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sexta-feira, 30 de março de 2012 - 19:57F-1

GP DO BRASIL, 40

SÃO PAULO (e eu estava lá) – Foi num dia 30 de março, uma quinta-feira, que o Brasil viu pela primeira vez um GP de F-1. A prova não contou pontos para o Mundial, era uma espécie de evento-teste, e em 1973 o país passaria a fazer parte definitivamente do calendário da categoria.

Lá se vão quatro décadas da vitória de Carlos Reutemann, com mais de 100 mil pessoas, segundo os relatos da época, espalhadas pelas arquibancadas e barrancos de Interlagos.

A história dessa corrida está aqui, no material especial do Grande Prêmio. Tem uma ótima galeria de fotos aqui, também. Claro que pouca gente, aqui, deve ter ido a essa prova. Afinal, são 40 anos. A maioria nem tinha nascido. Mas contem, vocês que foram a Interlagos naquele dia! E vocês que foram a outros GPs do Brasil, em SP ou no Rio, contem também… Qual o que mais marcou sua vida?

Na foto do arquivo pessoal de Luiza Erundina, Senna no aeroporto do Congonhas com a então prefeita, que reformou o autódromo em tempo recorde e garantiu a permanência da F-1 no Brasil

57 comentários

  1. Wagner Florencio de Oliveira disse:

    Eu estava lá em 1972.
    Pulei o muro para ver o treino de sábado e fiquei dentro do autódromo para ver a corrida no dia seguinte. Foi a noite toda andando pra lá e pra cá pois os seguranças queriam tirar o pessoal da arquibancada de qualquer maneira mas desistiram pois era muita gente pra tirar. Foi um deleite no dia seguinte. Um calor infernal e os bombeiros jogando água de mangueira na galera. Ver Emerson, Lole, Cris Amon, entre outros tantos que só ouvia até então pela Radio Jovem Pan na voz do “Velho Barão” foi como um sonho. Até então o que tinhamos eram algumas noticias na seção Alta Rotação da revista 4 Rodas unica publicação nacional sobre automobilismo. “Nois sofria mais era feliz”.

  2. Marcos André RJ disse:

    Meu primeiro GP foi em 13 de março de 1983, aqui no rio, e o ultimo foi interlagos 2008..entre os dois teve rj 1987 e interlagos 2005.

    83 e 2008 foram fantasticos..

  3. Roberto disse:

    Eu estava lá e na maioria dos GP´s realizados em SP. Não fui aos do RJ.São muitos fatos inesquecíveis: ver pela primeira vez todos os F1, as vitórias do Emerson, estava na vitória do Pace, na do Massa com macacão verde amarelo. A perda do titulo pelo Massa na ultima curva fui um momento de grande tensão, primeiro alegria, depois uma tristeza grande.Tenho muitas fotos desses 40 anos.

  4. Nelson disse:

    Assisti esta corrida da reta dos boxes.Tinha ido com uma turma em um caminhão trailer e pudemos entrar com ele, o que nos permitiu ver a prova de cima dele.Uma visão total.Foi a primeira vez que tive contato com a F1 e apesar de achar fantástica a velocidade e o ronco,o que realmente mais me impressionou foi a capacidade de frenagem,eu que era acostumado a correr de gordini,bernileta e depois opala,sempre naquela torcida de SERÁ QUE PARA?,era incrivel ver aqueles carros reduzirem tão rápido e principalmente em linha reta.O rato que era um piloto de sorte,deu realmente um grande azar naquele dia,mas segurou muito bem.

  5. Antonio Carlos Spada disse:

    Desculpem, a dobradinha brasileira em 1.975, foram de Pace e Emersom.

  6. João Carlos Bifulco disse:

    Eu estava lá.
    O Emerson quebrou na minha frente.
    Susto geral, arquibancada em pé, mas o Rato endireitou a barata e a levou para os boxes.
    Inesquecível!

