Arquivosexta-feira, 30 de março de 2012

DELÍCIA DE LOUCURA

D

SÃO PAULO (e como a gente não sabia?) – Olha que barato a reportagem que o Remi Rodrigues mandou. Tem um bando de malucos com 21 Citroëns Avant viajando pelo Brasil. Não consegui “embedar” o vídeo, então o link está aqui. Espero que Jason Vôngoli tome alguma providência a respeito.

GP DO BRASIL, 40

G

SÃO PAULO (e eu estava lá) – Foi num dia 30 de março, uma quinta-feira, que o Brasil viu pela primeira vez um GP de F-1. A prova não contou pontos para o Mundial, era uma espécie de evento-teste, e em 1973 o país passaria a fazer parte definitivamente do calendário da categoria. Lá se vão quatro décadas da vitória de Carlos Reutemann, com mais de 100 mil pessoas, segundo os relatos da...

E MAIS 3…

E

SÃO PAULO (só crescendo) – Mais três mantos sagrados chegaram via blogueiros que contribuem para a coleção mais underground de camisas de futebol do mundo. O Duda Ordunha, velho amigo e parceiro, mandou duas. Primeiro, do glorioso Bonsucesso, o grande Bonsuça, que tem um site maravilhoso e uma história ainda mais. Depois, da Portuguesa Santista, a Briosa, que não tem site oficial. Ao menos...

TCHUTCHUCOS

T

SÃO PAULO (pra quebrar o gelo…) – A Ferrari começou o dia fazendo gracinha com seus pilotos no Twitter. Aquela coisa de mostrar que o clima na firma tá legal, sabem como é? “Ciao @alo_oficial and @Felipe1Massa, who of you has left the car in the wrong parking? pic.twitter.com/sZAruUVu”, postou o @InsideFerrari agora de manhã. Bom, a foto é engraçadinha. E se é verdade que...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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