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DÁ UMA TRISTEZA…

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RIO (feriado onde?) – O Rafael Rego mandou o vídeo acima, que uns caras fizeram na antiga fábrica da Caterham, em Leafield. Está abandonada desde que o time quebrou, no final de 2014. Cara, dá uma tristeza… A Caterham, vocês devem se lembrar, nasceu como Lotus em 2010 na era da invasão das nanicas estimuladas por Max Mosley — junto dela vieram a Hispania (depois HRT) e Virgin...

NO TELHADO

N

SÃO PAULO (será que chega?) – A crise é brava na Hispania. Um funcionário não identificado disse que cinco engenheiros foram dispensados e que a história dos amortecedores retidos na alfândega, que impediram o único dia de testes em Barcelona, era cascata federal. Me disseram que o carro não andou porque a Cosworth não deixou. Falta de pagamento. O time está a caminho da Austrália. Não sei...

Cara de um, focinho do outro

C

SÃO PAULO (nem tudo se copia, se reaproveita, mesmo) – O Paulo Peralta, dono do Bandeira Quadriculada, bastião da história do automobilismo brasileiro, se deu ao trabalho de achar fotos do Arrows A23, que foi repintado para virar SA05. Como se vê, a Super Aguri reciclou bem o carrinho. Quase nada foi para o lixo. Em resumo: é um carro de 2002. A equipe prometia um carro próprio para Imola...

Não temos vagas

N

SÃO PAULO (antes de seguir para o aeroporto) – O blogueiro João Felipe, de Taubaté (SP), conta uma história interessante. Algumas semanas atrás publiquei aqui o endereço da Super Aguri na internet. Em tese, eles estavam recrutando gente para trabalhar. E nosso amigo, que trabalha com informática mas sonha entrar no mundo do automobilismo, vestiu a cara-de-pau e mandou o currículo. E não é...

Discutam à vontade – III

D

Finalmente as dez equipes aceitaram a inscrição da Super Aguri. Que, por sinal, já tem até logotipia definida. Ótimo, 22 carros no grid, finalmente. Por mim, poderiam ser 26, como nos bons tempos da pré-classificação. Sato e outro japonês ao volante, patrocínio da Honda, temporada iniciada com os modelos da Arrows de 2002. O que será desse time? Não sei, mas melhor com ele do que sem ele. 20...

Mande seu currículo

M

Não para mim, por favor. Mas se quiser trabalhar numa equipezinha novata, cheia de amor para dar, boa sorte: . Pelo jeito estão precisando de gente para limpar o capacete do Sato, essas coisas. Se o local de trabalho for mesmo a fábrica antiga da Arrows, em Leafield, prepare-se. O que de mais emocionante há na região é ver carneirinhos e ovelhinhas comendo grama. O charme de Leafield é uma...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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