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O SAAB DO JAY LENO

O

RIO (saudade do meu!) – Eu sabia que a garagem de Jay Leno haveria de ter algo em comum com a minha. Um SAAB! O dele é um 1958, modelo 93. O meu é um 1965, Monte Carlo. Que ele cita, inclusive, no final do vídeo. E o adesivo na janelinha traseira também tem no me azulzinho! O que irrita nos carros desse cara é que eles são impecáveis demais. Mas sempre que assisto aos seus vídeos, tenho...

ONE COMMENT

O

Colocaram cores nesta foto originalmente P&B, feita em Estocolmo durante a Copa de 1958 e ela ficou muito bonitinha. Zito e Pelé, para quem não identificou. O carrinho que pintaram de verde é um lindo SAAB. Já tinha postado esta foto aqui em 2017. Vale o repeteco, em technicolor.

DICA DO DIA (REPETIDA)

D

SÃO PAULO (seria legal fazer o mesmo em São Paulo) – Às vezes me esqueço do que eu mesmo indiquei, mas os leitores me lembram. Como o David Felipe, que mandou o link. Pela segunda vez, então, a dica é este site de fotos de carros clássicos estacionados nas ruas de San Francisco. No estado, como se diz — em condições de uso, guerreiros do asfalto. Adoro a qualidade das fotos, que...

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (vou perder horas) – O Eugenio Chiti, no Facebook, conta que já morou em San Francisco e que, lá, clássicos fazem parte da paisagem cotidiana. Adoro cidades assim. Lembro de perceber algo parecido em Melbourne. Aí, indica esta página de carrinhos antigos fotografados nas ruas de “Frisco”. Um mais lindo que o outro. Clicando no escolhido, várias fotos de excelente...

RIP, SAAB

R

SÃO PAULO (que fiquem as memórias, melhor assim) – Roberto Mota mandou o link. A SAAB acabou de vez. Os chineses que compraram a montadora sueca, ou o que restou dela depois que a GM a estragou, não poderão usar o nome nunca mais. Oficialmente, a SAAB morreu.
Choro uma lágrima pelo meu 96. Amanhã ficaremos juntos para lembrar os bons tempos.

FOTO DO DIA

F

O amigo lusitano João Correia mandou nos comentários, replico. O SAAB Sonett que foi de Eusébio, maior jogador português de todos os tempos, sobrevive e está com um colecionador. Linda história.

CARLSSON

C

SÃO PAULO – Fiquei sabendo agora pelo “FlatOut” e estou arrasado. Um dos meus dois ídolos no automobilismo morreu ontem, aos 86 anos. Não sei onde. Procurei essa informação em tudo que é lugar, mas ninguém sabe onde Carlsson morreu. Talvez porque tenha sido no mundo, apenas. Morreu na Terra Erik Carlsson, o maior piloto de rali de todos os tempos. O homem que levou a SAAB a...

SÓ SAAB

S

SÃO PAULO (muita coisa pra resolver) – Começando o dia meio tarde, mas vamos em frente. Meu brother-em-armas Roberto Fróes mandou o vídeo exaltando os SAAB dois tempos, multicampeões de rali (Mônaco e País de Gales nunca mais foram os mesmos depois que Carlsson e seus asseclas passaram por lá).
Imagens lindíssimas, som mais ainda.
Two stroke rules.

SAAB DA MAMÃE

S

SÃO PAULO (lindo, isso) – O blogueiro Alcides mandou o vídeo. O rapaz lembrava que sua mãe, quando ele era pequeno, era doida por determonado modelo SAAB cor de cobre. Um dia ele comprou o carro. A alegria dela é uma coisa de chorar. Como é legal quando alguém é apaixonado por um carro, seja ele qual for… Digam vocês: qual o carro com que seu pai ou sua mãe sonhavam? E você, quando...

JOIA RARA

J

SÃO PAULO (de sonho) – O SAAB Sonett é uma das coisas mais lindas que o ser humano já foi capaz de produzir. Este está nos EUA. Era do pai do rapaz, comprado novo em 1967. Foi restaurado em 2004. O motorzinho dois tempos, três cilindros, emite música para os ouvidos mais sofisiticados. Vídeo do “Petroliceous” indicado pelo Paulo Sousa.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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