Arquivosexta-feira, 1 de novembro de 2019

CHAPEIRO (1): PASSO 1

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Hamilton nos EUA: em busca do hexa RIO (fácil, fácil) – Não vou me estender muito sobre os primeiros treinos em Austin, por um motivo mui nobre: tenho de buscar minha namorada no metrô porque hoje o cardápio é… HAMBÚRGUER! Juro. Vou fazer numa pequena churrasqueira clandestina, com carvão e tudo. Mas leva tempo, tem de preparar o “blend” de carnes, fazer a maionese...

LADALAND

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“Papai comprou um carro” é o nome desse filmete, de 1984. Me mandaram pelo Facebook, mas não anotei o nome. “Merecia um Oscar”, diria Veloz HP.

LEGIÃO URBANA

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Eu queria festejar o fato de ver um Pé-de-boi no Rio, mas receio que esse carro está sendo estragado. Vive no tempo. E esse rebaixamento, putz. Bom, tem gosto pra tudo. Eu sou louco por um Pé-de-boi… Mas gosto deles de pé.

O FIM DA FORD

O

RIO (triste demais) – Não poderia deixar de registrar aqui o fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, anunciado há alguns meses e concluído anteontem. Foram mais de 50 anos de atividade no ABC. Uma tristeza sem fim. A CAOA chegou a demonstrar algum interesse nas instalações, mas o negócio está parado por falta de dinheiro. Os governos mais diretamente envolvidos —...

MCLAREN 2021

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RIO (uma hora passa) – A McLaren mandou para os jornalistas uma simulação de como ficaria seu carro de 2021 com a pintura que é utilizada hoje — o “livery”, como eles dizem em inglês, que numa tradução livre pode ser lido como “visual”. É legal para ter uma ideia um pouco mais próxima da realidade de como serão os carros, já que as imagens que a Liberty (nunca...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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