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RIO (quero também) – Apenas gostaria de informar que a GM devolveu à Lada o nome Niva. Durante anos, o Niva original que conhecemos foi fabricado simultaneamente a esse jipinho da foto pela GM, com o nome Niva e o emblema Chevrolet na grade. O “nosso” Niva, então, teve de mudar de nome para Lada 4×4 — e é assim que ele continua sendo chamado. A GM, ao fazer parceria...

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RIO (parabéns, crianças) – Foi num dia 20 de abril, há exatos 50 anos, que o primeiro Lada saiu da fábrica de Togliatti, na velha e boa União Soviética. Uma triangulação entre os governos da URSS, da Itália e a Fiat resultou na cessão dos direitos de produção do modelo 124 para a potência comunista, que precisava dar uma modernizada em seu parque industrial. A Fiat mandou maquinário...

Славься, Отечество наше свободное!

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RIO (dá tempo até de dar entrevista) – O Alessandro Reis, do UOL, considerando minha tara por carros da URSS e do Leste Europeu em geral, achou que seria interessante mostrar algumas coisinhas da minha garagem. O texto está aqui. Diverti-me com os comentários, especialmente dos bolsominions espumando e soltando seus perdigotos ao berrar que sou um comunista de iPhone. XR, eu acrescentaria...

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RIO (e chega) – Gostaria apenas de informar que a Lada comprou as operações da GM na Rússia. Vocês lembram que há alguns anos vendemos a marca Niva para os ianques tentarem sair do atoleiro. Agora ela volta para Togliatti. Espero que também volte aos nossos jipes, que temporariamente passaram a ser chamados apenas de Lada 4×4.

Niva é mais bonito.

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“Papai comprou um carro” é o nome desse filmete, de 1984. Me mandaram pelo Facebook, mas não anotei o nome. “Merecia um Oscar”, diria Veloz HP.

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RIO (muito amor) – Simpática reportagem do ano passado (na onda da Copa na URSS) que o Luis Felipe Ziriba mandou. Adorei a frase do cara do Samara: “Todo mundo da família já empurrou esse carro pelo menos uma vez”. Raiz total. É isso aí. Lada na veia!

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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