MAIS DE SENNA

SÃO PAULO (bem interessante) – Tem um monte de canais dedicados a Ayrton Senna no Youtube, e um bom garimpo resulta em coisas bem legais. Esta entrevista aqui, enviada pelo Fernando de Lucena, foi realizada em 1986 provavelmente em Campinas — em algum evento promovido pelo Reginaldo Leme, pelo que entendi. E para pessoal de rádio, certamente. Perguntas curtas, diretas, e respostas idem. Ayrton se mostra muito atencioso e paciente, apesar de algumas questões meio esquisitas. Fala de política, de revezar o GP do Brasil entre Rio e São Paulo, de Piquet… Vale ouvir e explorar esse e outros canais atrás de curiosidades sobre o piloto que, hoje, completaria 54 anos.

Comentários

  • “A princípio a relação era boa, próxima, andávamos juntos. Depois, testamos o mesmo carro uma vez, em Donington, e eu fui um pouco mais rápido. Ele não ficou contente e, mesmo sendo o primeiro piloto, a partir deste dia a relação ficou mais difícil”, conta Cecotto ao UOL Esporte.

    O venezuelano recorda que Senna, como primeiro piloto, contava com equipamento atualizado, ao contrário do carro guiado por Cecotto. O ex-piloto ri ao lembrar da dedicação de Senna em contar com o melhor equipamento possível – o que era natural dos competidores que sonhavam com o título da F1, de acordo com Cecotto.

    “Ele queria todas as melhores condições para ele [risos]. Ele tinha o motor novo, do ano, com injeção eletrônica – a minha era mecânica, do ano anterior. Ele fazia todos os testes, eu nunca testava. Havia diferença de potência e velocidade, que eram menores no meu carro. Tudo girava em torno dele. Era sua forma de ser, queria a equipe para ele. Mas creio que, para um piloto que quer ser campeão, é [um comportamento] bastante normal.”

    Mesmo incomodado na época, Cecotto diz que a Toleman não tinha condições financeiras de fornecer carros rápidos para os dois pilotos. E enquanto Senna conquistou três pódios e 13 pontos para a equipe em 1984, Cecotto terminou apenas duas das nove corridas que largou naquele ano – foram ao menos cinco abandonos por problemas mecânicos.

    A relação entre os dois, que já era distante, terminou definitivamente após um acidente de Cecotto nos treinos do GP da Inglaterra de 1984, em Brands Hatch. Ele quebrou as pernas na batida, que encerrou sua carreira na F1, e nunca mais teve contato com o brasileiro.

    “Não me visitou, não mandou mensagem. Eu creio que meu acidente o impressionou um pouco e não entendo… pelo menos uma saudação ele poderia ter enviado.”
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    Puxa vida! Estou tão “surpreso”! Quer dizer que tudo isso que “alguns” criticam hoje do Alonso, do Vettel, que reclamavam do Schumacher em “não dar vez” ao companheiro dentro da equipe, quando quer o carro melhor ou ser a “prioridade” da equipe para conquistar pontos, Cenna fazia também já na TOLEMAN?

    Sempre foi um “belo” companheiro de equipe mesmo.

    Melhor ainda se outro piloto fosse um capachão como o Berger.

    “Herói” nacional.

    Abril nos custará muita paciência mesmo, como outro postou.

  • Primeiro companheiro de Senna na F1 revela mágoa com o brasileiro.

    Há exatos 30 anos, Ayrton Senna estreava na Fórmula 1 a bordo de um Toleman-Hart no GP do Brasil, em Jacarepaguá. Então com 24 anos, Senna chegava com status de revelação após ter sido campeão, nos anos anteriores, das categorias 1600 e 2000 da F-Ford e também da F-3 Inglesa.

    Do outro lado dos boxes da Toleman estava o venezuelano Johnny Cecotto, de 28 anos, o primeiro sul-americano a conquistar um título no Mundial de Motovelocidade – foi campeão da extinta categoria 350cc em 1975. Cecotto havia migrado das motos para os carros no início da década de 1980 e faria sua segunda (e última) temporada na F1.

    Segundo Cecotto, Senna já chegou à Toleman assinando como primeiro piloto. O venezuelano foi contratado pela equipe depois do brasileiro, após ter conquistado um ponto em seu ano de estreia na F1, em 1983, pela pequena Theodore. De acordo com o ex-piloto, a relação esfriou bastante durante o ano, por um motivo que ele diz não saber ao certo.

    “A princípio a relação era boa, próxima, andávamos juntos. Depois, testamos o mesmo carro uma vez, em Donington, e eu fui um pouco mais rápido. Ele não ficou contente e, mesmo sendo o primeiro piloto, a partir deste dia a relação ficou mais difícil”, conta Cecotto ao UOL Esporte.

