Arquivosexta-feira, 16 de março de 2012

ANGRY KOVA

A

SÃO PAULO (não é mole não) – Viram o capacete do Kovalainen? Faz referência ao joguinho Angry Birds que, ao que parece, é uma febre mundial em tablets, smartphones, PCs, macs, blackberries, iPhones, iPods, iTouches, iFuckers, ataris, telejogos, samsungs, androids, safaris e o diabo a quatro. Eu nunca joguei e não tenho a mais remota ideia do que é preciso fazer nesse treco. Se tem uma coisa...

AJUDA DOS UNIVERSITÁRIOS

A

SÃO PAULO (puxem pela memória) – O Roberto Seixas, da SPTuris, gosta de arrumar sarna pra se coçar. Ex-administrador do autódromo de Interlagos, o melhor dos últimos anos, diga-se, está agora revolvendo o passado do Anhembi para levantar um histórico de eventos no local que, hoje, recebe de desfile de escola de samba a F-Indy, de feira de sapatos a exposição de carros antigos. Ele precisa...

MEU PÉ DIREITO

M

SÃO PAULO (chuta que é macumba) – Tem um negócio em corrida que nem todo mundo sabe. Na maioria dos carros hoje, mesmo nos de Turismo, o pedal de embreagem foi praticamente extinto com a adoção de câmbios de engate eletrônico que usam borboletas atrás do volante ou alavancas para troca sequencial. Isso fez com que muitos pilotos passassem a frear com o pé esquerdo, como faziam no kart. Na F...

DOWN UNDER (1)

D

SÃO PAULO (que inferno…) – Os melhores tempos da sexta-feira em Melbourne foram da McLaren no primeiro treino, que começou lá às 12h30 locais e aqui, às 22h30 de ontem. Aí caiu uma aguinha e a segunda sessão teve pista molhada a maior parte do tempo. Assim, é difícil deduzir muita coisa. Button e Hamilton fizeram dobradinha na primeira hora e meia. Na segunda bateria, Schumacher...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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