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LEGIÃO URBANA

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RIO (verão é isso) – O Fabio Ferrera mandou a foto, e abro a exceção nesta seção porque aqui no Rio é duro ver carro antigo rodando — para quem não sabe, em “Legião…” só fotos de minha autoria são publicadas. E porque a foto é maravilhosa e essas mansões que parecem abandonadas me intrigam. A mensagem do Fabio:

Oi Flavio,
Boa tarde e obrigado por disponibilizar o contato para as fotos. Sou admirador de Mercedes-Benz antigas e de DKWs também. Tirei esta foto semana passada e me pareceu interessante por se tratar de um Puma dos primeiros em uma mansão aparentemente abandonada na avenida Niemeyer, atrás do Sheraton. Tempos de glória parecem ter sido vividos ali. Se tiver interesse em publicar fique à vontade. Fiquei curioso para saber o que aconteceu ali.

Todos nós. A casa é fantástica. O carro, idem. A maresia aí come tudo. Mas Puma é de fibra. Deve ter muita história por trás dessa foto.

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ESQUISITICES

E

Pessoal do meu grupo de vemagueiros postou a foto para falar da beleza do Belcar, mas eu queria saber mesmo o que é que estão fazendo com esse Puma erguido no braço! Vão colocar onde? Aproveitando, se alguém souber onde foi tirada a foto, agradecemos!

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BRASÍLIA + PUMA

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RIO (tem a ver) – Pausa olímpica para este incrível vídeo do glorioso Acrisio “Fanático por Antigos”. Uma Brasília Puma! Assistam para entender — inclusive o que tem a ver com o Rio. E é claro que vou procurar essa revista.

ALI E O BRASIL

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SÃO PAULO (tô cansado) – A morte de Muhammad Ali, na madrugada de sábado, deixou o mundo do esporte triste e, ao mesmo tempo, orgulhoso de tê-lo tido como um de seus representantes. Nenhum atleta, na história, fez o que Ali fez. Não estou falando de boxe, apenas. Falo do ativismo — seja ele contra o racismo, seja pela paz, ao recusar-se a defender os EUA numa guerra infame no Vietnã —, da coragem na defesa de posições, na honestidade de princípios, na dignidade como homem.

Mas não serei eu a falar de Ali. Tudo já se escreveu nos últimos dias, gente com conhecimento de causa, gente que tinha o que dizer dele. De minha parte, dou apenas uma dica: leiam “A Luta”, de Norman Mailer, e assistam a “Quando Éramos Reis”, de Leon Gast. Assim se compreende o maior boxeador de todos os tempos.

Isso à parte, no que nos toca há uma passagem curiosa na vida de Muhammad Ali relativa a carros. No fim dos anos 80, ele esteve em Curitiba e em Porto Alegre interessado em… Puma e Miúua! A história com a Puma está aqui e aqui. A visita à Miura, aqui.

No fim os negócios não saíram, mas só de saber que Ali curtia esses fora-de-série brasileiros, creio que é motivo de orgulho para quem tem esses carrinhos na garagem.

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PUMAS E MAIS PUMAS

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lospumas2SÃO PAULO (esse vale) – Raramente publico anúncios de encontros de antigos porque, como já disse, são tantos que me mandam que precisaria de um blog só para isso. Mas alguns merecem atenção especial deste escriba. E um deles é o “8º Puma Jundiaí”, neste domingo no interior de São Paulo. Reproduzo e-mail enviado pelo maior pumólogo do país, Felipe Nicoliello.

É no próximo domingo, dia 20 de setembro de 2015, um dos melhores eventos da marca Puma. Realizado pelo Puma Club do Brasil – Jundiaí-SP, em sua oitava edição ininterrupta, reúne os apaixonados por Puma para mostrar e ver os carros, mas principalmente para trocar informações e rever os amigos. Vamos prestigiar! Para os participantes de São Paulo, o ponto de encontro será no posto de combustível BR km 29 da Rodovia dos Bandeirantes, logo depois do Rodoanel. De lá o comboio saíra às 9h em direção a Jundiaí pela mesma rodovia, saindo no acesso para a Rodovia Anhanguera “Saída 47” e seguindo pela Anhanguera até a saída 55 para a Marginal Norte da Via Anhanguera. Dirija até a Av. Nove de Julho à direita e vá embora! O local fica lá na frente à sua esquerda, logo irão ver uma grande concentração de Puma.

Esse encontro reúne muitas centenas do esportivo brasileiro, de todas as fases e modelos. Quem puder, vá.

FOTO DO DIA

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Felipe Nicoliello, o homem dos Pumas, mandou. “Quem disse que o tricampeão Nelson Piquet não correu de Puma? Está ele aí, um GT 1969, em Brasília-DF. Puma 1800 que Ruyter Pacheco correu em dupla com Piquet em 1972. Interessante a localização do radiador de óleo, no teto. Uma época em que tudo estava em desenvolvimento, cada um tentava a melhor forma”, diz, na legenda. A foto foi pescada na página do Facebook do Jovino Coelho.

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LEGIÃO URBANA

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SÃO PAULO (coisa mais linda) – Quando você vê um caminhão Puma na rua, faz o quê? Para e fotografa. Depois, vai falar com o dono. Ano 1993 (talvez a última série), tirou zero. Lá do Sul, pela placa. Roberto, o dono, conta que é tudo original — chassi VW, alguns componentes mecânicos (como suspensões) Ford, motor MWM de 4 cilindros a diesel, como na época. Não conheço em detalhes, mas era isso mesmo?

