Arquivosegunda-feira, 19 de outubro de 2009

EM DEFESA DE BARRICHELLO

E

SÃO PAULO (e chega) – De todas as pessoas que encontrei hoje, ouvi: “Esse Rubinho é um cagado, mesmo”, “Puta azar deu o Rubinho”, “Esse Rubinho é muito ruim”, “O cara é muito azarado, tinha de furar um pneu?”, “Esse cara é muito ruim, não vai ser campeão nunca”, “Quando a gente mais espera dele, faz isso”. E algumas...

GELADA

G

SÃO PAULO (com colarinho, sempre) – A Itaipava gostou tanto de patrocinar a Brawn, o retorno foi tão grande, que a Cervejaria Petrópolis está firmemente disposta a seguir na F-1. Com Barrichello, para onde ele for. Há informações de que um emissário (talvez mais do que isso) da cervejaria já está a caminho da Europa para negociar valores. Mais especificamente, Inglaterra. Sendo mais...

ESQUISITO

E

SÃO PAULO (do começo ao fim) – Já está no ar na TViG um breve comentário deste que vos bloga sobre as esquisitices do Mundial de 2009: uma equipe estreante que nem sabia se ia correr leva o título de Construtores, um piloto que disputou meia temporada e cozinhou o galo na segunda metade é campeão, Ferrari e McLaren numa draga só e tudo mais. O vídeo está aqui.

A FOTO

A

SÃO PAULO (sumiu) – Fiz um monte de fotos em Interlagos, e como sempre quase todas ruins. Agora, quando estava apagando tudo, limpando o HD, como se diz, achei essa aqui, da sexta-feira. Dessa eu gostei. Fica como símbolo do fim da cobertura do GP do Brasil.

CARS & GIRLS

C

SÃO PAULO (boa viagem) – Ouvi dizer que Gerd está deixando Munique hoje rumo a não sei onde. E que já está aberto o processo seletivo para o comitê de boas-vindas. As primeiras inscrições estão chegando, mas manterei secreta a identidade de todas as candidatas.

INTERLAGOS, 1951

I

SÃO PAULO (e o pó?) – Mais uma do acervo da TV Tupi que está no VocêTubo, numa indicação do Comendador Ceregatti Nuvolari. Quem achou primeiro foi o incansável Paulo Peralta, do “Bandeira Quadriculada”, que conta lá que prova é essa (“Prêmio Governador Lucas Nogueira Garcez” em 13 de maio de 1951, vencido por Chico Landi) e dá mais detalhes. Legal que é possível...

OS RIQUINHOS

O

SÃO PAULO (vergonha é isso) – Ontem, depois da corrida. Dando entrevista à BBC, Hamilton foi atingido, segundo a emissora, por amendoins e restos de comida atirados do Paddock Club.
Um belo exemplo da nossa gente não muito bronzeada que paga ingressos bem caros ou, na maioria das vezes, recebe convites de empresas para ver uma corrida de F-1.
Cretinos inomináveis.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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