Arquivosábado, 20 de dezembro de 2008

DÁ UMA VONTADE…

D

SÃO PAULO (tira o escorpião do bolso!) – Vejam que belezinha encontrei no eBay americano: um Audi 100 LS, 1976, por módicos, muito módicos, 2.600 dólares. Importar é um pouquinho complicado, mas um carro de valor baixo como esse vale muito a pena. Reparem, nas fotos, no painel: é um Passat caprichado…

O carro está na Califórnia. Como temos alguns loucos por aqui, quem sabe alguém não manda embrulhar para o Natal?

BICO DE PENA

B

SÃO PAULO (bom, sei lá) – Carros pintados à pretensão de obras de arte não são uma novidade. Mas esse aí ficou diferente. Quem mandou a dica foi o Rodolfo Costea. Trata-se de um Lamborghini Alguma-Coisa (não sei se Galhado ou Morciféretro) que alguém nos EUA resolveu pintar com uma certa canetinha de escrita permanente, daquelas que pegam firme até em vidro. Tem mais fotos aqui. Eu acho que não andaria com um treco desses na rua. Mas é melhor que aqueles pintados pelo Romero Britto, pelo menos.

ELE MERECE

E

SÃO PAULO (antes tarde) – Com algum atraso, palmas para o Reginaldo Leme, também colunista do Grande Prêmio, que levou o prêmio de melhor comentarista de TV do ano pela ACEESP, Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Eu não ganhei nada! Mas a ESPN Brasil levou um monte de troféus, o que me enche de orgulho — afinal, somos um time…

Legal, no caso do Reginaldo, que ele é o único premiado sem ligação nenhuma com futebol. E, neste ano, a votação foi popular. Muito bacana mesmo.

NA TELINHA

N

SÃO PAULO (para recordar) – Está no ar na TViG uma retrospectiva do esporte em 2008. O blogueiro aqui aparece falando algumas cascatas de F-1. Curioso que isso foi gravado dias antes de a Honda anunciar que estava fora do Mundial. O tom era totalmente otimista quanto a 2009. Hoje, acho que faria um pouco diferente…

DERRETENDO

D

SÃO PAULO (é de chorar) – A coisa está feia mesmo. A GM, em estado pré-falimentar, vai mandar a leilão 252 carros de seu acervo de históricos e veículos conceituais, tudo propriedade do museu da montadora, para arranjar algum dinheirinho para, sei lá, pagar a conta da lavanderia. A lista, que você encontra no link acima, inclui esse Pontiac GTO 1969 que ficaria bem na garagem de qualquer cristão, muçulmano ou seguidor de Zaratustra.

Ao mesmo tempo, os organizadores do GP de Detroit de F-Indy cancelaram a corrida.

Onde isso vai parar?

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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