Arquivoquarta-feira, 1 de junho de 2016

GRACIAS TOTALES

G

Por TALES TORRAGA* Rato, Desculpa a demora. Não sabia o que escrever. Sigo sem saber. Foda-se. Não vou escrever sobre o lugar. Lugares me importam um caralho, você sabe. Vou escrever com palavrão. Homenagem a você. Não os falo mais. Quase não falo mais. Quer que eu escreva da salinha? Gesso, carpete e tinta. Só. Nossa história é do caralho, Anão. Fodida mesmo. Sei lá se é boa ou ruim, só sei que...

MONZA 2017

M

SÃO PAULO (haja freio) – Bom, vamos ver se esse troço se confirma. Ao que tudo indica, o traçado de Monza será modificado no ano que vem. A primeira chicane será eliminada, e no lugar dela a reta será estendida, claro, chegando a 1,4 km. Aí, nada do Curvone: ela será substituída por uma curva de alta para a direita e uma chicane rápida para retomar o traçado em direção à Roggia e à Lesmo...

JÁ DEU?

J

SÃO PAULO (já) – A pergunta se refere a Kimi Raikkonen. Quando ele voltou à F-1 em 2012, depois de dois anos correndo no Mundial de Rali, todos celebraram. Porque numa Lotus divertida e despretensiosa, o cara mostrou que não tinha perdido a mão. Logo no primeiro ano no time preto e dourado, uma vitória, sete pódios, duas voltas mais rápidas, 207 pontos e nada menos do que um terceiro lugar...

NO AR, “PADDOCK” #31

N

SÃO PAULO (cadê o Martins?) – Desculpem a hora. Fui chamado a fazer um check up, só porque passei dos 50. Muito preconceito. Por isso, o dia todo na rua. E nem comecei direito. Aff. Bom, o “Paddock GP” de ontem, comigo, Juliana Tesser, Vinicius Piva, Gabriel Curty e Vitor Fazio, sob direção de Rodrigo Berton, falou de tudo que deu tempo para falar — especialmente Mônaco e...

O CAOS

O

SÃO PAULO (amo de paixão) – Faltou dar um pitaquinho aqui sobre as 24 Horas de Nürburgring, no fim de semana — deu Mercedes, domínio impressionante, mas isso não vem ao caso. O que se viu no Nordschleife foi uma das corridas mais caóticas de todos os tempos. Porque não teve chuva. Teve chuva, granizo, tempestade de raio, neve, furacão, tsunami, tufão, erupção vulcânica, ciclone e...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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