Arquivosegunda-feira, 19 de março de 2012

O CRIADOR

O

SÃO PAULO – Não fosse esse moço aí da foto, talvez nunca tivéssemos conhecido Vettel. O tailandês Chaleo Yoovidhya foi o inventor da bebida que deu origem à Red Bull. Dietrich Mateschitz o conheceu numa viagem à Ásia em 1984 e tomou uma latinha de Krating Daeng, bebida que Yoovidhya tornara muito popular na Tailândia desde sua criação, lá nos anos 70. Era um barato  líquido que ajudava a...

CHILIQUENTO

C

SÃO PAULO (mas no fim…) – Quem assiste aos primeiros 40 segundos deste vídeo enviado pelo Enzo Brocker, acha mesmo que Schumacher se esforçou loucamente para esconder a parte de baixo do duto frontal da Mercedes, que direciona fluxos de ar através de defeletores internos à asa dianteira. É o famoso vídeo de cinegrafista amador em Melbourne, numa rodada que o alemão deu no terceiro...

IRRELEVÂNCIA

I

SÃO PAULO (vai mal) – Todo mundo só fala, no Brasil, do toque entre Massa e Bruno Senna domingo. Só que não… Na verdade, uma única pessoa me perguntou no Twitter quem eu achei que foi o culpado e tal. Isso mostra que os ânimos verde-amarelos andam adormecidos quanto ao Mundial de F-1 deste ano. De fato, que importância tem quem foi culpado, se é que houve algum? Na hora, na rádio, eu...

ATÉ A WILLIAMS…

A

SÃO PAULO (semana decisiva) – Não bastasse o vexame do fim de semana inteiro, especialmente no sábado, a Ferrari ainda tem de aguentar o escárnio, agora. E não dos rivais diretos — ou ex-rivais, porque Red Bull e McLaren estão bem na frente, Mercedes e Lotus idem. Quem andou tirando uma dos vermelhos de Maranello foi Pastor Maldonado, da Williams. “Nosso carro é mais rápido que a...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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