Arquivosexta-feira, 19 de julho de 2019

DICA DO DIA

D

RIO (lindo, lindo) – O Thiago Bosco mandou esta história encantadora, da descoberta do furgão que o Aerosmith usou na primeira turnê da banda, há meio século. A pequena e simpaticíssima van International Harverster Metro foi encontrada num matagal e o dono do terreno desconfiou que aquela pintura na lateral poderia ser algo importante. Entrou em contato com os Caçadores de Relíquias do History Channel e o resto…

Bem, o resto vocês leem (e veem, porque tem um vídeo delicioso do reencontro banda-furgão) aqui.

Nem preciso dizer como os caras ficaram emocionados. E eu junto.

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MAN ON THE MOON!

M

apollo11real (2)

RIO (eu iria) – Essa frase aí do título eu leio todos os dias, porque está num quadro na parede da minha sala que traz também a data: July 20, 1969. Já devo ter contado algum dia aqui que sou doido pelas histórias do espaço, estudei astronomia, consigo identificar meia-dúzia de constelações e posso passar horas olhando para o céu sem dizer uma palavra. Meu filho mais novo se chama Yuri por causa de Gagarin. Tenho o foguete do Tintim tatuado na perna. Minha namorada é marciana, inclusive.

Todo esse preâmbulo para indicar este site inacreditavelmente emocionante, “Apollo 11 in Real Time”, que está no ar desde o dia 16 reproduzindo a missão que levou os dois primeiros astronautas americanos à Lua 50 anos atrás — o terceiro ficou em órbita no comando do módulo de serviço que traria todos sãos e salvos para casa.

O módulo lunar Eagle pousou na Lua no dia 20 de julho de 1969, quatro dias depois do lançamento com o foguete Saturno V. No dia 24, eles desceram no Oceano Pacífico e foram resgatados pela Marinha americana. No site, é possível acompanhar a missão desde o início e escutar toda a comunicação de áudio — até agora sua autenticidade não foi colocada em dúvida por procuradores e ministros — com transcrição dos diálogos entre o centro de comando em Houston e os três heróis que conduziram o voo. Quem quiser ouvir a famosa frase de Neil Armstrong ao pisar na Lua pode correr até a hora 109:24’20”.

Nestes tempos de obscurantismo e crença na Terra plana, é um mergulho naquilo que a humanidade tem de melhor: a busca pelo conhecimento. 20 de julho de 1969 é o dia em que todos os habitantes deste planeta estiveram juntos pela primeira e única vez.

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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