Arquivosegunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O ACHADO DO SÉCULO

O

SÃO PAULO (encerrando por hoje) – O Aluizio Lemos, que tende a se tornar nosso setorista de Fuscas, Kombis & Similares, conta que o universo dos VW a ar está em polvorosa desde que, em 2008, foi encontrado na Lituânia um dos Fuscas mais antigos de que se tem conhecimento: um modelo pré-produção, feito em 1938. Talvez seja mesmo o mais antigo sobrevivente da família, quase um eco do Big...

NA AGENDA

N

SÃO PAULO (acho que vou) – Anotem aí: domingo, dia 23, reunião de milhões de Fuscas no estacionamento da VW em São Bernardo a partir das 9h para comemorar o Dia Nacional do Fusca, que cai na quinta-feira. É um programa delicioso. Vejam as fotos de um desses encontros, em 2005. As informações estão no cartaz pequenininho aí embaixo. É só clicar nele que amplia.

A LAMA

A

SÃO PAULO – Tenho relutado um pouco para escrever sobre a tragédia na região serrana do Rio porque temo que vire uma discussão político-partidária aqui, algo que é desgastante para qualquer um e na maioria das vezes me dá vontade de fechar o blog, a empresa, sair do ramo e ir viver na praia sem computador. Tem muita gente discutindo o que aconteceu, tentando entender, procurando culpados...

ELEIÇÕES 2010 – APURAÇÃO (16)

E

SÃO PAULO (no tranco pega) – Sei que vocês mal conseguem acompanhar o ritmo das eleições mais importantes da internet mundial, mas paciência… Hoje saiu o resultado da 16ª das 50 categorias do pleito realizado no final do ano passado. Elegemos o avião mais supimpa de todos os tempos. E deu Electra II, numa disputa apertadíssima com o Constellation — chamado na intimidade de Connie...

COISAS DE ANTIGAMENTE

C

SÃO PAULO (tá difícil engrenar) – OK, OK, já entendi. A El Camino Opala aí embaixo, como eu desconfiava (na verdade sabia, mas sei lá…) é uma montagem tosca e tal. Mas este anúncio enviado pelo Edison Segunda Guerra, não. Ele encontrou numa Quatro Rodas. A Guaporé fazia essa Caravan com quatro portas. Mas eu, sinceramente, nunca vi uma. E tenho curiosidade para saber o que a GM achava...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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