CategoriaEsquisitices

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RIO (mas eu gosto) – O Ziriba mandou. Já tinham ouvido falar do Ford EXP? O primeiro dois-lugares da montadora desde o Thunderbird! Lançado em 1983, montado sobre a plataforma do Escort, durou até 1988. Não foi lá um grande sucesso. Mas como simpatizo com carros dos anos 80, teria fácil!

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Reproduzo foto e texto do excelente MIAU, o Museu da Imprensa Automotiva: “Carro-conceito Gurgel GTA, de Gran Turismo Articulado. A cabine tinha capacidade para três passageiros e o reboque era o porta-malas, conectado ao carro por um sistema tipo quinta roda. A ideia, segundo material de época, era que ‘o porta-malas pode ser desacoplado e deixado na garagem quando o veículo estiver...

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RIO (cuidem-se) – Mandando um abraço carinhoso aos nossos irmãos na Bota, vamos tentar lembrar um pouco de quando a vida era normal. Em 1973, a Pininfarina criou o Autobianchi A112 Giovani, animada, talvez, com o sucesso do Citroën Méhari. Mandou para o Salão de Genebra, todos acharam o bichinho lindo, mas depois do evento os italianos desistiram do projeto. Pelo que li, esse aí da foto foi...

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Pessoal do meu grupo de vemagueiros postou a foto para falar da beleza do Belcar, mas eu queria saber mesmo o que é que estão fazendo com esse Puma erguido no braço! Vão colocar onde? Aproveitando, se alguém souber onde foi tirada a foto, agradecemos!

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Podem dizer o que quiserem, mas essa traseira do Lamborghini Marzal é simplesmente espetacular. Ele já saiu aqui em 2015, mas acho que não foi suficientemente visto. Então vai de novo. Aliás, na postagem de três anos atrás os comentários estavam ótimos, com muita informação. Mas não vou dar o link. É muita moleza!

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RIO (e o que é isso?) – O Deivison Amaral mandou a mensagem: “Eu sigo o blog há anos. Moro no Rio, mas vim passar uma temporada de 3 meses de trabalho na Bélgica. Suponho que você conheça o Autoworld, museu com uma coleção incrível de automóveis que conta com veículos protótipos desde o século XIX até os mais atuais modelos de carros das grandes marcas. A coleção foi capitaneada pela...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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