Arquivoterça-feira, 14 de outubro de 2014

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (só lá) – Onde mais alguém colocaria um Tupolev TU-144 no quintal? Na Rússia, claro. Esse é o avião que os ocidentais copiaram para fazer o Concorde. O Márcio Vieira mandou. O que é mais impressionante: alguns sistemas funcionam, como dá para ver no vídeo do post. Coisa estranha…

MAIS CARTEIRINHAS…

M

SÃO PAULO (sei, sei…) – E não é que a CBA notou que tem um filão aí? A entidade vai exigir carteirinha de piloto específica para quem participar dos chamados “track days” em autódromos. As normas baixadas em setembro estão aqui, enviadas pelo blogueiro Denner. Só queria avisar que tem carro que participa de “track day” que não tem cinto, porque tem placa preta...

ESSES BLOGUEIROS…

E

SÃO PAULO (vamos fazer) – Agora é o Anderson Milhomem, publicitário de Goiânia, que botou a cachola para funcionar e elaborou não só o distintivo do MCAFD como, também, uma camisa! Seguinte… Primeiro, quero agradecer o Alexandre Giesbrecht, que hoje pela manhã me mandou uma versão do escudo do museu que ficou lindo. Depois, vamos adotar oficialmente este que o Milhomem enviou, por ser...

SCHUMACHER E A GOPRO

S

SÃO PAULO (devagar, bem devagar) – Tem bem uns três meses que ouvi falar pela primeira vez da possibilidade de as lesões de Schumacher em seu acidente de esqui terem sido provocadas por uma GoPro instalada em seu capacete. Quando essa pessoa, importante, tocou no assunto, havia testemunhas, inclusive. Éramos seis na sala, três homens e três mulheres. Não escrevi nada sobre isso por razões...

CAIU DO CÉU

C

SÃO PAULO (que belo cabo eleitoral) – Quando a Red Bull anunciou que Max Verstappen seria titular da Toro Rosso em 2015 ao lado de Daniil Kvyat, Jean-Éric Vergne perdeu o sono, ficou deprimido, arrasado, pensou até em suicídio. “O que eu fiz de mal?”, se perguntou o francês, preterido em nome de dois adolescentes. Pois caiu do céu a decisão de Vettel de deixar a matriz para...

BORRACHA ERRADA

B

SÃO PAULO (olha lá, olha lá) – Claro que a Pirelli tem informações sobre o tipo de asfalto que está sendo usado para recapear Interlagos. Mas escolher pneus médios e duros para o GP do Brasil parece ser, mesmo, um equívoco. Como apontou Massa, aliás. Dizendo que pode ser até perigoso, pela falta de aderência desses pneus. Para o brasileiro, até macios e supermacios seriam adequados. A opção...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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