar os brindes.

Votem! Mas usando os números, please, que fica mais fácil de apurar. Abaixo, o desenho original feito pelo Marcel Marchesi que escolhi depois de quebrar muito a cabeça.

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ASTON INDIA

A

SÃO PAULO (que novelinha…) – Ou Force Martin. Podemos fazer qualquer combinação entre as palavras Force, India, Aston e Martin. Pelo que diz um dirigente da equipe, que terminou o Mundial numa ótima quinta colocação, o acordo do time indiano com a marca inglesa está próximo. Seria legal a volta da marca à principal categoria do automobilismo mundial — foram cinco GPs entre 1959 e 1960, com dois sextos lugares como melhores resultados e uma presença na primeira fila.

astonlogo

O MISTÉRIO DE HAMILTON

O

SÃO PAULO (frescura?) – O que será que a Mercedes fez nos seus carros depois do GP de Cingapura que desagradou tanto Hamilton? O inglês assume que nas últimas provas Rosberguinho se entendeu melhor com a viatura. Ele não diz o que mudou, mas jura que houve uma mudança. E terá de buscar meio segundo na pré-temporada em relação ao companheiro se não quiser levar ferro em 2016.

Não tenho ideia do que pode ser. Alguma teoria?

NELSINHO MULTIÚSO

N

SÃO PAULO (hoje vai!) – Mais um tipo de carro para a extensa lista de Nelsinho Piquet: protótipo da LMP1 do WEC. O brasileiro vai andar com o esquisito carro da Nissan de tração dianteira, que fracassou em Le Mans e levou a montadora a rever o projeto — mas não o conceito. O teste acontece no dia 9 em Nova Orleans e Bruno Junqueira também vai andar.

Algo me diz que Nelsinho está procurando um jeito de deixar sua equipe na F-E, pelas perspectivas tenebrosas da segunda temporada. O time chinês errou completamente a mão no carro e no pacote técnico e não tem como mudar muito — os carros são homologados antes do início do campeonato.

nissanesquisitolmp1

ORGULHO DA CASA

O

SÃO PAULO (fera) – E não é que o Grande Prêmio faturou seu segundo prêmio Ford-ACEESP? Ontem à noite, o troféu de melhor reportagem de automobilismo, patrocinado pela Mobil,  foi para nosso Renan do Couto — que também atua como narrador de esportes americanos na ESPN. Quem entregou o prêmio ao nosso moleque foi o mito Claudio Carsughi. Em 2011, Victor Martins levou o seu pela Revista WARM UP.

O texto vencedor de 2015 está aqui, chamado na intimidade do site de “A fila anda” — é sobre o futuro dos jovens pilotos brasileiros, um levantamento minucioso e completo do que está acontecendo lá fora com os garotos que ainda sonham com a F-1. Meu blog também concorria em outra categoria, mas ficamos em terceiro, atrás do Ademir Quintino e do Luiz Ademar, que mantêm páginas sobre futebol.

Na foto, Renan está todo pimpão ao lado da namorada Ananda. Sua reportagem derrotou o “Jornal Nacional”, que concorria com a cobertura do acidente de Pedro Piquet, e os “Acelerados”, representados pelo amigo Cássio Cortes. É o primeiro de muitos, certeza.

renandocouto

COM SENNA NO PADDOCK

C

SÃO PAULO (thanks!) – Ficou legal demais, muito mesmo, o “Paddock GP” #9, transmitido ontem à noite ao vivo direto dos estúdios da F-Inter. Nosso convidado: Bruno Senna, falando de F-1, F-E, WEC, da vida, de tudo.

Bruno é um dos melhores pilotos do mundo para entrevistar, por duas razões. Primeiro, fala bem pacas, é claro, técnico, preparado. Segundo, não mente, não enrola, é a sinceridade em pessoa.

Se você não viu ontem, aí está a íntegra do programa, comandado por Victor Martins. Divirta-se.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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