GELADA

G

SÃO PAULO (com colarinho, sempre) – A Itaipava gostou tanto de patrocinar a Brawn, o retorno foi tão grande, que a Cervejaria Petrópolis está firmemente disposta a seguir na F-1. Com Barrichello, para onde ele for. Há informações de que um emissário (talvez mais do que isso) da cervejaria já está a caminho da Europa para negociar valores. Mais especificamente, Inglaterra. Sendo mais preciso, Grove.

Por enquanto, é tudo que eu tenho. Quem contou foi um pássaro do oeste do Paraná. Que quando pia, acerta.

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79 Comentários

  • O Rubinho só foi (é) cagado quando inventou de implicar com o fato de que a Ferrari dava prioridade ao Schumacher na equipe. É como se, na Copa de 58, o reserva do Pelé quisesse que o treinador da Seleção o puzesse no lugar do Rei! Quem faria isso? Se ele tivesse a atitude que teve o Berger em relação ao Senna, reconhecendo a superioridade do companheiro de equipe, ´teria sido muito mais digno. No mais, ele é bum bom piloto, mas nenhum gênio…
    Quanto ao GP Brasil, nem o Senna resistiu à pressão da Globo, do “já ganhou”. Lembram em 1994, quando tudo estava preparado para a vitória “certa” do brasileiro? Discursos, foguetes, churrasco após a a prova… E no final, o Senna rodou, e quem ganhou foi o Schumacher…

  • Sinceramente, não sei se a Williams fará um carro melhor do que o da Brawn em 2010.
    E quanto a Itaipava, muito bom esse patrocínio, só espero, que a empresa não diminua o patrocínio nas categorias nacionais.

  • a campanha contra o barrichelo é uma vergoha, braileiros
    secando o piloto brasileiro.
    formula 1 vejo sem o som porque galvão bueno é um porre
    sem educação metido a enteder de tudo é um merda narrando. torce para piloto bater para o rubinho ganhar posição o mesmo não precisa disto tem talento.mas com
    tanta torcendo contra. as coisas não dam certa para o rubinho.
    força rubinho vc, nerece o carinho dos brasileiros.

  • – galvão não é passáro, mas ” avoa” , como morcego vampiro .
    – bem feito pra Brahma, que só anuncia a merda de futebol, a Ita descobriu um nincho de maior poder aquisitivo, e foi nele.
    – semi off-topic ” na folha de domingo foi publicado que o ministério dos esportes aprovou um projeto de lei ruarnet para patrocinar a f-3 sulamericana , principalemnte com promoção. é sério ?

  • Sei que a Williams, na próxima temporada, não deverá ser melhor do que foi neste ano. É uma equipe guerreira, tradicional e com nome forte, mas infelizmente, não tem todos os recursos de uma RBR por exemplo. Então macacada, não se iludam pensando que Barrichello estará melhor lá do que esteve na Brawn.
    Agora. Eu, no lugar do Barrichello, estaria orgulhoso de pilotar para o Frank. Talvez porque eu goste da equipe. Talvez porque eu simplesmente simpatize muito com a Cosworth. Não sei.
    Mas fico feliz por ele e espero que ele também esteja.

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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