Arquivoquarta-feira, 15 de junho de 2016

IM-PER-DÍ-VEL

I

SÃO PAULO (todos lá) – Quem leu o primeiro livro do Jan Balder sabe: é a obra mais saborosa sobre automobilismo brasileiro já publicada. Além de ter vivido de dentro os anos de ouro das corridas no país — como piloto, amigo de pilotos, cronometrista, jornalista… –, Jan tem um texto delicioso e é um dos maiores contadores de histórias que conheço. Um papo de bar com o...

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (sim, choro) – Este é certamente um dos textos mais lindos que li na vida. Uma carta de Mario Andretti a… Mario Andretti. Mario, 76 anos, escreve para Mario, 15, que está num navio deixando a Itália pós-guerra rumo à América. Na carta, Mario conta para Mario como será sua vida. A perda de tudo que sua família tinha — as terras dos Andretti ficaram na recém-criada...

BIVOLT?

B

SÃO PAULO (não verei, acho) – O Arthur Luz (parece piada pronta) mandou a notícia. A partir de 2030, todos os carros fabricados na Alemanha terão de ser elétricos. Ou, pelo menos, serão veículos de emissão zero — e até onde se sabe, apenas carros elétricos não emitem poluentes. É algo que está sendo estudado, ainda não é oficial, mas vários países já estão elaborando programas voltados para...

FICOU BOM DEMAIS

F

SÃO PAULO (manteremos) – O “Paddock GP” de ontem foi apresentado pelo manco Victor Martins, com Vinicius Piva e Gabriel Curty no nosso novo sofá. E no telão enorme, Renan do Couto. Mudamos de estúdio nas instalações da Fórmula Inter, e querem saber? Ficou bem melhor! Prefiro esse ambiente um pouco menor, mais intimista. Vou propor que fiquemos aí. O telão ficou demais! E que o...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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