    O venezuelano recorda que Senna, como primeiro piloto, contava com equipamento atualizado, ao contrário do carro guiado por Cecotto. O ex-piloto ri ao lembrar da dedicação de Senna em contar com o melhor equipamento possível – o que era natural dos competidores que sonhavam com o título da F1, de acordo com Cecotto.

    “Ele queria todas as melhores condições para ele [risos]. Ele tinha o motor novo, do ano, com injeção eletrônica – a minha era mecânica, do ano anterior. Ele fazia todos os testes, eu nunca testava. Havia diferença de potência e velocidade, que eram menores no meu carro. Tudo girava em torno dele. Era sua forma de ser, queria a equipe para ele. Mas creio que, para um piloto que quer ser campeão, é [um comportamento] bastante normal.”

    Mesmo incomodado na época, Cecotto diz que a Toleman não tinha condições financeiras de fornecer carros rápidos para os dois pilotos. E enquanto Senna conquistou três pódios e 13 pontos para a equipe em 1984, Cecotto terminou apenas duas das nove corridas que largou naquele ano – foram ao menos cinco abandonos por problemas mecânicos.

    A relação entre os dois, que já era distante, terminou definitivamente após um acidente de Cecotto nos treinos do GP da Inglaterra de 1984, em Brands Hatch. Ele quebrou as pernas na batida, que encerrou sua carreira na F1, e nunca mais teve contato com o brasileiro.

    “Não me visitou, não mandou mensagem. Eu creio que meu acidente o impressionou um pouco e não entendo… pelo menos uma saudação ele poderia ter enviado.”

    “Mas não importa. Depois de alguns anos, ele declarou em uma entrevista que eu fui o companheiro mais difícil que ele enfrentou. Fiquei surpreso e senti isso como uma prova de respeito comigo. Pode ser que essa rivalidade tenha tornado ele mais distante.”

    Diferentemente da relação fria com Ayrton Senna, Johnny Cecotto ficou amigo do outro tricampeão mundial brasileiro, Nelson Piquet. Com um McLaren GTR, Cecotto, Piquet e o britânico Steve Soper venceram as Mil Milhas Brasileiras, em Interlagos, em 1997. “Sempre tive uma boa amizade com Nelson, desde os tempos de F1”, diz o venezuelano, que não quis fazer comparações entre os dois brasileiros.

    O ex-piloto segue no automobilismo, agora trabalhando na carreira do filho, Johnny Cecotto Jr., que disputa a GP2, categoria de acesso à F1. Ele informa que a falta de patrocinadores dificulta o ingresso do filho à principal categoria do automobilismo.

    “A Venezuela enfrenta um momento difícil politicamente. Com Hugo Chávez havia maior apoio aos esportistas locais, mas agora estamos tendo grande dificuldade para obter apoio para o desenvolvimento da carreira na GP2”, afirmou.

    • Quem é Johnny Cecotto?

      O venezuelano Alberto “Johnny” Cecotto começou na velocidade em cima das motos, fazendo várias provas no Brasil no início dos anos 70. Em 1975, já no Mundial de Motovelocidade, sagrou-se campeão da 350cc com apenas 19 anos e quebrou a sequência de sete títulos consecutivos do italiano Giacomo Agostini nessa categoria. Primeiro sul-americano a conquistar um título no Mundial de Motovelocidade, Cecotto também foi o primeiro da região a vencer a tradicional prova americana das 200 Milhas de Daytona, em 1976. No começo dos anos 80, migrou para os carros e foi vice-campeão da F2 em 1982. Depois da passagem sem sucesso pela F1, disputou categorias de turismo em países como Inglaterra e na Alemanha. Cecotto também se destacou em corridas de longa duração, ganhando provas como as 24 Horas de Daytona de 1990 e as Mil Milhas Brasileiras de 1997, onde correu ao lado de Nelson Piquet.

      • O Jonhy Ceccoto quando entrou na Toleman em 1984, era um piloto com forte patrocínio de estatais venezuelanas, foi campeão mundial de motos e tinha corrido já 2 temporadas de F1 indo para a terceira…mesmo assim foi muito mal, levava sempre de 2 a 4 segundos do estreante Senna tanto nos treinos, já nas corridas levava de 0,5 a 1,5 segundos….Ele era para ser substituído por Stefan Johansson no GP de Monza por deficiência técnica…mas aí ocorreu o acidente…não devemos esquecer que Pat Symonds da Benetton foi que pediu para o Ceccoto sair da equipe para no seu lugar entrar o Johanson, o Sueco era um piloto bem melhor que o Venezuelano conseguia tempos de treino 1 segundo mais lento que os de Senna e nas corridas andava tanto quanto Senna, porque Senna, por ser novato, não conhecia a maioria das pistas, já Johansson era mais experiente…o Johasnson foi tão bem na Toleman que no seguinte a Ferrari o contratou e ele andava tanto ou mais que o Alboreto. Quem afirma isto é Pat Symonds um engenheiro da Toleman…aliás foi o Pat que fez a cabeça do Flavio Briatore em 1991 pedindo para ele demitir o Roberto Moreno por deficiência técnica e substituí-lo por um jovem alemão chamado Michael Schumacher, foi o mesmo Pat que bolou o plano diabólico para simular o acidente de Cingapura e também foi obra dele a demissão do Nelsinho Piquet….O Ceccoto foi um excelente piloto de motos, mas era muito fracos com carros de F1.

