CategoriaLegião urbana

LEGIÃO URBANA

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RIO (exceção das exceções) – Vocês sabem que esta seção é dedicada a fotos que eu tiro por aí pelas ruas. Aqui no Rio elas têm sido mais raras porque a cidade não tem muito essa cultura do carro antigo — entre outras coisas por causa da maresia; os colecionadores daqui mantêm seus carros na Serra. Só publico fotos de outras pessoas se o fotografado for raro demais. Pois. O Danilo...

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RIO (parabéns ao dono) – Avistamento dos mais raros no Rio, por todos os motivos: a cidade (proibitiva para antigos pelo calor e maresia), o bairro (a Barra, onde só se veem SUVs e Corollas) e o carro, este sim a estrela da foto. Um S/R por aqui, com interior impecável e muito inteiro (alguns detalhes irrelevantes), eu juro que não esperava ver por estas bandas.

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Eu queria festejar o fato de ver um Pé-de-boi no Rio, mas receio que esse carro está sendo estragado. Vive no tempo. E esse rebaixamento, putz. Bom, tem gosto pra tudo. Eu sou louco por um Pé-de-boi… Mas gosto deles de pé.

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SÃO PAULO (essa vale) – Como se sabe, esta seção é de fotos que eu tiro por aí, mas de vez em quando abre-se uma exceção. O clique d Danilo Cândido, de Diadema, é demais. Sei que não costuma postar fotos de leitores nesta seção, porém lembrei de imediato dela quando captei ontem esta singela imagem enquanto trabalhava na região do Anália Franco, de uma velha e valente senhora Variant, com...

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RIO (não anda, desfila) – Aqui no Rio, já falei isso, a gente vê pouco carro antigo rodando. O problema da maresia faz com que as melhores coleções do Estado fiquem longe da cidade — o pessoal normalmente guarda tudo na Serra, para os lados de Petrópolis. Mas, de vez em quando, aparecem coisas como essa pela orla. De doer os olhos de tanta beleza. E com plaquinha do Mercosul, que a...

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RIO (verão é isso) – O Fabio Ferrera mandou a foto, e abro a exceção nesta seção porque aqui no Rio é duro ver carro antigo rodando — para quem não sabe, em “Legião…” só fotos de minha autoria são publicadas. E porque a foto é maravilhosa e essas mansões que parecem abandonadas me intrigam. A mensagem do Fabio: Oi Flavio, Boa tarde e obrigado por disponibilizar o...

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MOSCOU (jardim de infância) – Se eu tivesse de levar esta seção em ritmo normal nesses mais de 40 dias de Rússia, talvez o blog não tivesse espaço para tanta coisa que vi por aí. Depois da primeira semana, deparar-me com Ladas e seus parentes soviéticos passou a ser uma rotina, e a eles dediquei muito mais meu olhar apaixonado que a lente da câmera do celular. Mas hoje decidi dar uma...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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