Arquivoquinta-feira, 29 de março de 2012

A MAIOR

A

SÃO PAULO (inveja mata?) – A maior coleção de carros nacionais (e muitos estrangeiros, também) do Brasil virou tema de reportagem do impagável Alexander Gromow. O texto está aqui, no Maxicar, e tem galeria de fotos também. O vídeo é esse aí em cima. O Gromow não diz de quem é, nem onde, mas todo mundo que brinca com carros antigos conhece o dono. Aliás, mais que dono: um guardião da memória...

O “PÉREZ” DE 1993

O

SÃO PAULO (mas os meus cabelos…) – Matéria do “Fantástico”, sóbria e sem afetação, na noite do GP da Europa de 1993, em Donington. Dá até para entender a corrida… A vitória de Senna foi espetacular. Mas o tom laudatório que se vê hoje a qualquer vitória brasileira em qualquer esporte era bem mais contido. E como lembra o Denisson Gervásio, que mandou o vídeo...

COLUNAS A GRANEL

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SÃO PAULO (aos poucos) – No processo de mudanças do Grande Prêmio, agora abrigado no portal MSN, teremos algumas colunas novas, muitas de pilotos e/ou ex-pilotos, ainda por estrear. E outras da turma da casa, como Andre Jung (Apex), Coluna do Capelli (Ivan Capelli), Motorsphere (Felipe Giacomelli) e Superpole (Victor Martins). A minha, Warm Up, volta amanhã. Algumas já estão no ar e o link...

NOVINHOS…

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SÃO PAULO (destinos cruzados) – Legal a foto que o Humberto Corradi mandou. São os quatro estreantes da temporada 2001: Raikkonen na Sauber, Montoya na Williams, Alonso na Minardi e Bernoldi na Arrows. É legal olhar para 11 anos atrás e ver o que deu na carreira de cada um. Aquele em que mais se apostava, Montoya, desfila sua pança na Nascar, hoje em dia. Bernoldi nunca foi considerado uma...

NOTÍCIA BOA (E OUTRA RUIM)

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SÃO PAULO (pff) – A França deve voltar ao calendário da F-1 a partir de 2013. Essa é a boa notícia. Em Paul Ricard, pista deliciosa, lugar delicioso, de um país igualmente delicioso. Quando for, pare em Cassis e coma um crêpe au Grand Marnier aqui. A má notícia é que isso sendo confirmado, Spa passa a revezar com Paul Ricard, com o GP da Bélgica sendo realizado de dois em dois anos...

NAS ASAS

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SÃO PAULO (voar, voar) – Não entendo nada disso, mas será o fim da asa-delta, como diz o Missiroli no seu e-mail? Archaeopteryx é o nome de uma ave dos tempos dos dinossauros. Demais, esse negócio. Mas fiquei curioso para saber mais.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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