  • estranho, o final de semana inteiro sem nenhum post do Gomes… estou P**O da vida com o sportv, alem de deixarem para passar a Motogp no sportv3 q não é em HD, eles não passaram a corrida ao vivo… ridículo!! Futebol de C! é rola!!! perdemos uma pega irado do Rossi com o Marquez… parece que o Valentino vai dar trabalho nesta temporada…

  • Salve..Sei que aqui ñ é o lugar correto para dar um toque, mas fico indignado com a nossa poderosa globo/sportv..porque que cargas D’agua eles ñ transmitiram a moto GP ao vivo? É uma politica de hostilidade contra o esporte a motor? Como diria o Millôr a globo é a única pessoa jurídica neurótica. Valeu e desculpe qualquer coisa.Favor ñ publicar esse. Abraços.

  • Em 84, eu morava no centrão de Campinas. Estava subindo a Avenida Benjamin Constant, vindo do ponto de ônibus que existia na Avenida Anchieta. Acho que tinha uma concessionária da Renault ou outra coisa dessas por lá, não lembro exatamente o que era o estabelecimento. Só sei que logo na entrada, numa mesinha de plástico dessas de bar tinha um rapaz de boné do Banco Nacional, magrinho, dando uma entrevista para uma moça que devia ser dessas produtoras que fazem esses programinhas que passam em horário pago nas TVs daqui nos sábados e domingos de manhã (o Carlos Cunha tem um…). Era o Senna, estava começando na Toleman naquela época se não me engano. Um ou outro passava na rua parava para ver, aparentemente ninguém sabia quem era o cara. Eu acompanhava F1 desde criança pelo rádio, obviamente conheci ele na hora… parei uns cinco minutos para acompanhar a entrevista da calçada mesmo mas a menina e o Senna começaram a me olhar meio de lado e fui cuidar da vida. Até hoje imagino o que não aconteceria se eles tentassem fazer isso uns dois ou três anos depois, ia fechar o centro de Campinas…

  • Na Lotus, Fittipaldi teve o genial projetista Colin Chapman, Emerson também sabia todos os segredos de como acertar um carro. Pra chegar ao tri, Piquet contou com projetistas do calibre de Murray, Dernie e Head, o brasileiro também era mestre pra acertar equipamento. Em 82, Piquet ajudou a solucionar os problemas de confiabilidade do motor BMW, ao mesmo tempo deixou afinadíssimo em ritmo de corrida. Regularidade foi ponto forte na carreira de Piquet, todos os títulos foram ganhos mais pela inteligência que arrojo e velocidade…

    Na Williams, repetiu o feito deixando o motor japonês pronto pra faturar o título já em 86, que só não veio porque a equipe ‘dividiu’ o time dando chance a Mansell. Prost também contou com projetistas fantásticos nos anos 80: Barnard, Murray e Nichols. Na Williams em 93 contou com Newey que já dominar a F-1. Bom lembrar, pra chegar ao tetracampeonato, o francês também teve uma bela ajuda de três grandes motores: Porsche, Honda e Renault.

    A Honda ficou tão furiosa com a perda do título para a Porsche em 86 que fechou contrato com a Lotus para 87, Williams(burra) perdia a exclusividade do motor japonês. Na época os sennistas fizeram maior carnaval: “Com motor Honda, Senna é forte candidato ao título em 87”. Grande engano, o carro Lotus não evoluiu por dois motivos, a equipe não tinha um grande projetista como Murray, Barnard, Dernie, Head ou Nichols. Senna sempre foi inferior a Prost e Piquet em acerto de motor e chassis. Isso ficou claro em 87 com o fantástico motor Honda, Senna fez somente uma pole e não venceu mais corridas que o motor Renault(acertar chassi era fundamental). Senna fez muitas poles na Lotus graças ao incrível motor Renault de classificação com 100cv a mais(esse motor só durava 15 minutos). Na corrida Senna tinha que usar motor normal, sem a bela ajudinha a Lotus era presa fácil para Mclaren e Williams.

