TagLufthansa

BUS STOP

B

RIO (zerado) – O Adriano Andreoli mandou as fotos e a mensagem: “Nestes tempos de confinamento, que limpamos até dentro de baús, reencontrei esse modelo da Matchbox. É um Airport Coach da Lufthansa da coleção Matchbox 1977, made in England!!! Está em ótima forma para um ônibus de 43 anos e você escolhe se é “Nas Asas”, “Bus Stop” ou “Miniaturas”, ou...

NAS ASAS

N

RIO (fantástico) – Já tem alguns dias a notícia, mas nunca é tarde. O governo alemão vai levar para o país um 737-200 que estava num “cemitério” do aeroporto de Fortaleza desde 2009. Ele pertence à TAF Linhas Aéreas, empresa inativa há alguns anos, comprado de uma companhia malaia em 2002. Motivo: este avião, que pertenceu à Lufthansa, foi sequestrado em 1977 num dos casos mais...

BUS STOP

B

SÃO PAULO (ah, um desses…) – Das fotos mais lindas já publicadas neste blog. O Lucas Giugno mandou, com a seguinte mensagem:
Acompanho teu blog há anos, e só agora envio alguma coisa para contribuir (antes tarde do que nunca). Acho que a foto é digna de ser compartilhada com os demais. Foi postada na página da Lufthansa no Facebook.
Demorou, Lucas, mas caprichou!

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (senhores passageiros, que preciosidade!) – Gente do céu, vejam a foto que me mandou o blogueiro Luiz Rocco, com a mensagem: Segue uma foto feita em frente da tradicional fábrica de carrocerias João Pillon, no bairro do Pari. Além de carrocerias e baús para caminhonetes e caminhões, eles também faziam pinturas em veículos comerciais como esse. Acho que deve ser em torno de 1964...

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (feriado por aqui) – O Constellation da Panair… Existe pássaro mais belo? Pois alegrem-se, nostálgicos. O Dyonysyo Pavarotty avisa que a Lufthansa vai restaurar um, com instrumentos modernos e seguros, e colocar para voar até 2010. Grande idéia.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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