ENIGMA DO DIA

E

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

40 Comentários

  • a equ8ipe fittipaldi foi a primeira equipe de f 1 a ter um piso comparativo semelhante ao que havia na sala de projetos da VW na época.
    quem me contou foi o damião goes pigo que ao comentar com o emerson sobre essa sala, ele quis conhecer e mandou fazer uma igual na fábrica.

  • Flávio, cara…. Não sei nem por onde começar…. sei que pode apagar… sei que pode não gostar… e sinto muito por isso….. mas hj.. fiquei mal… triste…

    Tenho 26 anos, acompanho seu site… desde sempre que me lembre.. admiro.. respeito… e com o passar dos anos criei carinho…… Hoje… li sua coluna… dizendo que desencanou dos jornais impressos…. Cara… doeu… cara….. Vivo de gráfica antes mesmo de nascer…. não temos jornal…. mas temos uma gráfica… minha familia… 30 anos tem a idade dela.. e hj.. como todas.. lutamos… brigamos.. estamos ai.. apanhando como cachorro largado para fazer existir…. sei de que tudo comento… mais do que muitos, é a pura verdade… custos… custos.. dificuldades.. briga… concorrência… penamos todo o santo dia para que conseguimas viver aquele glorioso tempo que já não existe mais… Dói de mais para quem ama o que faz… para quem com 4 anos corria no meio de um parque gráfico olhando em volta e admirando aqueles monstros cuspindo tinta no belo papel, ver alguém que também o admirou saindo..
    Sei que o que fez é sensato, justo e o futuro podemos dizer. Apenas estou dizendo o quanto doi.. para quem ama e vive disso.. ler uma pessoa q admira tanto, deixar de lado algo que para mim é tudo…

    Não deixarei de acompanhar vc, admiro e gosto do seu trabalho…. mas por favor.. não nos abandone por completo… a cada dia mais, sentimos as pauladas… é Itaú fazendo propaganda infundada na TV, sim pois na associação dos “papeleiros” temos videos que destruiriam aqueles argumentos banais deles e evidenciariam o que eles querem, economizar vários milhões em impressos por mês, mas um setor desunido nunca irá conseguir reverter.

    Não sou um Burti da vida… mas estou a disposição de qualquer trabalho que vc queira fazer, apresentar propostas para vc e imprimir o que quer que vc precise. Confio na minha equipe assim como vc com a sua, acredito nela. Se precisar de algo em gráfica.. conte comigo…

    Sei que não deveria escrever isso aqui, mas meu e-mail tá ruim hoje. Espero que leia… e considere… pode apagar depois…responder, me xingar…

    Obrigado!

      • É o reflexo da péssima colocação de nossos pilotos no grid da F1. É também e principalmente da falta de organização dos nossos dirigentes ( se assim podemos chamar ). Categorias de base ? pra que ? pensam. Corridas chatas como Stock , com carros semelhantes no design e exageradamente plotados com “milhares” ( exagerei de proposito) de propagandas , informação demais.
        Sinto falta de corridas de estreantes com seus carros de rua adaptados, onde cada um torcia para o que tinha em casa, na época antiga chevette x corcel x fusca x maverick x opala………….
        Daí surgiram nossos grandes campeões.

      • Infelizmente até os carros de rua de hoje são todos parecidos, então fazer um campeonato de “marcas” vai ser algo como um campeonato de “clones”…

  • realmente o mecanico é o itoh. q viera da lotus f2. qto levar o carro para os box. qdo a formula tinha emoção. isto era até normal. no torneio de f2 em interlagos ano 1971. numa das corridas na segunda bateria quem levou o carro de Hanri Pescarolo foi seu proprio mecanico ( sem capacete)

  • FG, tenho um material pessoal de quando o FD-01 foi restaurado e o Wilson e o Christian deram voltas em Interlagos em 2004… provavelmente já deve ter sido postado aqui, mas te interessa? Tem até Cosworth DFV morrendo na saída dos Boxes! hehehe Abraços! PS: Como te enviar os arquivos?

  • O estádio de Montjuich já existia nessa época, mas depois ele foi reformado para as Olimpíadas de 92.

    Foi nessa corrida que o Wilson deu só 2 voltas e abandonou porque a pista não tinha segurança… e no meio da corrida um cara bateu e voou fora da pista, matando acho que 3 pessoas?

  • isso me lembra de dois amigos que trabalharam na equipe. o engenheiro giuliano contrucci e o
    mecânico damião goes pigo, esse último, uma fera em matéria de tornearia e solda, trabalha até hoje com o eduardo souza ramos.
    o outro nunca mais soube dele, talvez o divilla saiba.

  • Não tinha um japonês doido nos anos 70 que participou de uma corrida como convidado uma vez e surpreendeu a todos com o estilo kamikaze e ninja que fazia? Lembro que vi ou li em algum lugar isso….

      • O nome inteiro eu procurei no google, claro. Mas lembro de ter lido à época da construção do primeiro carro que esse japa tinha vindo dar uma mão nos trabalhos. No começo tinha pouquíssima gente. Se não me engano era o Nelson Brizzi e o Itoh metendo a mão na massa, o Divila e o Wilsinho e mais um ou outro só. Deve ter sido legal fazer o FD 01.

    • boa pergunta, Romero.
      isso era normal desde sempre na F1 , especialmente em lugares em que o paddock era improvisado e ficava afastado da pista – em Montjuich, pista de rua, os caminhões com os carros das equipes ficavam ‘ancorados’ dentro do que viria a ser o estádio olímpico de Barcelona, vizinho ao parque onde era montada a pista.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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