Arquivoterça-feira, 7 de outubro de 2008

UMA HONRA

U

SÃO PAULO (sem palavras) – Bem, macacada, acho que isso preciso dividir com vocês… Recebi o e-mail abaixo do nosso herói Paulo Trevisan, guardião da história do automobilismo brasileiro. Vai na íntegra, e gostaria de ouvir a blogaiada sobre a possibilidade. “Flavio, Vamos deixar que o DKW #96 fique exposto aqui no Museu do Automobilismo Brasileiro em Passo Fundo? Estou...

QUEM AVISA…

Q

SÃO PAULO (pfff) – Então… Diz que o Palmeiras, na semana do GP do Brasil, vai jogar com essa camisa aí. Contra o Goiás, dia 29 de outubro, e contra o Santos, dia 2 de novembro.
Massa e Raikkonen vão quebrar em Interlagos, olha que tô avisando!
Depois não reclamem.

AS DIFERENÇAS

A

SÃO PAULO (sempre há) – Recebo muitos e-mails, aqui e na TV, de gente perguntando quais as diferenças entre as motos da Superbike e da MotoGP. Porque, vendo de fora, parecem a mesma coisa. Basicamente, a Superbike usa motos de série, chassis feitos para motos de rua, com toda preparação para correr, claro. Na MotoGP, pode-se dizer que as magrelas são protótipos de corrida, o topo da...

PIQUET E A HONDA

P

SÃO PAULO (não demora muito) – O que é o destino… São muito fortes os indícios de que se Nelsinho Piquet deixar a Renault, o que parece bastante provável, a Honda poderá ser seu destino. Não porque os japoneses adoraram seu desempenho no ano de estréia, mas porque um dos parceiros da equipe em 2009 será brasileiro, a Petrobras. Que pode dar um empurrãozinho. E, nesse empurrão, quem...

SAI MONTREAL, ENTRA ABU DHABI

S

SÃO PAULO (não aguento esse silêncio) – Havia alguns anos que o GP do Canadá andava no fio da navalha. É uma corrida cara, que costuma dar prejuízo aos organizadores. Pelo menos é o que eles diziam ano após ano. Pois não dirão mais. Hoje a FIA divulgou o calendário da F-1 para o ano que vem sem Montreal. E pela primeira vez desde a criação da categoria, não haverá uma corrida na América do...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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