    Cansado de tomar pau e reclamando muito(em 92 ameaçou abandonar a F-1 por não ter carro competitivo. Nessa época um certo alemão trabalhava duro em equipe mediana para bater as Wiliams de Newey, e fazia isso sem choramingar). Senna decidiu sair da equipe Lotus! Na Mclaren pegou tudo PRONTO(chassis acertado por Prost, motor desenvolvido por Piquet), assim é fácil chegar aos recordes e títulos… Senna era mais veloz que Piquet e Prost porque exigia muito do carro! Só que anos 80 Formula Um não era só “pé no acelerador”. Em 86, Prost superou os pilotos da Williams com equipamento inferior(com equipamento idêntico, deu aula em cima do companheiro em 89. Já tinha feito o mesmo em 88, mas o título ficou com Senna, graças ao regulamento de descartes, mas na pista e nos resultados Prost foi melhor). Um título bem artificial esse de Senna em 88! Piquet também foi genial em 87, Mansell sempre foi mais veloz que o brasileiro na temporada(fez o dobro de poles e vitórias), mas o título acabou com o piloto mais regular e inteligente.

    Poupar equipamento nos anos 80 era fundamental, se arriscar na chuva(pra maioria) não era prioridade! Pilotos arrojados como Gilles Villeneuve, Senna e Mansell podem até agradar mais a torcida, mas isso não quer dizer que eles eram os melhores da turma. Senna e Mansell só venceram campeonato(s) com equipamento pronto, com time em baixa, nunca conseguiram organizar uma equipe e desenvolver equipamento até os títulos.
    Lauda, Prost, Piquet, Schumacher e Alonso conseguiram esse feito, até Vettel conseguiu essa façanha, começou por baixo na mediana RBR pra se tornar tetracampeão!

    Agora as tijoladas…

    • Só esqueceu que o Piquet perdeu um campeonato em 80 sendo humilhado por Alan Jones, e em 81 somente foi campeão pelo boicote explicito da Willians com o Carlos Reuteman e gostaria de entender porque o Piquet tomou tanto pau com o carro da Lotus em 88?? ,sendo que ainda possuia o motor Honda?

      • Realmente, por que o Piquet em 1988 teve um resultado muito pior que o Senna em 1987 se ele correu com um equipamento similar, não mudando nem o companheiro de equipe, o Nakajima,e nem o projetista meia-boca, Gerard duCarouge. Só não vale dizer que o Piquet em 88 já tinha entrado naquela etapa da vida de ser um reles piloto aposentado ainda em atividade só fazendo figuração no grid, porque a sova foi grande. Em 1987, Senna terminou o campeonato em terceiro com 57 pontos, 2 vitórias, 4 segundos lugares e 2 terceiros, não pontuando em 5 corridas. Ou seja, em 1987, Senna e a Lotus só perderam para os dois pilotos da equipe favorita, a Williams. Por outro lado, a temporada de Piquet na Lotus-Honda foi uma verdadeira bosta, o cabra terminou em sexto no campeonato fazendo apenas 22 pontos, tendo como melhor resultado 3 terceiros lugares, não pontuando em 9 corridas. Bem, depois destes resultados, imagino que após o tricampeonato em 87 o mestre em desenvolver e poupar os carros pra pelo menos chegarem até o final da corrida entrou de férias e só retornou em 1991 pra pedir a aposentadoria definitiva, só pode ter sido isso!

      • Cláudio, obrigado por defender o nosso Senna, mas acho que o problema da Lotus era falta de grana e estrutura, desde a morte de Colin Chapman a Lotus que já era pequena se endividou muito, eles não tinham dinheiro nem para comprar um parafuso, ninguém dava certo lá, mesmo grande pilotos como Mansell em 4 anos 1 pole e nenhuma vitória, Mansell diz que a Lotus era desorganizada por culpa de Warr, Senna em 3 anos 16 poles e 6 vitórias, diz que a equipe não tinha estrutura, Piquet em 2 anos nenhuma pole e nenhuma vitória, resolveu colocar toda a culpa de 1988 no Ducarouge, que virou bode expiatório, mas porque a Lotus no ano seguinte não andou direito com o Frank Dernie? aí botaram a culpa no motor Judd….só que esqueceram que em 1988 a Judd andou bem em algumas provas com a Williams e 1989 andou bem com a March… Não devemos esquecer que a Lotus de hoje tem ótima estrutura porque na realidade é a antiga Benetton (depois virou Renault) ao contrário de que o Marcelo Costa diz (chama a Benetton de mediana) ela se tornou muito forte a partir de 1991 (com a compra da Reynard). A Benetton era a antiga Toleman e era fraca até 1985, já a partir de 1986 melhorou com o BMW, mas ainda era fraca em estrutura, já em 1987 piorou em desempenho por causa do motor Ford, mas a partir daí ficou rica porque era a equipe de fábrica da Ford, eles injetavam 50 milhões de dólares todos os anos…já a partir de 1991 ultrapassou a Williams em estrutura…ficando apenas atrás da Ferrari e Mclaren.

