Arquivoterça-feira, 12 de maio de 2015

TEMPLO, 75

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SÃO PAULO (importantíssimo) – É pena que no seu aniversário de 75 anos Interlagos esteja fechado. Quem me lembrou da data foi o Mr. Efeméride Fernando Mello. O autódromo foi inaugurado em 12 de maio de 1940 (veja o vídeo acima, que espetáculo). Originalmente, os planos do engenheiro britânico Louis Romero Sanson eram mais ambiciosos do que fazer uma pista de corrida. Ele queria fazer um...

THE NAME IS RATO!

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SÃO PAULO (muito legal isso) – Os caras que fizeram aquele filme “1”, que ainda não vi, estão preparando um documentário sobre Emerson Fittipaldi. “The Name is Fittipaldi” (trechinho da abertura deste clássico no vídeo abaixo, quem não viu precisa ver; acho que tem como comprar na internet) está precisando de grana, e tem vaquinha virtual na parada. Vou contribuir...

TESTEZZZZZZ, TERÇA

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SÃO PAULO (nem precisa de gilete) – Semaninha de dois dias de testes em Barcelona. Hoje foi o primeiro. Adivinhem quem ficou na frente? Rosberguinho, claro, que deu nada menos do que 146 voltas e cravou 1min24s374 na melhor do dia. A pole dele, sábado, foi menos lenta: 1min24s681. A pista estava mais rápida, justificou o platinado. Nove equipes foram para a pista. A Manor Marussia não tem...

PRA PENSAR

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SÃO PAULO (ele não é bobo) – Muita gente olha para a Ferrari/2015 e para Alonso na McLaren e diz: o cara é um doido, saiu na hora errada, fez bobagem, nunca mais vai ser campeão. OK, pode até ser. Mas, até agora, não foi. Cravar que fez uma burrada? Não, ainda não. Alonso mencionou a diferença de Vettel para Rosberg domingo em Barcelona: mais de 40 segundos. “Não mudou nada”...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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