Arquivoterça-feira, 20 de março de 2012

DATSUN LIVES

D

SÃO PAULO (grande nome) – Informa o espevitado Boris Feldman que a Nissan vai mesmo ressuscitar a marca Datsun, que pertence a ela desde 1932 e “saiu do ar” há mais de 30 anos. Bem legal. Para ilustrar a nota, vejam esse 411, que ninguém me convence que não foi inspirado no Fissore. Tem algumas fotos em que dá até para confundir, dependendo do ângulo.

MOTOLAND

M

SÃO PAULO (é umas…) – Meu brother Diego Inzaurraga, o mais brasileiro dos uruguaios, mandou um e-mail que me deixou com água na boca e certamente vai interessar aos que gostam de passeios de motos. E de motos clássicas. E de lugares lindos. Reproduzo abaixo. E os que quiserem mais detalhes podem entrar em contato direto com ele pelo e-mail [email protected] Estou trabalhando...

BUS STOP

B

Digamos que quem diagramou a adesivagem desse ônibus aí não deve ter deixado a candidata Danielle Smith, do partido canadense Wildrose, muito feliz. Deu no Blue Bus.

LADALAND

L

SÃO PAULO (já vi) – Da série “Vídeos de Lada que Todos Mandam para o Flavio Gomes”. Recebi dezenas e agradeço a todos. Como aquele do “Niva Jump” e outro que tem um Laika branco fazendo um cavalo-de-pau e se desintegrando. No mais, elogios ao motorista que foi criativo para mudar de faixa. Não dá para fazer isso com qualquer carro.

“INÚTIL”

&

SÃO PAULO (na frigideira) – A “Autosprint” já foi mais importante e influente, mas não se deve desprezar a revista quando ela começa a ficar histérica. O torcedor italiano é apaixonado e os dirigentes da Ferrari são muito sugestionáveis. Menos pelo veículo, mais pelos jornalistas que assinam seus libelos. E não há imprensa mais corneteira no mundo quando se trata de F-1. Por...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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