      • Piquet humilhado pelo Jones??? Quando??? Que eu saiba se o Jones não tivesse forçado uma ultrapassagem na largada do GP do Canadá em 80, o Piquet poderia ter sido campeão naquele ano.

      • Não tem nada a ver com viuvada,amigo..tem a ver com delírio ..assim como não acho legal considerar o Ayrton como sendo um semi Deus que controlava a chuva como tá lá na propaganda,acredito que falar que ele não fez nada que prestasse,que pegou tudo prontinho e ganhou injustamente é brincadeira…abraço.

    • Não é verdade que a Williams tinha exclusividade do motor Honda, o contrato da Williams dizia que os outros poderiam ter o motor Honda, desde que fosse aceito de uma geração anterior ao da Williams, foi por isto que a Mclaren não aceitou usar os Honda em 1987 era para Senna ter ido lá 1 ano antes junto com Ducarouge, mas Ron Dennis exigia os mesmos motores Honda da Williams, Frank Williams não abria mão desta exclusividade e o contrato terminaria em 1987, já a Lotus se sujeitou aos caprichos de Senna que ameaçava sair da Lotus se não conseguisse os motores japoneses, Peter Warr disse: “Não podíamos perder um piloto como Senna”, por isto a Lotus teve que usar os motores Honda da Williams de 1986 o RA 166 E. Tudo isto eu li no livro de Peter Warr….aliás ele se arrependeu muito de ter usado os Honda….pois quando ele estava com os Renault a Lotus podia usar os melhores motores, já os de geração mais atrasada iam para a Ligier e Tyrell, com a Lotus usando Honda teve que usar motores do ano passado… Este motor Honda de 1986 mesmo girando baixo (12500 rpm) conseguia atingir ótimos 1300 cavalos com 5,5 bar de pressão, perdendo apenas para o BMW que dava 1400 cavalos a 6 bar de pressão de turbo, com a mudança do regulamento em 1987 obrigando todos a usar motor com limite de pressão de 4 bar, todos os fabricantes resolveram fazer modificações no motor para eles girarem mais alto…os novos RA 167 da Wiliams atingiam bons 14000 rpm. Com giro mais baixo os Honda da Lotus mal passavam de 900 cavalos nos treinos contra 1015 dos Honda da Williams, Senhor Marcelo favor ver blog oficial da Honda. É muito estranho que você diga que o motor Renault de 1986 era o mais forte de todos…na Itália o melhor Renault atingiu 331,00 contra 351, do melhor BMW e 341 do melhor Honda, na Bélgica e Alemanha aconteceu a mesma coisa todas as Lotus, Tyrell e Ligier apanhavam nas retas dos BMW da Benetton e Arrows….era de 15 a 18 kms a mais de velocidade de vantagem para os BMW, aqui no Brasil uma pista com poucas retas o Senna de 1986 a Lotus do Senna atingiu 300 kms/h na reta, já a Benetton de Berger 308 e a Williams de Piquet 304. Você diz com orgulho que o motor Renault turbo de treino que tinha 100 cavalos a mais e durava só 15 minutos…pois fique sabendo as BMW da Benetton duravam só 6 minutos…já os Hondas tinham que trocar todas as partes internas do motor…Quem inventou que o Renault era o mais forte de todos foi o Alan Prost que dizia nas entrevista que o Renault dava 1400 cavalos, mas Peter Warr desmente dizia que era 1200…e mostrou isto nos teste de dinamômetro…e várias velocidade máximas onde sempre os Renault perdiam sempre para os BMW e Honda.

    • Marcelo Costa, você que fundou o fã clube do Schumacher aqui no Brasil, não é bem vindo no blog do Flávio Gomes…, o Flávio, que é um jornalista frio (logo não puxa saco de brasileiros) fez um texto brilhante, como é o seu estilo e você tentar estragar o texto, Senna não era santo, assim como o Piquet não era, mas os 2 pilotos que mais são criticados na história da F1 são Alonso e Schumacher (este apelidado de Dick pela própria imprensa alemã). Peço desculpa ao Flavinho, que mala é este tal de Marcelo Costa, Flavio fala em física nuclear, DKW, motos, Playboy e aí vem o Marcelo que se especializou em falar mal do Senna eu estou desconfiado que é uma paixão rejeitada…você precisa de um analista…

