BUMERANGUES (4)

B

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

71 Comentários

  • As McLaren de 1994-1996 ficaram 3 anos sem vencer mesmo tendo um excelente piloto o Mika Hakkinen e um excelente motor Mercedes, em 1997 começou a virada da McLaren o carro era ruim, pois era um projeto de Neil Oatley, mas o recém contratado Adrian Newey (contratado a peso de ouro pela Mercedes) descobriu os problemas que era de aerodinâmica e de distribuição de peso….em 1997 o McLaren já era um carro rápido só que quebrava muito, mas deu para vencer 3 provas. Já as McLaren de 1998 o carro era 100% de Newey e a partir daí a McLaren voltou a ser grande…Tomara que aconteça a mesma coisa em 2016, a McLaren desde que deixou de ser equipe oficial da Mercedes em 2012, não venceu mais nada…é só fiasco atrás de fiasco, todo mundo sabe que o Adrian Newey esta desesperado com a falta de potência dos motores Renault, o que deverá ocorrer é a Honda contratar o Newey para tirar a Mclaren da m….

  • Sensacional
    A prova de 1984 no Estoril, Lauda campeão sobre Prost…
    Mas o que é interessante aqui:
    – o duelo Lauda x Senna: Lauda na Mclaren Tag Porsche e Senna na Toleman
    – Lauda saindo do 8º e indo até o segundo, Prost do terceiro ao primeiro.
    – finalmente a monstruosidade que eram as Mclaren Tag Porsche turbo uam bala.

    Por isto não descreio na Honda, são f… os japoneses quando querem. estudam tema paciência que os ocidentais não tem. Se cismarem de fazer um motor que domine a F1, fazem de novo como já fizeram na era da Mclaren com Senna e Prost.

    https://www.youtube.com/watch?v=LSkfZvgFzvE

  • Esse downgrade que se impõe a cada temporada é péssimo pra F1. Enquanto outras categorias a cada temporada ficam mais rápidas, a F1 vai no sentido contrário. Tudo isso por questão de segurança? Redução dos custos? Precisam ver se tá valendo a pena. De dez anos para cá a coisa só piorou em aprovação.

    Não dá pra congelar regulamento técnico de desportivo por umas 5 temporadas? Deixa o pessoal trabalhar e desenvolver em cima do que já existe. A cada mudança só aumenta a diferença entre equipes grandes e pequenas.

    Esse carro da Mclaren deve tá ruim demais. Teriam tomado tempo da Caterham e Marussia, agora Manor. Carros da GP2 e da Super Fórmula são melhores e mais rápidos a custos bem inferiores.

  • Já pensaram?

    Alonso sai da McLaren;
    O Hamilton volta com ela, que está melhor;
    Hamilton fatura o tricampeonato em um “McLaren-Honda”, tal como o seu ídolo, Ayrton Senna;

    É do tipo de coisa de fazer o Alonso virar “O Seresteiro das Galícias”.

    Ou das Galáxias, afinal, é o “Príncipe das Astúrias”.

    Esta mais para o “Príncipe das Astúcias”…
    (Um oferecimento de: Briatore F1 Management)

  • Baita cheque sem fundo pro Alonso. Não é de hoje que se sabe que o desenvolvimento de qualquer coisa na F1, principalmente motor e pneus, demora muito tempo em pista para quem quer ser campeão o quanto antes. Esse xilique que ele teve na pré temporada vai ser pouco.

  • Putz…

    Eu pensei que o Galvão ia dançar ao vivo.

    Bottas fora, Magnussen fora, Kyviat fora, e a Globo fazendo uma rave ao vivo.

    Nada está tão ruim que não possa piorar.

  • Sei que não é o momento, mas vá lá… Resultados do pódio: Rosberg, Vettel, Massa!!! Mas que a F-E tá ficando cada vez melhor, isso tá. O filho do Prost aprendeu bem com o pai…kkk… E vamos esperar Melbourne, que “Sleep´s for the weaks!”

  • Faz parte comer grama…
    A Honda volta e terão de ter um longo caminho e Mclaren também…
    Mas alguém duvida que em um, dois anos de parceria vão estar com uma bazuca na mãos.
    Quando Porsche e Mclaren se juntaram, época de Lauda e Prost, foi um desenvolvimento duro e depois… eram verdadeiros rolos compressores, como já fora Mclaren Honda com Senna.
    Eram motores ruins de treino… Lauda e Prost largavam do pelotão intermediário… quando era dada a largada, era uma coisa linda e maravilhosa de se ver…
    Escalavam o pelotão até o 1º e 2º lugares, e disparavam, um verdadeiro massacre.
    Não tenho dúvida alguma que quando acertarem Mercedes e Ferrari, Williams e Red Bull vão se borrar nas calças…

  • Se a F1 de hije tivesse as regras de 97 os carros seriam mais de 10 segundos mais rápidos. O problema é que não há corpo humano que aguente uma velocidade dessas. Imagina a força G. E uma pancada numa curva, pois os carros fariam as curvas muito mais rápidos. Ou seja, a cada ano a F1 passa por restrições pra fazer com os carros se desenvolvam ser baixar oa tempos, pois fisicamente, mais ou menos virando nesses tempos, os carros são consideravelmente exigentes e não há motivo para fazer um F1 contornar um harpin a 150km/h pra no fim da reta atingir 380km/h, pelo contrário, pois quanto mais rápido são os carros mais difícil é a ultrapassagem, e se hoje já tem que usar essa coisa ridícula da asa móvel imagina com os xaeros virando 10s mais rápido.

