Arquivosexta-feira, 3 de setembro de 2010

ONE COMMENT

O

Seja lá quem for o diretor desse simpático comercial dos Correios, inspirou-se no personagem de Elijah Wood em “Uma Vida Iluminada”, um dos melhores filmes que vi na vida. Um de seus personagens principais é um Trabant. Acho que já falei dessa fita aqui. A música e a fotografia são excepcionais. Quem não viu, procure nas locadoras. É demais.

AIRTON SENA DA SILVA

A

SÃO PAULO (confere?) – O Dú Cardim mergulhou em suas revistas antigas e descobriu numa edição de agosto de 1978 da “Quatro Rodas” uma matéria sobre o Brasileiro de Kart em Tarumã. O texto diz que o grande destaque do campeonato foi o paulista “Airton Sena da Silva”. A legenda da foto diz que é ele. Eu, sinceramente, não me lembro de ver Senna (ou Sena…) com esse capacete. Será que colocaram a foto errada? Ou era ele mesmo?

Mais uma curiosidade neste ano do cinquentenário de Ayrton.

NA PAREDE

N

SÃO PAULO (lá tinha) – Enquanto tentamos descobrir o que acontece no vigoroso automobilismo paraense do vice-presidente da CBA preso em Belém, tentemos descobrir também o que aconteceu nesta corrida em Fortaleza em 1964. A flâmula foi encontrada pelo blogueiro Dennis O. numa feirinha de antiguidades.

E onde seria o Pici? Que pista era essa? Quem correu? Com quais carros? Cearenses, manifestem-se!

EM BOAS MÃOS

E

SÃO PAULO (quadrilha) – Antonio dos Santos Neto, vice-presidente da CBA e ex-presidente da Federação Paraense (!) de Automobilismo, foi preso por fraudes em licitações. Um criminoso. A CBA nada comentou sobre o assunto.

Realmente, o automobilismo brasileiro está em excelentes mãos.

A propósito, alguém aí do Pará pode contar para a gente do que se corre no Estado?

NO TELHADO?

N

SÃO PAULO (não vai dar tempo) – A FIA está desconfiada de que o circuito sul-coreano que deverá receber a F-1 em outubro não vai ficar pronto. O prazo é dia 21, quando será feita uma vistoria final. Caso não fique, qual circuito você gostaria de ver como substituto?

Eu voto em Portimão, no Algarve. Que, se entrar, não sai mais. Aliás, seria ótimo se essa pista da Coreia do Sul fosse limada do calendário. Estou meio de saco cheio dessas corridas em países que nem sabem o que é F-1.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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