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LITTLE LONDON (2)

L

SÃO PAULO (acelerando sempre, kamarada) – Semana retrasada, sexta-feira, peguei um avião para Londrina. Era nosso décimo GP do Café, jamais poderia faltar — apesar da falta de grana, da temporada errática do Bon Voyage, das dificuldades todas. É preciso agradecer de público o Nenê Finotti, seu pai Luiz, o Marcônio e nossa equipe toda. A LF faz de tudo para que eu corra, mesmo sabendo...

LITTLE LONDON (1)

L

LONDRINA (será cedo…) – Já estamos no décimo GP do Café. Que coisa. Começamos com essa história de correr fora de São Paulo em 2007, e desde então todos os anos viemos para Londrina. Quanta coisa aconteceu na vida de cada um de nós nesse tempo… Não é demais? Já vim de DKW, o inesquecível #96, de Lada, o intrépido Meianov, e no ano passado o Bon Voyage #69 estreou aqui —...

BON VOYAGE (6)

B

SÃO PAULO (acelerando) – Não fui muito preparado a Londrina. Esqueci a GoPro e a pequena Sony, ninguém tinha para emprestar, as fotos de pista estão pingando aos poucos. Essa aí é uma das raras da primeira corrida, a que venci na chuva na minha nova categoria — o Rafinha está atrás com o Gol. O clique é da Monica Godoy. Juro que não vou mais escrever sobre o Voyage, acho que vocês não...

FOTO DO DIA

F

SÃO PAULO (parabéns!) – Não posso deixar de registrar o excepcional resultado do Paulo Sousa, em dupla com Tiel Andrade, em sua primeira participação nas 500 Milhas de Londrina. Um lindo segundo lugar, a 3s010 do vencedor. Isso mesmo: três segundos, depois de mais de sete horas de corrida! Paulo (na foto é o penúltimo da esquerda para a direita; o carro é o #5) é meu parceiro de LF na...

BON VOYAGE (4)

B

LONDRINA (agora, Interlagos) – Meu Voyage tem quatro pequenos furos na tampa do porta-malas. E duas entradas circulares tapadas com chapa. Nos furos, um dia, sabe-se lá quando, um aerofólio foi fixado. Nas entradas, hoje fechadas, havia válvulas para reabastecimento. Meu Voyage, um dia, sabe-se lá quando, disputou corridas de longa duração. Mil Milhas, talvez? Quando? Quem? Ele foi...

BON VOYAGE (3)

B

LONDRINA (sono) – Prometi que ia voltar para explicar por que minhas melhores parciais não foram registradas na melhor volta do dia. Rapidinho, então, porque tenho de dormir. Quando se pega um carro novo em folha, como é o caso do Voyage #69, é preciso “descobrir” um traçado por setores. Assim, nas primeiras voltas cada uma é dedicada e acertar um trecho específico. Depois que...

BON VOYAGE (2)

B

LONDRINA (foi bom) – A gente vai sair pra jantar, então depois conto direito. Mas o Voyaginho foi bem, hoje. Meu tempo, 1min38s591, não é particularmente impressionante por ter me colocado apenas em 18º no grid. Mas considerando que comecei o dia virando 1min45s e fechei o primeiro treino em 1min40s661, baixar dois segundos na classificação é bom. Muito bom. Porque o Nenê ontem, nos treinos...

BON VOYAGE (1)

B

LONDRINA (com calma, tudo dá certo) – O dia começou tarde por aqui. Farei meu primeiro treino daqui a pouco. A posição de banco não é a ideal, e ainda não estamos com o volante adequado. Mas o Voyage #69 já recebeu visitas ilustres, como as do infalível Nipo Luso e do impecável Rodrigo Mattar.
Daqui a pouco eu volto.

BEM-VINDO, GAROTO

B

SÃO PAULO (que sejamos felizes) – Foi em abril que o Nenê Finotti, meu chefe de equipe, telefonou para me dar uma dura. Como assim, parar de correr? Não dava mais, o Meianov tinha chegado ao seu limite, encerrou sua linda trajetória no final de janeiro com um troféu de primeiro colocado que ganhou quase de presente, pois foi inscrito numa categoria que só tinha um participante. Uma...

VOU DE TÁXI

V

SÃO PAULO (simpaticíssimos) – A história é contada pelo Cristiano Buratto: Gomes, uma imagem de um táxi na antiga Rodoviária de Londrina, começo dos anos 50. Conta-se a história que no centro de Londrina na época havia táxis Chevrolet e Mercury, e muitos charreteiros. Fato é que começaram a achar que sujeira de cavalo não estava combinando com a modernização do centro da cidade...

FOTO DO DIA

F

O Dú Cardim mandou, não sei quem fez. Eu e o Pac-Man em Londrina no mês passado. Linda foto, querido carro.

ATUALIZANDO…
Foto feita pelo londrinense Vinicius (não consegui o sobrenome, mas ele assina Vinicius_Ldna), que como pode-se ver nesta galeria aqui, é talentosíssimo.

SÓ PAC-MAN SALVA

S

SÃO PAULO (valeu muito) – Meu fim de semana de Londrina começou mal com o motor do Meianov quebrado na sexta. E terminou bem com o Pac-Man, mais uma vez, salvando a lavoura deste pseudopiloto. O Corcelzão já tinha sido meu parceiro em 2008, quando o Lada deveria fazer sua estreia lá mesmo no norte do Paraná. Consegui um terceiro lugar legal, apesar de algumas dificuldades para enxergar a...

CARROS QUEBRAM

C

LONDRINA (sem choro, nem vela) – Não é a primeira vez, nem será a última. O jeito é lidar com a situação. Carros de corrida quebram. Nos treinos de hoje em Londrina, que eu tenha visto, foram abatidos três Passats (Chambel, Chaud e Tranjan). E, um pouco mais tarde, o glorioso Meianov. Dos Passats, o do Chambel parecia fora de combate, mas encontrou-se um cabeçote novo. Os outros dois estão...

BORA PRA LONDRINA!

B

SÃO PAULO (sempre é bom) – Foi em 2007 que corremos pela primeira vez em Londrina de Superclassic. Batizamos a prova de GP do Café. Hoje a categoria se chama Classic Cup e vamos para a oitava edição da corrida, que acontece em duas baterias — uma no sábado, outra no domingo. Os 22 carros já estão a caminho do norte do Paraná. Sexta começam os treinos. E tem treino até cansar! Vamos de...

LUTO EM LONDRINA

L

GUARUJÁ – Soube agora da morte do catarinense Robson Kölling nos treinos para as 500 Milhas de Londrina. Ele tinha 35 anos e segundo os primeiros relatos que me chegaram, bateu de frente no fim da reta principal. Não tenho mais detalhes. É a segunda morte em Londrina neste ano. A outra foi de um rapaz de motocicleta. Se alguém tiver mais informações, agradeço. A prova não foi cancelada...

AGRURAS DE LONDRINA

A

SÃO PAULO (finalmente) – Meu amigo Almodóvar andava ocupado e por isso demorou um pouco para editar o vídeo com os infortúnios do pobre Meianov durante o VII GP do Café em Londrina, semana retrasada. Mas ficou bom. Estão aí as duas largadas, as três batidas sofridas e as duas ultrapassagens que o bravo soviético levou sob bandeira amarela. Estamos protestando tudo junto à FIA. Mas mandei...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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