  • Agora se pode imaginar um dos motivos para manterem o prateado na carenagem – assim não associam essa fase com o alvirubro/laranja da Mclaren/Honda.

    A conversa do Ron é que não daria para vencer o time oficial da Mercedes com o motor da Mercedes. Então eles preferiram “flip the board” e começar quase do zero e ver o que fazem nos anos seguintes.

  • Esses dados são absolutamente chocantes.

    Que sentido faz esse esporte em que 18 anos depois a mesma equipe fica na última fila do grid repetindo o mesmo tempo de qualificação?

    Quando é que esses caras vão se mancar que a fórmula desse negócio está totalmente errada??

    Não tem a menor lógica esse troço ser chamado de FÓRMULA 1.

  • Quanta besteira, não faz sentido comparar a pole de 2015 com o primeiro ano da Honda, no Q1. Primeiro que no Q1 não se anda com full power e os melhores tempos do fim de semana acontecem no Q2 ou Q3.

    Então temos que comparar com a primeira corrida do ano de 2014, que na primeira parte do Q1 aconteceu no seco.
    Vejamos:
    Q1 2014 em Melbourne. Ricciardo – RedBull: 1:30,775
    Q1 2015 – Button – Mclaren 1:31,422

    São oito décimos, nada de outro mundo. O staff técnico da Honda preferiu capar o motor em busca de maior confiabilidade, então há mais performance.
    Em 2014, choveu em todo q2 e q3, o que nivela os carros e favoreceu a RedBull.

    Sobre o treino:
    Belo resultado do Vettel, melhor que o esperado! Bateu o Kimi, por 0,33 segundos. Acho que o Alonso colocava 0,7 no finlandês, em média…

    Aliás, grande bosta o Vettel. Contratado a peso de ouro pra se juntar ao salvador da pátria em detrimento do único piloto que merece uma estátua em Maranello e vai largar em quarto? Alonso com a carroça de 2014 largou em quinto… Liderou treino em 2014 na mesma Melbourne e terminou em quarto na corrida.

    A estréia do Alonso em 2010 foi com vitória, acho difícil o Vettel conseguir igualar.

    O maior salário da f1, o maior investimento da Ferrari nos últimos anos, contratação da mesma empresa austríaca que faz simulação da RedBull e o maior lobby de todos os tempos pra poder desenvolver os tokens durante o ano…, e não fizeram cosquinha na Mercedes. E ainda levou da Williams!!

  • Isso sim ainda tem cara de F1. Carro mais largo, mais baixo, no cockpit da pra ver mais o capacete do piloto, motor V10 e patrocínios. Na minha opinião patrocinio não é só dinheiro, é sinal de vida no esporte.

  • O Alonso só foi campeão na Renault com o Briatore no comando , dois safados de marca maior. Depois em todas as equipes em que ele foam para o burraco e depois que ele sai elas voltam a crescer vide Ferrari. Este cara é um enterra equipe, arrogante e prepotente.

  • Caso Alonso, ainda.
    Flávio.
    Como piloto e conhecedor da F1. Não é extremamente perigoso ter um piloto com “problemas psicológicos” num grid ?
    Imagine se tem um outro “apagão” no meio da corrida a 300KM p/hora perto de outros carros ? (a 1 ou 2 voltas da largada?)
    Se seus comentários a respeito de Alonso procedem, ele nunca mais deverá entrar num F1 ou outra categoria qualquer, para o bem dele e dos outros.

  • Em 98 e 99 os de outro planetaMc/Merceds V 10 de berilio radioativo tinham barulho lindissimo…falavam Altissimo….pesavam apenas 45 quilos…a concorrencia 90 a 95 kg….o Fera Gente Boa .Mika foi campeao 98 e 99….era tecnologia Maxima….suspensao ativa,esp,bas,controle eletronico de tracao…etc…depois para parar a MB o tapetao fia/147 virou a mesa….e veio a pior era da f 1….co,m dick/147 e suas trapacas….valeu.

    • Coisas desse tipo quase fazem o sujeito concordar com o Bernie.
      Não adianta fazer circo, tem que manter a dignidade – assim se consegue continuar vendendo coisa para gente rica..
      Será que esse tipo de ideia das mentes brilhantes do Globesporte ou eles tem alguma pesquisa fundada de que isso funciona?
      Que tal voltar com o Sinal Verde? o Reginaldo Leme fez mais em 5 minutos para atrair público do que os “jênios” atuais tem feito em 20 anos.