  7. Antonio Carlos Spada disse:

    Estava dando um passeio pela tv (uma Philco a cores, com aquele móvel monstrengo que vinha junto), ainda com meus quase 08 anos de idade, passei pela Globo, e, a 1ª imagem que marcou, foi a Lotus Preta. Bem, não sabia muito do que se tratava, mas , foi amor a primeira vista, me apaixonei. Nos anos seguintes fui em todos os Gp’s até ele ir para o Rio. Meu primo “KaKo” me levava, íamos no sábado e ficávamos no atual setor “A”, até o final da corrida…quem não viveu aquilo, não pode imaginar a “zona” que era! Farra total a noite inteira. Bem, é difícil falar de “uma” corrida mais emocionante em Interlagos, em 1.975 foi especial, latas na pista toda a noite, banho de mangueira dos bombeiros e para fechar, dobradinha brasileira com Emersom e Pace! No ano seguinte, vi nascer a equipe Copersucar, o carro de F1 mais bonito que já vi. No Rio, fui em 1989, e depois voltamos para Interlagos modificado, tirando completamente aquele “charme” da pista dos seus quase 8 kilometros. Fui em quase todos, e, seguindo 1.991, emocionante vitória de Senna com apenas uma marcha, em 1.993 também foi muito emocionante, uma corrida chata até o momento em que Interlagos virou noite e tudo aconteceu, batidas e novo show de Senna com um carro bem inferior ao da concorrência. ! 1.994, foi melancólico, festa total para Senna na Williams e saímos todos com aquela cara de derrota no ultimo jogo. Nos anos de 95, 96, 97, 98 foi um tédio. Me lembro de ter chegado no autódromo em 1.995, e pairava no ar aquela tristeza profunda de todos os torcedores, mas, sempre fazendo aquela “zona” e torcendo para o novo ídolo Rubinho, que aliás, torcemos muito para ele nos anos subsequentes, mas, por uma pane ali, e outra lá, nunca levou a taça para casa. A última chama foi em 2.009, outra vez lotamos Interlagos cheios de esperança, no “agora vai” e saímos novamente derrotados. Mas gosto sempre de lembrar um episódio emocionante em Interlagos, 1.999, Rubinho de Stewart, com um carro nitidamente inferior, liderou 23 voltas a frente das poderosas Mc Laren, Williams e Ferrari. E toda a passagem dele, completando mais uma volta, a galera torcia como se ele tivesse marcado um gol. Foi emcionante! Bem é isto, é dificil tentar resumir o que foram estes 40 anos, somente da para perceber, que estamos ficando velho! rs

  8. Gian Carlo disse:

    Fomos de Campinas para Interlagos no sábado e como bem disse o Oswaldo Roschel, ninguém dormiu naquela noite, era uma festa. Da corrida, o que mais lembro foi o cheiro da gasolina que sem exagero, eu a sinto ate hoje. Nunca mais deixei de comprar a Autosprint depois daquela semana. Na segunda corrida, fomos eu e um amigo de trem, pois éramos menores de idade em que acabamos nos perdendo. Este meu amigo usava um casquete a la Ronnie Peterson e que nos trouxe alguns problemas pois o público ainda não era, como dizer, muito educado. Levamos algumas laranjadas entre outras coisas. Ah!, este meu amigo era o Fred Marinelli. Lembra dessa Lemão?

  9. Luc Monteiro disse:

    E essa tia de blusinha-de-bolinha-pretinha na foto? Eu pegaria, nessa época. Se marcar, ainda está enxuta. E Senna, malufista declarado, foi um bundão com o tanto que pagou pau para a Erundina.

  10. Miguel disse:

    mandei várias fotos dessa corrida pra vc e pro Capelli no twitter. mas se vc quiser posso te mandar via e mail. Eu estava nos boxes, trabalhei a semana inteira nesse GP. abraço

    Miguel

  11. Eduardo Aranha disse:

    Também estava lá. A corrida foi logo após o GP da Argentina – que fazia parte do calendário da F1 e o nosso ainda não. Nem todos os carros vieram, mas foi inesquecível pelo ronco dos motores, quando desciam o retão. Que saudades daquele traçado e do retão!

  12. Vagner disse:

    Eu fui nessa corrida, pulei o muro atras da curva do café…como a maioria naquele dia.

