TagGP do Canadá

SEM TV

S

SÃO PAULO (mas com SporTV) – Não que surpreenda alguém, mas sempre desanima. O GP do Canadá não terá TV aberta. Aliás, pela primeira vez na história, ao que parece, não vai ter nada ao vivo na Globo num fim de semana de etapa do Mundial de F-1. Nem “flashes”. Como treino de classificação e corrida acontecem de tarde, coincidindo com outras prioridades do canal — futebol às...

PIQUET, 25

P

SÃO PAULO (também me lembro) – E o Fernando Mello, do ótimo “Efemérides do Éfemello”, lembra que também hoje, dia 2 de junho, faz 25 anos da última vitória de Piquet na F-1, no GP do Canadá de 1991. Corrida histórica, em que Mansell, um minuto à frente, já comemorava quando, no grampo de Montreal, seu carro apagou. Há várias lendas sobre essa presepada do Leão. Uma delas, de que...

NA ILHA (3)

N

RIO (que coisa!) – Cheguei só agora, no Rio as distâncias são grandes. Mas vi a corrida toda e, num primeiro momento, achei que Massa errou. Num segundo momento, também — nesta imagem do helicóptero, Pérez cai para a esquerda, mas Felipe, antes, aponta para a direita; foi um acidente esquisito. Mas parece que a FIA considerou Pérez culpado. Vão dizendo aí o que vocês acharam. Daqui a pouco...

MEIO GP

M

SÃO PAULO (sem novidades) – Como se imaginava, a Globo vai mostrar apenas a primeira hora do GP do Canadá. A corrida começa às 15h e às 16h tem seleção brasileira em campo contra a França.
Ainda estou resistindo a falar sobre seleção e arenas. Mas uma hora escrevo.

NOTAS, NOTAS!

N

SÃO PAULO (nunca esquecemos) – As coisas estão meio lentas neste blog por estes dias de Copa, mas nada fica de fora. Aqui estão as notas para os pilotos que disputaram o GP do Canadá, na avaliação da turma do Grande Prêmio. Hamilton mereceu um 10 e foi o melhor. Kobayashi levou 1,9 e foi o pior. Massa também não agradou: 3,6. Vejam lá, concordem, discordem, comentem!

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

outubro 2020
D S T Q Q S S
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031