    • O cara que acorda de madrugada quer ver carro, corrida, quer saber das novidades, quer saber de tudo (principalmente os que não acompanham por outras mídias e nem soube nada da pré-temporada e como foi a qualificação – aquela que hoje em dia só passa os 25 minutos finais, a terceira etapa)

      Ao invés de fazer uma série de reportagens explicando sobre a motorização e regulamentos deste ano (mudanças nos carros), e mostrando de perto como é um carro de Fórmula 1 (perderam a chance de mostrar uma Sauber “em corte” e explicar tudo que tem por dentro!).
      Sim, mostraram um “ventilador gigante”. Mas garanto q

      Depois reclamam que o povo não gosta mais de corrida. Ao invés de gerar interesse de quem está assistindo, resolvem fazer uma “festinha em casa”, chama uns amigos que o patrão pediu para ficar em evidência, anuncia novas contratações para outras “madrugadas esportivas globais” etc e corrida que é bom, nada.

      Se foi para mostrar como trabalham, o que menos vi foi trabalho com F1. Nem para dar um close-up naqueles monitores e mostrar o tipo de informação qual eles trabalham isto fizeram; não era para mostrar os bastidores?
      Trazem dois pilotos convidados. Foram muito mal aproveitados.
      O Raul estava AWAY (ACORDA, RAUL!). E ainda tem que o cara vem para tocar “eletrônica” e o Galvão fica pedindo “Queen” – muito drag.
      Solta a música, prende a música – ninguém entende (curte a música), e só faz raiva; coisa de programa de TV mesmo… daqueles de orçamento gigante, porém mal produzidos (parece um bingo).

      Ao menos o Marcello Antony estava por dentro da “treta” do Alonso e que, se não fosse pela Bia Figueiredo, o assunto também teria passado vazio.

      Me digam se é este o tipo de programação para a F1 que o “amante do esporte” quer assistir? Falar do esporte, dar detalhes de bastidores, da corrida, números, e comentar performance, ou seja, o que é bom, nada!

      Na próxima, levem a Bia, o Piquet (só em sonho), e que estejam livres para comentar (outro sonho).

    • O cara que acorda de madrugada quer ver carro, corrida, quer saber das novidades, quer saber de tudo (principalmente os que não acompanham por outras mídias e nem soube nada da pré-temporada e como foi a qualificação – aquela que hoje em dia só passa os 25 minutos finais, a terceira etapa)

      Ao invés de fazer uma série de reportagens explicando sobre a motorização e regulamentos deste ano (mudanças nos carros), e mostrando de perto como é um carro de Fórmula 1 (perderam a chance de mostrar uma Sauber “em corte” e explicar tudo que tem por dentro!).
      Sim, mostraram um “ventilador gigante”. Mas garanto que o povo ficaria muito mais interessado em entender do carro do que destes “pormenores” (gigantes pormenores). Tem gente que nem sabe como funciona um turbo, e tão pouco sabe algo sobre as “unidades de força”, como funcionam realmente (só sabem que tem!).

      Depois reclamam que o povo não gosta mais de corrida. Ao invés de gerar interesse de quem está assistindo, resolvem fazer uma “festinha em casa”, chama uns amigos que o patrão pediu para ficar em evidência, anuncia novas contratações para outras “madrugadas esportivas globais” etc e corrida que é bom, nada.

      Se foi para mostrar como trabalham, o que menos vi foi trabalho com F1. Nem para dar um close-up naqueles monitores e mostrar o tipo de informação qual eles trabalham isto fizeram; não era para mostrar os bastidores?
      Trazem dois pilotos convidados. Foram muito mal aproveitados.
      O Raul estava AWAY (ACORDA, RAUL!). E ainda tem que o cara vem para tocar “eletrônica” e o Galvão fica pedindo “Queen” – muito drag.
      Solta a música, prende a música – ninguém entende (curte a música), e só faz raiva; coisa de programa de TV mesmo… daqueles de orçamento gigante, porém mal produzidos (parece um bingo).

      Ao menos o Marcello Antony estava por dentro da “treta” do Alonso e que, se não fosse pela Bia Figueiredo, o assunto também teria passado vazio.

      Me digam se é este o tipo de programação para a F1 que o “amante do esporte” quer assistir? Falar do esporte, dar detalhes de bastidores, da corrida, números, e comentar performance, ou seja, o que é bom, nada!

      Na próxima, levem a Bia, o Piquet (só em sonho), e que estejam livres para comentar (outro sonho).
      Queremos assistir corrida, “entender” a corrida, estas coisas. Não queremos assistir festas do BBB, ou nada estilo “comichão” da copa, que é a maior bola fora!
      Depois reclamam que não dá audiência. Deste jeito, espantam os poucos que chegam (só ficam os aficionados que não possuem opção de “outra tela” – só resta-lhes assistir na Globo).

      #CHATEADO
      #AGUARDANDORESUMODOFG

    • Quem ri do ultimo ri melhor ????!!!
      KKK
      A sorte de Fernandinho eh como a do Thiago Silva na copa, nao estava la no 7×1. E naquele dia Neymar foi……. preservado !!!
      Sports are. Deve ser foda ser um looser bacana.

  • Isso é irrelevante. Nos anos 80 também houve um retrocesso de velocidade quando eliminaram o efeito-solo. A gente não percebe. É coisa de cronômetro. Não é esse o problema da F1 2015.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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