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PUMA PARA TODOS

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capalivropumaSÃO PAULO (comprarei, claro) – Que grande notícia! O Felipe Nicoliello, várias vezes citado aqui, é o sujeito que mais conhece a história da Puma no universo — basta ver a riqueza de detalhes e informações de seus posts no excelente site “Puma Classic”. E, depois de muito tempo e trabalho, Felipe publica, junto com a Editora On Line, uma “revista-livro” em duas edições contando a história do esportivo nacional. Reproduzo o e-mail que Nicoliello mandou aos amigos:

Enfim, depois de muitos pedidos de amigos e leitores, a partir desta semana (final de março de 2015) já estará nas bancas o primeiro volume da edição de colecionador do Guia Histórico “Puma História Completa”, da Editora On Line, onde poderão encontrar além da história da grandiosa fábrica brasileira de automóveis, todos os detalhes de cada modelo ano após ano. Não é o ambicioso livro que eu gostaria de escrever, mas uma grande parte de meu trabalho nos últimos onze anos de Internet e 47 de paixão por Puma. Como a história ficou um pouco extensa, a editora foi obrigada a fazer em dois volumes. Este primeiro volume trata dos modelos até 1976, primeira série. No mês que vem virá o segundo volume. A edição mostra algumas imagens inéditas e detalhes para uma perfeita consulta. A editora também venderá na sua loja virtual para locais onde a edição não chega nesse imenso Brasil ou para outros países.

Sensacional, obra de referência, sem dúvida. E tomara que vire livro, mesmo. O Felipe e a Puma merecem.

PUMA RELOADED

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SÃO PAULO (então…) – Bom, tem gente séria envolvida, como nosso amigo Du Oliveira, o irmão do Décio, e nosso outro amigo Jan Balder. Mas é melhor ir devagar com o andor. A notícia rola há algum tempo e está sendo tratada como “a volta do Puma”. Não é bem isso. A Puma, fabricante de carro de rua, não vai voltar. E ninguém vai poder comprar um Puma “reloaded” na loja.

O projeto em questão leva o nome e o antigo logotipo da Puma, e nem sei se pode. Um grande amigo, o maior “pumólogo” do mundo, me disse que vai ter confusão. A ideia, na verdade, é fazer carros de corrida com o nome Puma e criar uma categoria. A ligação com os velhos Puma, ao menos na minha visão, está apenas nos traços do Du, que vive fazendo releituras de carros clássicos com um talento inesgotável — é só visitar o blog dele.

Não há grandes detalhes, como motorização e preço, mas o objetivo é colocar esses carros para andar em março do ano que vem.

Como sempre digo, a ver.

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COMPREM!

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SÃO PAULOpumafrica – Atenção Felipe Nicoliello  e pumeiros do Brasil. RafinhaDias informa que a fábrica de Pumas da África do Sul está à venda por 2 milhões de rands, o que dá mais ou menos 450  mil dilmas. Essa fábrica foi montada sob licença da Puma brasileira. Nesse preço estão incluídos moldes, peças e dez carros em diferentes estágios de montagem.

Alguém se habilita?

 

PUMAS E MAIS PUMAS

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SÃO PAULO (de doer) – Lindos, maravilhosos os Pumas reunidos em Curitiba para o encontro comemorativo dos 50 anos da marca. Foi no fim de semana retrasado, com presença maciça de colecionadores e admiradores, e pelo que pude notar, todos os modelos estiveram representados. A cobertura está no Puma Classic.

CASO SÉRIO

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SÃO PAULO (corre!) – Serão, pelo que entendi, apenas 17 unidades produzidas desta miniatura do primeiro carro brasileiro a participar de um rali na Europa. Trata-se do Puma de Jan Balder e Alfredo Maslowski que, em 1971, disputou o 5° Rally Internacional TAP, em Portugal. Dica do Felipe Nicoliello, do Puma Classic, que já deve ter comprado o seu. É Automodelli, claro.

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PUMA, 50

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SÃO PAULO (milhões de parabéns) – É neste fim de semana o 10° Encontro Nacional do Puma. Será realizado no Parque Barigui, em Curitiba, e o tema de 2014 é especialíssimo: Puma, 50 anos.

Foi em 1964 que Rino Malzoni e a Vemag construíram os primeiros GT Malzoni, que deram origem ao Puma DKW e, depois, ao Puma VW e seus sucessores.

A programação está no “Puma Classic”, do Felipe Nicoliello, o cara que mais entende de Puma no universo. Falando nisso, Felipe, aproveito para avisar que numa garagem onde ainda estão alguns carros meus apareceu um 68 branquinho que vou te dizer…

Vou bater um retrato e te mando.

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FOTO DO DIA

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Fernando Julianelli, nosso brother da Mitsubishi, mandou. Não é a cara do Ayrton Senna esse rapaz ao lado do Puma da Souza Ramos? Paulo Peralta informa que é de 1970, portanto não é Senna, que em 1970 tinha dez anos de idade. Mas fica a curiosidade.

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SÃO PAULO (montagem demorada) – Com algum atraso, eis o vídeo da minha espetacular, inesquecível, maravilhosa, empolgante e incomparável vitória na categoria GTS da Classic Cup com o Puma emprestado pelo Carlos Estites. A corrida foi no dia 15 de março. Babem, babies.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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