    • Piloto malandro é o Schumacher que escolhe a dedo os seus pilotos n°2, por isto jamais saberemos se ele é um mega-hiper-super piloto como o Marcelo diz…porque o Schumacher só pega pilotos n°2 fraco, tá no contrato, proibição de um monte de coisas até de ultrapassar….o Martin Brundel que correu ao lado de Schumacher e de Hakkinen com o mesmo carro diz que perdeu para ambos de forma igual, mas na Mclaren o meu duelo com o Hakkinen era mais justo os carros eram iguais “eu era bem tratado pela Mclaren e pelo Hakkinen”, já na Benetton eu era tratado como rival pelo Schumacher que me via como inimigo não tinha acesso a varias coisas – alguns anos mais tarde, conta Martin, o alemão veio me pedir desculpas, mas posso garantir que o Mika não fica devendo nada ao Schumacher… em questão de pilotagem. Já o Massa que correu com o mesmo carro com Schumacher e Alonso, elogia os dois, mas diz que Alonso é melhor que o Schumacher…Resumindo um piloto para ser campeão tem que ter sorte….Schumacher teve está sorte….O maior mérito do Schumacher foi montar as suas equipes….Ou será que a Ferrari teria feitos os massacres que ela fez em 2001, 2002 e 2004 sem ajuda dos pneus Bridgestone…as principais equipes rivais usavam Michelin. Eu também discordo que o motor Renault de treino tinha 100 cavalos a mais que os concorrentes, a velocidade máxima destes motores estava entre as mais baixas….o Godon Murray diz que o pessoal exagerava na potência para impressionar os concorrentes….Ele diz que o BMW dava 1300 cavalos e era o mais potente de todos, mas a bibliografia fala em 1400 e até 1500 para este motor…o Senna fez muitas poles na épocas em que havia briga de pneus….exemplo em 1985 e 1986 brigavam Goodyear X Pirelli Senna quase sempre fazia as poles nas 2 últimas voltas, quando o asfalto estava mais emborrachado…ele pegava os pneus de classificação que só duravam 1 volta (+ 1 de aquecimento) e fazia as poles mesmo com velocidades de reta muito inferiores aos concorrentes. Já em 1987 a Pirelli saiu com isto a Goodyear parou de fornecer pneus de classificação, os pilotos usavam pneus macios que duravam muitas voltas…com isto a queda de Senna….além do motor Honda da Lotus/87 de Senna ser de 1986. Em 1988 mesmo sem pneus de classificação Senna foi bem nos treinos, graças ao motor Honda turbo, as velocidades finais deste motor só eram equiparadas aos Ferrari e Lotus- Honda, por incrível que pareça a Mclaerdia na maioria das vezes para a Ferrari e até Lotus grandes retas, mas nas retas de média e baixa velocidade a Mclaren ganhava (Ferrari com falta de torque e Lotus chassis ruim). a partir de 1989-1991 os motores (Honda, Renault e Ferrari) agora aspirados se nivelaram como se vê pela velocidade máxima nas retas e voltou a guerra de pneus Gooyear x Pirelli e aí Senna voltou a fazer poles, mas a partir de 1992 a Pirelli abandona a F1 e Senna volta a decair (fez uma apenas)…em 1993 também (uma apenas)…a exceçaão é 1994 com 3 poles e em 3 corridas e 1988…Resumo Senna tinha uma grande capacidade de se adaptar a piso diferentes….isto ocorre muito quando se coloca pneus de classificação…por que você tem que andar no limite em 1 ou 2 voltas adivinhar e ter reflexos rápidos….na chuva isto também acontece cada volta é diferente da outra Senna também era muito bom de chuva….Até o Nelson Piquet disse que Senna era imbatível quando as condições de pistas são especiais….”ele se adapta melhor que os outros”.

    • O Marcelo foi corrido de vários Blogs por distorcer fatos…a tijolada que eu mais gostei que o Marcelo levou foi do jornalista Lívio Oricchio…há uns 2 anos, depois disto o Marcelo nunca mais encheu o saco do Lívio, mas ele sempre repete a mesma coisa…e lá de novo disse um monte de inverdades, baseado no youtube scuderiaFerrari27 criado por ele mesmo… vamos ver o que o Oricchio disse:

      Marcelo:
      Interrompo o meu trabalho de apuração e redação aqui no circuito de Spa-Francorchamps, para lhe responder.

      Como já te escrevi, a maior parte das suas acusações a Ayrton Senna é desprovida de qualquer informação mais precisa, o que demonstra, por isto si, a leviandade do que você representa argumento. Por ler, às vezes, na mídia marron, desprovida de um mínimo de credibilidade, até porque nunca esteve num autódromo e escreve de orelhada, e vende como verdade absoluta. Não me surpreende, infelizmente essa irresponsabilidade é comum a muitos brasileiros.

      Quanto aos ataques pessoais, que autoridade tem você para falar o que diz de alguém, nesse nível? Quem é você?

