Arquivoterça-feira, 13 de novembro de 2012

AO VIVO

A

SÃO PAULO (falta oficializar) – Reproduzo informação do Twitter do brother Rodrigo Mattar, do sempre hiperinformado (tem hífen, isso?) A Mil por Hora: a Sportv passa treino de classificação no sábado e corrida do domingo ao vivo. Estou falando, claro, do GP dos EUA de F-1. A prova acontece às 17h, hora do futebol na Globo aberta. Ótima notícia, embora nem todo mundo tenha TV a cabo no...

PENSE RÁPIDO

P

SÃO PAULO (fui mal…) – O site brasileiro da Red Bull está com um quiz que vai premiar o vencedor com dois ingressos para o GP do Brasil de F-1. Para participar, clique aqui. Mas tem de ser rápido nas respostas. As perguntas são capciosas. Imagino quem foi que elaborou…

BUS STOP

B

SÃO PAULO (droga) – Não me perdoo por ter: 1) perdido; 2) não ter avisado vocês aqui no blog. A exposição “Viver, Ver e Rever” aconteceu no último fim de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo. O Kaio Castro, presidente do Primeiro Clube do Ônibus Antigo Brasileiro, mandou a reportagem da TV Gazeta. De encher os olhos.

“SUBARUUUUUU”

&

SÃO PAULO (teria) – Gosto muito da marca e do carro, o Impreza. Quando fiz uma etapa do Mundial de Rali em Córdoba, fiquei besta com o fanatismo dos torcedores pela Subaru. Eles apontavam ao longe e o povo começava a gritar: “Subaruuuuuuu!!!!”, e urravam à sua passagem. Gozado como algumas montadoras caem no gosto do público por causa de competições, e foi assim com os...

A VER

A

SÃO PAULO (golpe duro) – Está na coluna de Flávio Ricco, especialista em TV do UOL. Segundo ele, há a possibilidade de a Stock Car deixar de ser transmitida pela Globo no ano que vem, ficando restrita à Sportv. Não me surpreenderia. O automobilismo está definitivamente em baixa. Quanto ao GP dos EUA, domingo, ainda não há definição oficial da Globo sobre a transmissão ao vivo. A corrida...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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