CategoriaBrinquedos

LEITORES QUERIDOS

L

SÃO PAULO (vai pra parede) – Um dia, mais de seis anos atrás, cometi um breve texto sobre meus times de futebol de botão, o quanto eles foram importantes na minha infância, como os guardo com carinho até hoje. Aí, semana passada, me chega em casa esse quadrinho. De um lado, Enéas, o “8 branco”. Do outro, o goleiro do Rigesa que nunca teve altura para ser goleiro, mas que...

NADA COMO A VIDA

N

SÃO PAULO (aprendam, crianças) – Sou um ácido crítico de quem acha que tudo que se faz no mundo virtual é espetacular e fantástico, que diante de uma tela, um teclado, um mouse, um controle de videogame, consegue-se reproduzir a realidade. Às vezes troco umas farpas com a galerinha de corridas virtuais, a turma que acha que, de verdade, um sujeito capaz de se sair bem num simulador pode...

KOMBI DO DIA

K

SÃO PAULO (no meu tempo…) – Recebo release da Brinquedos Bandeirante, tradicionalíssima fábrica brasileira, informando que chegou ao mercado uma Kombinha para a molecada. Vejam: A novidade pode ser utilizada de duas formas: com a criança pilotando a Kombi ou com controle remoto, em que o adulto controla os movimentos e participa da brincadeira. Para dar mais realismo ao brinquedo e...

A FANTÁSTICA FÁBRICA…

A

SÃO PAULO (já quero ir embora!) – …de brinquedos, em Portugal. Fica em Alfena, Valongo. Foi fundada em 1928 e já foi a maior do país. Hoje, luta para sobreviver. Porque, entre outras coisas, seus brinquedos não podem mais ser vendidos para crianças — elas podem engolir os carrinhos, ou enfiar os bonecos no nariz. Coisas da modernidade, que permite que videogames violentíssimos...

MCAFD

M

SÃO PAULO (doce demais) – “Tendo ideia no museu de Roberto Lee, Flavio Magliari Gomes criou, à 1° de agosto de 1975 o MCVFD, que um dia depois de sua fundação tornou-se MCAFD. O ‘V’no 1° nome, quer dizer ‘velhos’ e no 2° o ‘A’ quer dizer ‘antigos’.” Assim começava o texto datilografado numa Olivetti cor-de-laranja, cujas letras não...

A CAIXA

A

SÃO PAULO (my life) – Estava no porta-malas do Niva, e não sei bem como foi parar lá. Possivelmente, alguns meses ou anos atrás, fui à casa de meus pais com o jipe e minha mãe me entregou. Ela guarda tudo e, quando encontra, me devolve. A caixa azul e laranja, quando eu tinha 12 ou 13 anos, era o que de mais valioso uma criança poderia ter. Nela cabia o mundo. O mundo, no meu caso, eram...

DE NATAL?

D

SÃO PAULO (aceito) – O Ricardo Bifulco descobriu essa coisa linda aí embaixo. Trata-se de um Moskvitch G4 de autorama, um formulinha fabricado em 1963 para correr na F-Júnior europeia, mas que acabou disputando provas apenas na URSS. Coisa mais linda do mundo.
Se o Paulo Tohmé fosse meu amigo mesmo, me daria de presente. Eu vivo indicando o blog dele aqui…

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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