TagFusca do dia

FUSCA DO DIA

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RIO (chequem os localizadores…) – Vejam essa coisa mais graciosa que o Cris Doria me mandou pelo Tweeter. Tem mais detalhes da scooter-fusca aqui. O farol também é de Fusca. Tem vídeo no link para ver o negocinho andando. O máximo, né?

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O FUSCA DKW

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RIO (não tá fácil) – Incrível a história que o fuscólogo Alexander Gromow está contando em partes. Trata-se de um protótipo feito em 1935 provavelmente com ajuda da DKW para participar da concorrência que, três anos depois, definiria o Fusca projetado por Ferdinand Porsche como “carro do povo” alemão. O automóvel, que Gromow carinhosamente diz que é “o Fusca que gostaria...

FUSCA DO DIA

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RIO (seria azul?) – O Marcos Melo mandou a foto pelo Twitter. Michael Collins, um dos astronautas da Apollo 11 (ele comandou o módulo que ficou na órbita da Lua enquanto Armstrong e Aldrin davam seus pulinhos lá embaixo), postou esta foto com a seguinte legenda: One week before the launch. Coffee was mandatory. My faithful VW Beetle in the background. #Apollo50 Desnecessário traduzir. Fusca...

FUSCA DO DIA

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RIO (temos tempo) – O Jefferson Brunelli mandou a dica. Um Fusca 1964 com 22 milhas rodadas está à venda nos EUA por um milhão de trumps pela Hemmings. A história: em 1964 Rudy Zvarich, que tinha um Fusca 1957, comprou um zerinho, preto, mas acabou não usando o carro. Ele acabou se tornando um colecionador, mas esse Fusca nunca mais rodou. E ficou guardadinho em excelentes condições por...

FUSCAS DO DIA

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SÃO PAULO (que chuva é essa?) – Lembram da monumental coleção de Fuscas da Bulgária? Matéria do Alexander Gromow no AutoEntusiastas indicada aqui algumas semanas atrás. Agora, a segunda parte. A coisa é mais espetacular do que se pode imaginar. E o cuidado do Gromow com a qualidade da informação — nestes tempos de tanta bobagem publicada sobre tudo — é comovente.

FUSCAS DO DIA

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SÃO PAULO (só tem louco, ainda bem) – Vejam que história inacreditável conta o Alexander Gromow sobre um colecionador de Fuscas na Bulgária. Sim, ele tem tudo isso aí embaixo. E muito mais.

FUSCA DO DIA

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SÃO PAULO (viajem, amigos, viajem) – “Expedição Fuscamérica“. Apareceu no meu Twitter. Fui ver o que é isso. É o projeto de vida de um professor de Pelotas, Nauro Júnior, também fotógrafo, documentarista, poeta e escritor. Com seu Fusca 1968, o “Segundinho”, ele sai por aí por esta América de todos os deuses. Numa dessas viagens, foi parar na Antártida. No caminho...

FUSCA DO DIA

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SÃO PAULO (tem de processar) – É o da dona Nancy, que ano passado mandou uma carta para o programa do Gugu (não sei em qual canal passa) para reformarem seu carro. Precisava de muita coisa na mecânica, na estrutura, no assoalho etc. e tal. Mas, como de costume, esses quadros de programas populares, quando se trata de carros, são uma picaretagem só. Tem de ser muito idiota para achar que os...

FUSCA DO DIA

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SÃO PAULO (quem sabe…) – Esse aí é o Fusca mais antigo do Brasil, 1949, e pertence a um novo amigo, o Jorge Cirne, que conheci em Poços de Caldas. Jorge, baiano de Salvador, é um dos maiores colecionadores do país. No Blue Cloud, ficou doido pela minha peruinha 56 — que é o carro brasileiro mais antigo que se conhece. A história desse Fusca é espetacular. Quem sabe ele passa por...

FUSCA DO DIA

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SÃO PAULO (cada descoberta) – O Claudio Aun mandou este comercial americano de um Fusca (dos antigos) automático. Segundo ele, apenas 256 foram fabricados. Não sei qual a fonte dessa informação, achei pouco. Mas ele deve ter pesquisado. Até aí, tudo bem. O que me espantou mesmo foi o comercial seguinte na listinha do YouTube: o mesmo Fusca automático sendo vendido no… Irã! Bom, não dá...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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