      Estivesse vivo, boa parte do que atribuem a Ayrton seria facilmente desmascarado por ele. Mas não faria, pois não se importava com o que pensavam dele. Vi de perto comportamento reprováveis de Ayrton, mas isto é algo menor, seu caráter, sua elevação não entram em cena nessa hora. Eventuais desmandos de Ayrton, bem menos do que dizem, de novo, abomináveis, não desenham a sua grandeza espiritual. Este vem de seus pensamentos maiores, sua visão de vida, do que significa estar neste planeta.

      De como respondia aos verdadeiros desafios. E neste sentido, Marcelo, você não tem a mais leve noção de quem era Ayrton.
      Afirmo mais: não tem não por não ter convivido com ele, mas por não lhe ser possível compreender.

    • Senna morreu no auge de sua carreira com apenas 162 GPS ele com certeza teria chegado a 6 ou 7 títulos se corresse mais de 300 GPS como correu o Schumacher. Senna correu 4 anos com equipes muito pobres com menos de 100 funcionários com orçamento minúsculo, O orçamento da Toleman de 84 e da Lotus 85/86/87 era ridículo. Já Schumacher só correu uma corrida com equipe sem estrutura que foi o GP da Bélgica com a Jordan em 1991 depois Schumacher sempre teve equipes ricas a Benetton em 1991 tinha a terceira melhor estrutura da F1, era a equipe oficial da Ford até 1994, depois pegou os motores oficiais Ferrari, Mercedes. Enfim Schumacher só não teve carros de fábrica em 1995 mesmo o Renault tendo a mesma especificação dos Renault da Williams, mas a Benetton não recebia a forte ajuda financeira da Renault. Em 19 anos de F1 Schumacher teve motores oficiais em 18 (Ford 91-94, Fiat 96-2006 e Mercedes 2010-2012).

      Já Senna em 84 usava um motor artesanal o Hart, em 85 motores Renault EF4 e EF15 inferiores aos da equipe Renault que eram EF15 mais evoluídos, Senna também usou um Ford de especificação inferior aos Benetton em 94 e um Honda de especif. inferior ao das Williams em 87. Enfim Senna só teve motores oficiais em 1986 Renault, em 1988-1992 Honda e 1994 Renault, ou seja, apenas 7 anos.

      O próprio Piquet teve motores oficiais bem melhores do que o Senna. Vejamos BMW 82-85, Honda 86-88 e Ford 90-91, ou seja, 9 anos. Piquet não teve em 78-81 e 89.

      Motor oficial significa não só motor gratuito, como muito dinheiro, a BMW e Honda pagavam parte do salário de Piquet…a Ford colocava na Benetton 50 milhões de dólares anuais, a Renault 70 na Williams, a Honda 100 milhões….

      É muito difícil uma equipe ser campeã sem ter um motor oficial… que eu me lembre desde 1982 só a Brawn com motor Mercedes (oficial Mclaren) em 2009 e a Benetton de 1995 (oficial Williams) conseguiram isto.

      O Schumacher é um super piloto, mas as comparações com o Senna são injustas.

    • Marcelo, todos os companheiros de equipe de Schumacher odiavam ele, menos o Massa e o Piquet, este porque correu só 5 corridas ao lado dele. O motivo era este egoísmo dele, foi por isto que Frentzen tanto criticava ele, o Herbert quando correu com ele na Benetton contou coisa iguais ao que o Martin contou, por isto que o Herbert chamava o Schumacher de “ovo podre da F1”, teu ídolo não é perfeito, assim como não são perfeitos o Senna ou o Piquet. Mas você tenta fazer a apologia do alemão….pena que o Rubinho não lançou o livro sobre as sujeira do Schumacher na F1.

    • Marcelo “fantástico motor Honda”, a Lotus usou um motor de 1986, enquanto a Williams um motor de 1987, e isto num turbo é uma diferença monstruosa…porque a cada ano os motores turbos ganhavam de 10 a 20% de rendimento, já num aspirado o motor ganha bem menos ganha só uns 2 a 3% a mais de potência/ano

    • Marcelo, Seria muito difícil o Senna vencer o campeonato de 1987 porque a Lotus era cliente da Honda, já a Williams é que era a equipe oficial da Honda que além de usar motores de 1987 tinha um forte apoio financeiro da Honda, Só para você ter uma ideia desde 1983 quando começou as guerras de motores, só uma equipe de F1 que era cliente que foi campeã de F1 que foi a Brown em 2009, que mesmo usando um motor Mercedes-Cliente derrotou 5 equipes oficiais e poderosas McLaren-Mercedes, RBR-Renault, Ferrari, Toyota e Sauber-BMW todas as outras equipes que foram campeã de 1983-2014 eram equipes com apoio de fábrica.

      Olha a queda de desempenho da McLaren depois que perdeu o apoio oficial da Mercedes, olha a queda da Williams quando ela era cliente e compara com a Williams com motores oficiais da Honda, Renaul ou BMW.

