Arquivosegunda-feira, 27 de junho de 2016

MINARDI, CARISSIMA!

M

SÃO PAULO (que época!) – E teve o Minardi Historic Day no fim de semana em Imola — me lembra o Rafael Rego. Tem algumas fotos aqui, mas a galeria publicada na página do autódromo no Facebook é imbatível. Vários ex-pilotos de uma das equipes mais queridas de todos os tempos foram visitar Giancarlo Minardi e matar as saudades daqueles tempos luminosos dos anos 80 e 90 — OK, começo...

SETTE NA TORO

S

SÃO PAULO (que aproveite) – Muito boa a notícia que Sergio Sette Câmara recebeu hoje. Vai fazer um dia de testes com a Toro Rosso em Silverstone logo depois do GP da Inglaterra, em julho.
O mineiro de 18 anos faz parte do programa de desenvolvimento de jovens pilotos da Red Bull. Com a marca, corre na F-3 Europeia. A Red Bull não escolhe seus pilotos à toa.
Boa sorte para o menino, pois.

BRAWN, O SUMIDO

B

SÃO PAULO (esse é bom) – Lembram de Ross Brawn? Um dos mais bem sucedidos engenheiros e estrategistas da história da F-1, arquiteto dessa Mercedes que hoje ganha tudo — ela nasceu da Brawn GP, não se esqueçam –, Ross diz que não recebeu nenhum proposta para voltar à categoria. E que, também, não sabe se voltaria. O regime de trabalho é pesado demais. Aos 61 anos, Brawn está...

BERNIE, O JUSTO

B

SÃO PAULO (só vendo) – E não é que Bernie Ecclestone, num surto de justiça, andou dizendo que pode rever a distribuição da grana de TV da F-1? Ele citou o esquema da Premier League como um bom exemplo de reduzir as desigualdades na categoria. No futebol inglês, 50% do dinheiro é dividido igualmente entre todos os clubes. 25% são proporcionais ao desempenho da equipe no campeonato anterior...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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