Arquivosexta-feira, 26 de setembro de 2008

COMING SOON

C

19 октября – что вы можете запустить, автомобиль принадлежал бывший агент КГБ в Аддис-Абебе, которые служат в качестве культурного атташе в Бразилиа в семидесятые годы.

CARRO DE SERVIÇO

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SÃO PAULO (será que encontro?) – Muita gente não sabe, porque em geral esses veículos nunca ganham as ruas. Mas as fábricas de automóveis pelo mundo têm carros de serviço bem engraçados, que circulam entre galpões levando peças pra lá e pra cá. Na Volkswagen, por exemplo, já me contaram que havia uma Kombi estranhíssima. Na FNM, fizeram uma pick up de um JK.

Em Togliatti, a Lada fez essa aí do lado. O que a diferencia das demais é que pelo menos os engenheiros soviéticos se preocuparam com o design.

INTERLAGOS, 1973

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SÃO PAULO (e hidráulica, então?) – O blogueiro Takuma Sato mandou esse YouTube aí em cima. São imagens amadoras, voyeurismo puro, de Interlagos em 1973. Imagens de Super-8 que estiveram perdidas por anos em algum canto e estavam destinadas ao lixo.

Vamos ajudar a identificar as corridas, os pilotos, essa coisa toda?

NO ESCURINHO (2)

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SÃO PAULO (cada vez mais longe) – Duas notícias dadas por Bernie Ecclestone hoje em Cingapura. A primeira, sobre o GP da Índia, em Nova Déli. Será em 2011, não mais em 2010. A segunda, sobre as corridas na Ásia/Oceania. Bernie quer que todas sejam realizadas à noite.

O pessoal de Melbourne, Sepang, Fuji/Suzuka, Xangai, Bahrein e Abu Dhabi pode começar a fazer orçamento de lâmpadas.

Falando nisso, odeio lâmpadas e luminárias. Queimou uma no banheiro dos meninos, fui trocar, escapou a bagaça e não consigo prender de novo. Não existe nada mais tosco no mundo do que esses buracos no teto das construções brasileiras, cheios de fios parafusos que nunca entram no lugar certo.

Também odeio luminárias que têm reatores.

Por mim, o mundo seria iluminado por tochas.

NO ESCURINHO (1)

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SÃO PAULO (deu certo) – Não choveu, e o primeiro dia de treinos noturnos da história da F-1 transcorreu sem maiores problemas. Ficou bonito, na TV. Não tem como ficar feio: pista bem iluminada, carros coloridos, bastante gente (mas muito espaço em algumas arquibancadas, o que é normal às sextas na maioria dos circuitos), um monte de prédios futuristas com suas luzes acesas e suas fachadas espelhadas ao fundo, uma ponte, água, alguns iates, e tem-se o que as pessoas costumam chamar de “cenário deslumbrante”.

Eu não iria tão longe. OK, é legal, mas acho que é tudo um pouco mais do mesmo, um desperdício desgraçado de energia, um certo ar de coisa artificial que vem contaminando esses países asiáticos montados na grana, como a Coréia do Sul, a Malásia, Abu Dhabi, Dubai, a China e seus anexos… Tudo exagerado, riquíssimo, uma ostentação desnecessária. Depois não entendem por que o mundo está quebrado.

Bom, é fase. Fato é que essa exuberância feérica toda me enche um pouco o saco.

Do ponto de vista puramente esportivo, a pista é ruim. Tem algumas ondulações, mas nada tão grave, e se bobear, bate mesmo. Alguns trechos me pareceram bem estreitos. Aquela famosa frase “não perdoa erros” será ouvida durante o fim de semana e anexada aos comentários-padrão sobre Marina Bay até o fim dos tempos.

Hamilton foi o mais rápido do dia, fazendo o tempo no treino “da manhã”, o primeiro. Alonso ficou na frente na segunda sessão. A Ferrari ficou ciscando bem perto por ali, mais com Massa do que com Raikkonen.

Os tempos de volta são altos, acima de 1min40s, e é bem provável que essa prova estoure as duas horas, se houver safety-car, o que também é bem provável.

Daqui a pouco eu volto.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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