BRASÍLIA + PUMA

B

RIO (tem a ver) – Pausa olímpica para este incrível vídeo do glorioso Acrisio “Fanático por Antigos”. Uma Brasília Puma! Assistam para entender — inclusive o que tem a ver com o Rio. E é claro que vou procurar essa revista.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

19 Comentários

  • Eu tenho esta revista, na verdade aparece na revista mais a preparação do motor com kit puma, engraçado que tinha um funcionario da puma chamado pelo apelido de bisnaga que por sua vez tambem era meu vizinho que tinha uma brasilia branca esta sim era puma, rs, painel todo de puma,manopla de puma, volante de puma, banco de puma, escape de puma , kit carburador do puma e ainda tinha os vidros eletricos, esta sim era uma brasilia puma, como faziam muitos funcionarios da puma, meu irmão tinha um fuscão até com um ventilador que ia sair na gtb 1, painel de puma tambem , volante,escape, carburador, podem ver este fuscão laranja na foto que enviei ao puma classic com a onça que criavamos dentro da fabrica da puma na época, muito legal esta brasilia puma quem sabe ainda não monto uma um dia, abraço

  • Eu não cheguei a conhecer – sequer ouvir falar – nessas Brasilias.
    Tive uma 74, também bege alabastro, excelente carro, para sua época.
    Mas quem deve estar bem a par desse assunto é nosso amigo Newtinho Alves (Campeão carioca de FV em 67), que era muito amigo do Aloisio Lemos e do Albino Brentar, trabalhou na Lemos & Brentar muito tempo, e gostava bem – ainda gosta – dessas modificações em carros. Criou um motor DKW 4 cilindros em linha, instalado num Malzoni para correr uma prova em Brasilia. Mas o motor quebrou na BR-040, na ida para a Capital, e teve de correr com um motor original, emprestado.
    Newtinho também promoveu uma prova só para Hondas CG-125, em 1976 – época doo lançamento dessas motos no Brasil – com todas as motos iguais, preparadas e pintadas de prata na Lemos & Brentar, carenadas, sorteadas entre os pilotos, todos veteranos, convidados. Meu pai e meu tio correram. E eu estava lá, mas não corri, por ser “jovem”.

  • Eu não gosto de Brasilia, mas gosto de ver uma em estado de restauração original.
    Mesmo não sendo uma Puma, o capricho que o dono teve em manter o aspecto original, instrumentos, cores, até o kit mecânico da Puma, foi demais. É como se ele tivesse comprado uma 0km e já mandado colocar o kit e saído com ela assim da concessionária.

  • Com o comentário quê fiz cedo, fiquei só lembrando das histórias da minha branquinha.No dia em quê estava no calçadão a noite parado,chegou um Kadett conversível,um ano já do lançamento por aqui era raro e igualmente imaculado, praticamente com a mesma cor e parou na frente. Todos quê passavam olhavam o Kadett,porem paravam no Brasília para olhar pedia para abrir para ver por dentro,comentavam se o ar funcionava e sobre o som,babavam no motor com a capela cromada,o escape de Puma sem nada na conexão do silencioso tirado, e tinha só um tubinho,os pneus Pirelli P400 com a marca do fabricante pintado de branco porém só pintava Pirelli e o P4,para deixar uma certa dúvida.Aí falei para minha namorada na época; tá vendo os cara passa olha o Kadett,mas o Brasília chama mais atenção.Hoje quem esta na função e o Kadett quê com certeza barra os mais jovens.

  • Lindo carro! Impossível não sentir vontade de ter uma igual…. Parabéns ao rapaz pela excelente restauração e principalmente pelo respeito e amor com que ele fala e trata deste simpático carro.

  • Simplesmente fantástico e verdadeiro. Pode parecer papo de velho, mas os carros antigamente, com seus carburadores instáveis, seus sistemas elétricos muitas vezes pouco confiáveis, tinham alma…Hoje os carros são mais confiáveis, mas são apenas mais do mesmo. Belo exemplar de uma Brasilia-Puma!

  • Em 1975 meu pai comprou uma Brasilia amarela na ccs Sabrico da av. Antartica. Acompanhei e lembro ainda hoje da emoção que sentimos quando o funcionário responsável pela vistoria de entrega trouxe aquela maravilha e entregou as chaves. No trajeto para casa, eu e meu irmão ficamos imóveis admirando o carro, o painel com um rádio FM(acho que o nome era Blaupunkt). A primeira coisa que fizemos ao chegar em casa foi correr passar uma flanela na lataria…e aquele motor novinho com dupla carburação…na época 50% de entrada mais 36 prestações…dois fiadores…

  • Velha e boa Brasilia…. (foi o segundo carro que dirigi e fiz muita sacanagem….) uma azul caiçara 74 (AM 9633), colocamos os primeiros radiais que usei… os lindos G800 Goodyear (colméia)

  • Eu gosto e paro para ver qualquer carro,e esse é um dos imperdíveis.Principalmente pelo fato de ter tido uma também e 78,de cor branco star,com rodas cruz de malta da Scorro aro 14,mais rebaixada quê essa. E tirei a parte do painel com a ventilação interna mais o porta luvas e coloquei um ar condicionado com a caixa evaporadora é esse o nome? de Dodge.Ficou uma gambiarra legal gelava mas nem tanto,porem é um exercício de criatividade.Tirava o para choque dianteiro, o emblema VW e tinha um adesivo grande da STP do lado direito na altura da placa,e o visual ficava igual ao de carro de competição muito show.Como era bom ter carro na década de 70 e 8o agente se divertia com qualquer coisa.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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