COM SENNA NO PADDOCK

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SÃO PAULO (thanks!) – Ficou legal demais, muito mesmo, o “Paddock GP” #9, transmitido ontem à noite ao vivo direto dos estúdios da F-Inter. Nosso convidado: Bruno Senna, falando de F-1, F-E, WEC, da vida, de tudo.

Bruno é um dos melhores pilotos do mundo para entrevistar, por duas razões. Primeiro, fala bem pacas, é claro, técnico, preparado. Segundo, não mente, não enrola, é a sinceridade em pessoa.

Se você não viu ontem, aí está a íntegra do programa, comandado por Victor Martins. Divirta-se.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

24 Comentários

  • É então tá bom; se alguém o chamasse hoje para pilotar na F1 com certeza ele iria,é previsível,perdeu o brilho mais ele iria. Mas o quê mais enche o saco é a mesmas desculpas dos pilotos brasileiros,falam e não dizem nada.A F1 tem quê se livrar das montadoras com urgência! Motores tem quê ser Ilmor, AER,Cosworth,com a seguintes especificações: 18.000 RPM, dois turbos, V6,preço baixo e chance de atrair outras montadoras com Toyota,BMW etc…A chefe da Sauber tava esmolando um adiantamento da verba da FIA esses dias atrás,mas na hora de defender o motor alternativo ela deu prá traz,defendendo lógico sua fornecedora de motor. Tem que se ferrar sim essas equipes.

  • Como tem babaca que reclama a toa. E os Sennistas então, que porre….

    A produção está melhorando a cada dia. Essa entrevista, bem como a com o Massa, foi excelente. Qualidade de conteudo que não se encontra em lugar nenhum na midia brasileira.

    Espero que o Paddock GP possa trazer outros pilotos em breve.

  • Bruno é muito inteligente, eloquente e tem uma visão muito realista do esporte. O sobrenome não parece pesar é talentoso e merece andar numa equipe de ponta.
    Interessante que ele cita o Alonso como melhor piloto da f1, se fosse o vettel teríamos uma nota de destaque no site.
    E é até interessante a reação da bancada, “mas e a personalidade do Alonso, não prejudica blá-blá-blá…” Essa postura fofoqueira não acrescenta nada, o que importa é dentro da pista e lá o espanhol tem o reconhecimento dos pilotos e chefes de equipes.

  • Como todos os outros pilotos brasileiros, que são criticados demais aqui e respeitados no exterior.
    Há um programa înglês sobre carros antigos no Discovery turbo em que o test driver da volta rápida em carros respeitáveis , até uma Mercedes SL ele já acelerou! Fora Ferrari de Rally, Jaguar E type e por ai é o Bruno Senna.
    Infelizmente temos que ver pelos olhos estrangeiros a qualidade dos pilotos brasileiros.

  • Bruno Senna é ótimo em entrevista, muito coerente e sai da mesmice das respostas que me parece meio padronizado no meio.

    Muito bacana sua opinião com relação a importância dos pneus para melhorar a F1, acrescentou conteúdo para nós torcedores!

    Acho que Bruno Senna foi brilhante em sua carreira da forma que ganhou respeito no meio, pode não ser um piloto fora de serie, mas sem duvida tem personalidade própria e um caráter de envergadura.

    Terá carreira longa no automobilismo (se quiser) ou fora dele.

    • Não só pneu, mas também a aerodinâmica; mais efeito solo como ele comentou. Um melhor trabalho da parte inferior do carro, que sofre menos interferência nas aproximações do que a parte superior (aerodinâmica da parte de cima). Claro, tudo com muito cuidado, para não criar carros que fazem curva de alta muito rápido, mas que de uma hora para outra podem alçar voo com a perda desta “camada” — um ventinho por baixo e… já vimos disto.

      O Felipe Massa também comentou sobre melhorar a aderência mecânica (pneus) para melhorar o confronto.
      Diminuindo a dependência destes “aerofólios” — não são asas, de efeito inverso, gerando sustentação –, teríamos melhor equilíbrio entre aderência mecânica e aerodinâmica (acho que este é o “segredo” – não é segredo, “eles” sabem), permitindo os carros andarem mais próximos e sem perder competitividade (seja em aderência, seja em gerenciamento do calor).

      Um pitaco: talvez rodas maiores — não precisam ser gigantes! — também facilitariam o gerenciamento da temperatura dos freios. Não é brincadeira ter tanta potência de frenagem em um espaço tão pequeno (um “sanduíche”) e ter que dissipar/transferir todo o calor rapidamente para uma nova frenagem; o arrefecimento tem que ser bastante eficiente para ter sempre um conjunto em temperatura adequada para o próximo uso.
      É ponto crítico, e este ano por diversas vezes tiveram que “pegar leve” com os freios, mesmo com boa capacidade de aderência dos pneus, por causa do calor — e olha que estão sempre tentando melhorar a capacidade de captação de ar para as pistas mais quentes (e cada vez mais quentes…), mas a aerodinâmica dianteira modifica o fluxo de ar, dificultando a renovação do ar para os freios.

      Parabéns Bruno. Gostaria de ver-te competindo na F1 novamente, em equipe que seja possível mostrar melhores resultados. Ainda dá tempo para a F1, apesar dos pilotos cada vez mais jovens e ávidos por resultados, sua experiência conta pontos à favor. Tente, não desista!

  • Flávio, dá uma certa frustração não poder comentar nas notícias do Grande Prêmio. Lembro que uma vez havia a possibilidade de comentar em cada notícia, saber a opinião das pessoas e interagir em todos os temas. Tem como rever isso aí?

  • A presença do Felipe Massa e agora do Bruno Senna, resumem bem a importância do Paddock GP.
    Pelo que entendi, foi o próprio Bruno Senna quem pediu para participar, e o Massa, aceitou o convite de primeira.

  • tanto Massa quando Bruno, ótimas entrevistas. muito bom ouvir coisas que não se ouve nas entrevistas normais por ai. boas perguntas e temas.
    mas a crítica tb é pela produção. ta muito ruim! tenho que dobrar o volume do meu PC só pra ouvir esse programa. audio está péssimo.

  • Bruno Senna sabe muito, seria um ótimo comentarista na Globo ou Sportv.

    O rapaz “menudo” tb ótimo entrevistador, tem muito conteúdo e memória.

    As duas meninas, Não dá. Só criticam a F1 como chata. Eu fico imaginando elas vendendo um carro e dizendo “to vendendo o carro, mas olha, ele não é bom, blá, blá, blá. E como outro acima disse, a Juliana sequer senta direito, fala baixo e continua dando suas risadinhas irônicas.

    Uma delas falou que o problema do Hamilton (de sua baixa no final) é de bebedeira. Para tudo. Isto parece programa da Sônia Abrão.

    O Victor Martins estava muito bom como âncora.

    De resto, o pessoal do áudio tem que se ligar mais, sempre o microfone do Victor subia de volume com um delay.

  • O programa realmente só melhora a cada edição com perguntas interessantes e uma boa dinamica do pessoal.

    Apenas uma critica: A moça de camiseta cinza, acho qua é a Ju, ela fala muito baixo e tem uma postura corporal que incomoda, ela parece que ta sentada no sofa da sala vendo TV.

    Desculpem a critica, juro que não é para trollar e sim para melhorar a qualidade do programa e inclusive da moça, que alias faz perguntas muito interessantes.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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