      A Lotus não foi bem com Senna e Piquet porque era uma equipe endividada, a culpa do fracasso não é do Senna e nem do Piquet.

      Quanto ao Steve Nichols, segundo você um “grande projetista”, olha o que o Ivan Capelli disse do falou do Ferrari F192A: FOI O PIOR CARRO QUE EU PILOTEI EM TODA A MINHA CARREIRA. Olha o que o Nelson Piquet falou do Ferrari de Nichols de 1992 (revista 4 rodas fevereiro de 1993 página 109) É IMPOSSÍVEL PIORAR EM RELAÇÃO A 1992, QUANDO DISPUTOU O CAMPEONATO COM UMA MÁQUINA SEM PRESSÃO AERODINÂMICA E UM PROJETO TOTALMENTE EQUIVOCADO. TODAS AS ALTERAÇÕES DO PROJETISTA JOHN BARNARD SERÃO DE PROGRESSO.

      O Nichols só deu certo em 1988 e 1989 porque “copiou” a Brabham 1986 de Gordon Murray, além de ter um motor Honda muito forte e os 2 melhores pilotos da F1.

  • Dois temas atuais abordados por Senna: 1) na eventualidade de haver um brasileiro e um estrangeiro, a torcida tem de ser pelo Brasileiro; 2) a possibilidade de Brasília receber a F-1 “no ano que vem” (tema atual relacionado à Indy). Duas cascatas.

  • O Moco foi melhor. Sem carro, sem mídia. Não gosto de semideuses. Emerson em primeiro, Piquet em segundo,a apenas 1 s, Moco em 3o..Gente que correu sem midia. No braço. Nunca gostei desse Sena. Abçs.

    • Grande Mario, Até entendo o que vc e muitos dizem por aqui, palavras que se locupletam se agregam a propaganda exacerbada que a globo em nome de Galvão era feita para o Airton, por isso que a partir daquela panca na Tamburello sempre procurei olhar pesquisar a visão técnica, pois não sou especialista em automobilismo, “assim como vc também não deve ser” Então acho muito mais realista, e ratificante pára minhas duvidas me apegar nas palavras dos pilotos, dos repórteres especializados. Com foco especialmente naqueles reporteres são ou foram pilotos mesmo que en categorias diferentes da F1.. Homens ligados ao automobilismo sabem das coisas acredite.. sabem de tudo aliás.. bastidores, fofocas, tempos.. convivio pessoal com pilotos. Em especial para aqueles que se presta a ficar final das retas dos autódromos para analisarem quem tem classe tecnoca e culhõnes para frear depois da placa dos 50 metros.. a 250 Km/H estes são os caras .. não nós.. e confio na palavras destes profissionais e depois tiro as minhas conclusões.. simples assim grande amigo valeu – http://vimeo.com/52663077

      • JP, acredito que ninguém tenha dito que ele, como você disse, “não tinha braço”.
        A relação dele com a mídia, que por motivações espúrias, construiu uma personalidade que não era a dele e forjou um mito para iludir as mentes pouco privilegiadas, entrou na estória fazendo com que qualquer peido que ele soltasse virasse um “feito”, uma coisa de outro mundo. Entrou na estória glorificando suas conquistas e menosprezando as conquistas de brasileiros que fizeram até mais do que ele, em qualidade. Entrou na estória escondendo estatísticas negativas, como por exemplo, aquela que demonstra que, quando ele não estava no pódio, via de regra, não marcava pontos por ter quebrado o carro. alás, segundo o banco de estatística da FIA, ele quebrou o carro em mais de 30% das vezes em que largou. Meio alto para um campeão, não acha?
        A mídia também omitiu que ele não era bom em acertar carros! Afinal, o “deus das pistas” que eles construíram tinha que ser perfeito em tudo, certo?
        Essa é a relação. Ninguém é tricampeão numa categoria tão competitiva sem “ter braço”, mas ele, analisando friamente, ficou longe de ser o melhor. Talvez o melhor entre 1988 e 1993, e não mais que isso!

      • Então amigo marcio.. respeitando tua opinião democraticamente, mas acho que poderia pelo menos ter assistido o vídeo com os relatos dos pilotos, reporteres afinal perderam um tempão para extrair osdados tecnicos..”esqueça o dramalhão adicional que o vídeo possui” etc,,, http://vimeo.com/52663077 afinal tenho certeza que vc não é piloto profissional assim como eu nao sou, aliás mal guio o meu carro do escritório para casa e vice e versa rsrs.. logo falar por falar como faz por pura animosidade propagandista global, que tirou partido eda imagem do piloto e não paga por ele, acaba por esvaziar qualquer suposição que vc tenta transparecer, mudando fatos e opiniões muito mais valiosas e verídicas que a tua e a minha.. afinal somos torcedores apenas valeu,.