  13. Civirino Pocaprosa disse:

    Eu fui. Nem lembrava que foi em um 30 de março. Estudava e morava em Brasília. Tinha acabado de ganhar um Fuscão 1500, usado não lembro quanto. De imediato, cortei o parachoque dianteiro no meio para instalar dois “pinicão” de milha. Rodas de magnésio e kadron. Chamei dois amigos e fomos. Pouca coisa me lembro. Ao chegar, o inesquecível era o cheiro de gasolina no ar e o barulho dos carrinhos. Lembro que dormimos numa barraca e no carro. Lembro de filas para os banheiros. E na volta, num engarrafamento assustador para um morador do centro de Goiás, estourei a embreagem. Domingo, anoitecendo, hotelzinho para dormir, segunda cedo mecânico. Voltando, perto de Itumbiara, um dos amigos dirigindo atropelou um veadinho (animal quadrúpede) e rebentou os faróis de milha. Ainda bem que um carroceiro passando ao lado na rodovia levou o bichinho para comer (via oral). E só. Aliás, na época me prometi que só voltaria a Interlagos de helicóptero. Dito e feito: em 2005 fui com extrema mordomia (viagem, estada, traslados, bebidinhas, comidinhas e muitos etceteras) paga pela Shell. Ano que vem quero ver na França. Ou Itália. Ou nos dois. O tempo conspira a meu favor.

  14. luiz caco disse:

    EU ESTIVE LA EM 1972. TINHA 12 ANOS E FUI ACOMPANHADO DE MEU IRMÃO. SUBIMOS A PÉ DESDE A AV .NOSSA SENHORA DO SABARA ATÉ O PORTÃO 1. AUTODROMO LOTADO
    CARROS ENCOSTADOS UNS AOS OUTROS, TINHAMOS DIFICULDADES PARA CHEGARMOS A ARQUIBANCADA. ACHO Q SÓ CHEGAMOS POIS EU ERA PEQUENO CONSEGUIMOS UM LUGAR PARA SENTARMOS. DAS 8.00HS ATÉ AS 16.00HS, FICAMOS DEMOCRATICAMENTE VENDO AS AS EXIBIÇÕES DA ESQUADRILHA DA FUMAÇA COM OS RONCOS DO T6. GRUPO DE SALVAMENTO DA SELVA POR HELICOPETEROS E SOLDADOS DESLIZANDO POR CORDA ( EM 1973 UM CAIU NA CURVA DO PINHEIRINHO)
    A CORRIDA UMA LOUCURA. EMERSON, WILSINHO. PETERSON, REUTEMAM,MARKO,PESCAROLO, ETC AO FIM DA PROVA ESTAVA EU ENVENENADO PARA SEMPRE PELO AR DA FI ( 1973,75,76,77,79,80,90,02,03,04,05,06,08,09,10,)

  15. Eduardo Britto disse:

    Enquanto acompanhava F1 com maior interesse, apesar da vontade, nunca tive grana pra investir nesse lazer relativamente caro, de ir a corridas em Interlagos. Depois o apetite foi diminuindo, e hoje, eu não encarava nem que me desse um ingresso na faixa.

  16. Paulo Passamani disse:

    30.03.73 era uma quinta-feira santa, que naquela epoca ainda era feriado. Eu e meus irmãos ficamos no barranco no final do retão, curva 3, vendo os carros praticamente de frente na freada. Das corridas que assisti, as de 73, 74 e 75, todas com muita emoção e destaque para a vitória do Carlos Pace e muitos banhos com agua dos bombeiros. Foi uma época inesquecivel (antes da reforma). A gente entrava no autodromo na sexta feira pela manhã e somente saia no domingo a tarde. Era uma festa só. Hoje me parece muito arrumadinho; muito mauricinho; muito Abu Dabhi; muito Bernie Ecle….(sem culpa dos torcedores que são submetidos as regras).

