Arquivoquarta-feira, 6 de agosto de 2008

OS INVENTORES

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PEQUIM (quente, de novo) – Uma das grandes muletas dos historiadores é a China. Quando não se sabe quem inventou tal coisa, é batata: foram os chineses. Foram os chineses que inventaram a pólvora, o macarrão, a pipa de empinar, o leite longa-vida, o desodorante roll-on e o grill elétrico — cujo projeto foi roubado da Manchúria pelos japoneses na Segunda Guerra e, recentemente, vendido ao...

SERÁ QUE CAI?

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PEQUIM (tomara) – Se tem um cara aqui que pode escrever um capítulo especialíssimo na história dos Jogos é Michael Phelps. Sua entrevista coletiva hoje aqui no MPC (Main Press Center; vou dizer o que é a sigla pela última vez, é melhor vocês se acostumarem) foi a mais concorrida destes dias pré-abertura. Não é para menos. Se ele ganhar as oito provas de que vai participar a partir de...

PELADONA NA VILA

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PEQUIM (tira tudo!) – Os chineses andam paranóicos demais. A nadadora americana Amanda Beard tinha marcado uma coletiva para hoje cedo no seu hotel. As autoridades proibiram, “por razões de segurança”. Tinha a informação de que Amanda, bicampeã olímpica, faria um protesto. Por vida das dúvidas, mandaram cancelar. Amanda não teve dúvidas. Fez seu protesto na Vila Olímpica...

POR QUE PEQUIM?

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PEQUIM (estufado) – Eu estava na França em 2005, quando o Comitê Olímpico Internacional escolheu Londres como sede dos Jogos de 2012. Paris era cidade-candidata e considerada favorita por muita gente, porque o projeto dos organizadores era um dos mais bem elaborados de todos, com ênfase no meio-ambiente e na inserção do evento no dia-a-dia da cidade, sem grandes obras faraônicas e prevendo...

ONDE ESTOU?

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PEQUIM (chuta que é macumba!) – Falando em termos automobilísticos, a China não é lá grande coisa. Tem muito carro coreano, japonês e a massa européia que invadiu as ruas das maiores cidades, alemães à frente, franceses logo depois. A indústria local tem aquelas coisas indefiníveis: vans, minivans e variações sobre o tema. Além dos onipresentes Santanas, aqueles mesmos daí, que hoje são...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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