Arquivosexta-feira, 21 de março de 2014

MAIS DE SENNA

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SÃO PAULO (bem interessante) – Tem um monte de canais dedicados a Ayrton Senna no Youtube, e um bom garimpo resulta em coisas bem legais. Esta entrevista aqui, enviada pelo Fernando de Lucena, foi realizada em 1986 provavelmente em Campinas — em algum evento promovido pelo Reginaldo Leme, pelo que entendi. E para pessoal de rádio, certamente. Perguntas curtas, diretas, e respostas idem. Ayrton se mostra muito atencioso e paciente, apesar de algumas questões meio esquisitas. Fala de política, de revezar o GP do Brasil entre Rio e São Paulo, de Piquet… Vale ouvir e explorar esse e outros canais atrás de curiosidades sobre o piloto que, hoje, completaria 54 anos.

RÁDIO BLOG

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Depois das últimas porcarias que postei aqui na renomada seção “Rádio Blog”, vamos hoje com um dos melhores clipes de todos os tempos para me redimir. É repeteco, pinguei este vídeo no blog em 2008. Mas o Alex Jimenez mandou pelo Twitter e pingamos de novo. “My Sweet Lord” nunca é demais.

DICA DO DIA

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SÃO PAULO (barato não é) – Quanto custa correr de carro (ou de kart) no Brasil? Qual a categoria mais cara e qual a mais barata? Vale a pena tentar algo em monopostos?

Essas respostas podem ser encontradas no ótimo trabalho do Nei Tessari em seu blog. Ele fez um amplo levantamento dos custos de vários campeonatos que pode servir de guia para quem pretende correr de algo um dia. E serve, também, como boa fonte de consulta. para os interessados.

Claro que não estão contemplados todos os campeonatos que têm corridas no Brasil. Há regionais em vários Estados, assim como provas em pistas de terra, além de ralis e outras modalidades. Mas o trabalho merece aplausos.

Ah, para ilustrar escolhi uma foto ao acaso. Do Meianov, que custa bem menos do que todas essas pesquisadas pelo Tessari…

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ESTOQUE ESTRELADA

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SÃO PAULO (vai ser bacana) – Goste-se ou não da Estoque, é o que temos pra hoje, como se diz. Mas nada de mau-humor. A categoria se mantém sólida, apesar de muitos tropeços, e há uma percepção clara de que vem crescendo, inclusive tecnicamente — a adoção do câmbio com borboleta, estrutura reforçada, preocupação com segurança, essas coisas necessárias.

A corrida deste fim de semana é sem dúvida uma demonstração de vigor estoqueano. A turma vai correr em duplas e muita gente boa vai estar na pista. Só de ex-pilotos de F-1 são dez: Zonta, Barrichello, Bruno Senna, Nelsinho, Rosset, Burti, Chico Serra, Pizzonia, Bernoldi e Di Grassi.

Patrocinadores fortes, TV aberta (Globo, domingo de manhã), 66 pilotos, 33 carros no grid, novidades como Bia Figueiredo para a temporada toda, novo regulamento esportivo, corridas de rua, enfim, o pessoal está se virando. Num automobilismo mambembe como o brasileiro, é, sem dúvida, um oásis. Quem puder ir a Interlagos amanhã e domingo não vai se arrepender. Tomara que a casa fique cheia.

brunostockdupla

SENNA, 54

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SÃO PAULO (estaria correndo de quê?) – Acho que todo mundo já viu, mas merece o registro. A página brasileira do Google, hoje, lembra os 54 anos de Ayrton Senna. Tem um nome esse negócio que o Google faz de vez em quando, mas esqueci como se chama.

sennagoogleÀs vezes me pergunto o que estaria fazendo Senna hoje, se estivesse vivo. Será que teria continuado a correr de alguma outra coisa? Do jeito que cuidava do físico, estaria bem aos 54 anos, sem dúvida. Será que continuaria ligado ao automobilismo? Ou iria cuidar de outros negócios?

Acho que teria tentado Le Mans, ao menos uma vez.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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