Arquivodomingo, 18 de outubro de 2009

1 CHOPPS, ÚLTIMO PASTEL

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SÃO PAULO (that’s it) – Eu tenho anotados todos os GPs que cobri “in loco”, como se diz, desde 1988. Fui atualizar a lista e esse aqui foi o 225º. Ducentésimo vigésimo quinto. É bastante. Mais do que a maioria dos pilotos. Bela porcaria. É só um trabalho. Que me custou nesses anos todos intermináveis horas em aeroportos e aviões e hotéis. Não foi o melhor dos GPs do Brasil...

1 CHOPPS, 26 PASTEL

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SÃO PAULO (estou atrasado!) – Barrichello não venceria a corrida nas condições de hoje. Para ganhar, teria de contar com chuva ou confusões dos outros. Com tempo firme e carro mais leve que Webber, precisaria contar com uma má largada do australiano, o que não aconteceu. Foi uma prova de leitura muito simples. Webber não podia deixar Barrichello escapar, para aproveitar as cinco voltas que...

1 CHOPPS, 25 PASTEL

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SÃO PAULO (boas mãos) – Uma vez, cobrindo um GP da Espanha, a gente foi jantar num restaurante em Granollers. É uma microcidade-dormitório (OK, nem tão micro assim) do lado de Montmeló, onde fica o circuito de Barcelona. Explicando: o circuito de Barcelona, que a gente chama de Barcelona, fica na cidade de Montmeló, na perifa de Barça, mas a gente diz Barcelona porque é mais bonito...

1 CHOPPS, 24 PASTEL

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SÃO PAULO (virão outros?) – Este é o 22º GP do Brasil seguido em que trabalho. Além de ser uma evidência de que estou em fim de vida e carreira, é uma longa história de observações, desde os tempos de Jacarepaguá e das primeiras quando da volta da F-1 a São Paulo. Foram anos de Senna e Piquet, Prost e Mansell, muito Schumacher, overdose de Barrichello. Interlagos mudou alguma coisa desde...

1 CHOPPS, 23 PASTEL

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SÃO PAULO (cada uma…) – E adentra a sala de imprensa o filósofo, jornalista, escritor e cineasta Raul Moreira, cidadão que a Bahia forneceu ao mundo, portando a máscara abaixo. Está sendo distribuída nas cercanias do autódromo. Parece que alguma empresa aproveitou o, digamos, ensejo.
Eu cobraria direitos.

1 CHOPPS, 22 PASTEL

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SÃO PAULO (impossível) – Quando acordei, chovia. Quando saí do banho, estava sol. Aqui em Interlagos, o sol aparece entre nuvens. Meteorologistas dos quatro cantos do mundo dizem que a corrida começa com pista seca, mas que pode chover no fim. Eu não tenho a menor ideia. Fosse um sabadão de Classic Cup, do jeito que está agora, me prepararia para correr no seco total. Mas o horário é...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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