TagGP da Austrália 2015

BOM DIA, GP!

B

Entrou no ar de manhã, mas se você não viu os comentários sobre o GP da Austrália em vídeo, aí estão!
BOM DIA, GP: 15 CARROS NO GRID É UMA TRISTEZA, MAS NASR PODE COMEMORAR

SOBRE ONTEM DE MADRUGADA

S

SÃO PAULO (bastante coisa pra falar) – Buenos dias, macacada. Embora tenha sido uma corrida pífia, com pífios 15 carros no grid e 11 pífios carros terminando a prova, o rescaldo está interessante. Vamos a eles, como sempre em pílulas. Ou “pírulas”, como eu dizia antigamente, e achava muito melhor que pílulas. – Nasr: ponderado o quinto lugar por ter sido obtido numa...

BUMERANGUES (5)

B

SÃO PAULO (comentem aí!) – A abertura da temporada 2015 da F-1 da Depressão teve 11 carros chegando ao final. Onze. E 15 largando. Quinze. E tem gente que acha que estou exagerando. Que sou saudosista. Que não aceito os novos tempos. Que sou refratário à beleza da tecnologia aplicada à categoria. Que fico implicando com o barulho dos carros. Bonitões, implico com o mau espetáculo. Com a...

BOM DIA, GP!

B

SÃO PAULO (no ar, rapidinho!) – Pensam que a gente dorme aqui? Comentário em vídeo da definição do grid em Melbourne já no ar. Vejam, comentem, divulguem!
BOM DIA GP: NA F-1 DA DEPRESSÃO, TUDO COMO EM 2014

BUMERANGUES (3)

B

SÃO PAULO (vai ser osso) – É triste, muito triste, quando um campeonato de Fórmula 1 começa decidido. O formato atual da categoria não permite que alguém tire um segundo e meio de outro. Não há desenvolvimento possível. Esqueçam. Será um ano para ver Hamilton x Rosberg de novo, com nítida vantagem para o primeiro — ganhou no ano passado, está com moral e, sobretudo, é melhor. (Aqui...

BUMERANGUES (2)

B

SÃO PAULO (gente mais esquisita…) – Foi há cerca de três horas que veio a notícia — publicada em primeira mão pelo Grande Prêmio: Van der Ley e Sauber chegaram a um acordo no sentido de evitar que a chefinha Monisha fosse presa e que as caixas de ferramentas da equipe fossem confiscadas. A última ação do piloto, que previa detenção e bens arrestados, foi retirada quando seria...

BUMERANGUES (1)*

B

SÃO PAULO (não é fácil) – Desculpem a hora. Fiz um esquema louco para ver os treinos ontem e hoje não sei se as coisas funcionaram bem. Deitei às 20h para acordar às 22h29. Acordei às 21h46, fui até a sala e perguntei para o mais novo que dia era ontem. Ele me achou meio esquisito, mandou voltar para a cama e disse que me acordaria na hora do treino. Acordou. Vi a primeira sessão e estava...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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