  17. Claudio Ceregatti disse:

    Estive lá.
    No primeiro de 1972 e em todos os outros de Sampa, no circuito original.
    No traçado mutilado, só assisti o de 1999.
    E já era um “evento”, não mais uma “corrida”.
    Tenho 55 anos agora, na época, apenas 15.
    De presente por ter entrado no Senai pela Mercedes Benz como aprendiz, meu pai me deu esse presente inesquecível, a entrada para a minha “primeira corrida de F1”.
    Bom dizer que essa primeira e a última de 1999 foram as únicas vezes que paguei.
    Todas as outras, sem exceção, pulamos os muros, acampamos e nos esbaldamos de tomar espadadas da cavalaria, de dar “um tapinha” sem compromisso, de fazer fuzarca pela noite inteira.
    Em 1972 foi o desbunde: O primeiro ronco dos V8, aqueles capacetes tão conhecidos pelas revistas 4 Rodas e Auto Esporte que continham de fato os caras, os deuses, tudo o que eu queria ser e até agora não consegui…
    Fiquei no quarto lance da arquibancada de cima para baixo, uns 15 metros à esquerda do topo do relevê da reta. O Emerson rodou uns 50 metros à minha esquerda. Lembro bem da traseira sambando depois da rodada, e dele entrando na subida dos boxes com a mão levatada e a traseira balançando…
    Valeu pela festa, pelo sol, pelo delírio, pelo sonho realizado, por tudo.
    E não tenho uma única foto, só as memórias gravadas na cabeça.
    Em 1975 a maior alegria de todas as que tive no Templo: A vitória do “meu herói”. Naquele dia quase enlouqueci.
    Desta prova sim, há um registro em filme super 8.
    Preciso transformar em digital, prometo isso há anos e não realizo, bundão…
    Quarenta anos se passaram, incrível.
    E ainda frequento aquele lugar mágico, aquele asfalto sagrado.
    Pretendo continuar até o fim dos meus dias.

  18. Scarps disse:

    Uma época muito diferente. Para assistir as corridas ao vivo e as dificuldades de estrutura e informação.
    Guardo ainda a sensação da primeira passagem do pelotão, todos os F1 com suas cores e formas e os heraldicos capacetes ,mais simples, porém mas mais representativos que os outdoors semoventes da pilotada de hoje, e principalmente a sinfonia de todas aquelas usinas.
    Mas a diferença estava na galera .Fiquei na reta , junto da placa da Bardhal.
    Queimava-se pneus velhos e voava um monte de garrafas do precioso suco de cevada na pista . Meu irmão cortou a mão e depois de um curativo no ambulatório, largaram ele dentro dos boxes , durante a corrida!!! Absolutamente impensavel nos dias de hoje.

  19. Henry disse:

    Madrugada de sexta-feira, em frente ao portão principal de Interlagos, tentando dormir dentro do carro, cansado das oito horas de viagem, ouvi pela primeira vez na vida o ronco de um F-1. Foi só o começo de um fim de semana inesquecível. Já se vão quarenta anos!!!

  20. rodrigo mota disse:

    Lockheed Jetstar, Electra, Learjet (o primeiro). Congonhas naquela época era bem servido…

  21. José Brabham disse:

    O primeiro a gente nunca esquece, nao eh? Foi o de 1985, Piquet de Brabham/Pirelli e Senna estreando a Lotus/Renault. Mas inesquecível mesmo foi o seguinte. Vitoria de meu piloto favorito fazendo uma dobradinha brasileira com muito orgulho e muito amor, rsrsrsrsrsrs

    Bons tempos…

  22. preto disse:

    Meus pais viajam muito para São Paulo quando eu era garoto e a primera vez que fui com eles foi em 1972,coincidentemente naquele fim de semana do primeiro GP do Brasil,não valendo pontos para o mundial.O Emerson com a JPS lotus,rodou exatamente na nossa frente.Nos anos que se seguiram,ficavamos acampados desde quinta feira no kartódromo.

  23. Araujo disse:

    Sempre pensei que a primeira experiência do Brasil com um GP de F-1 tivesse sido em 20 de janeiro de 1952, também numa prova de demonstração que não valia pontos para o campeonato: o XI Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, no lendário Circuito da Gávea, corrida vencida por José Froilán González pilotando uma Ferrari. Ele ficou em 9º lugar no campeonato. Lá se vão 60 anos! Isso procede?

  24. Renato RRE disse:

    Só um detalhe me chamou a atenção na foto: O sujeito ao lado da moça de blusa de bolinhas parace o Kassab.

  25. Jorge Leite Bittencourt disse:

    O primeiro GP Brasil/Interlagos foi em 1976 (Copersucar, BRM, caraca!). Eu e dois comparsas, chegamos lá no sábado. Acampamos na curva 2, grudados na cerca. No domingo, à nossa volta carros e barracos, churrasco, etc,etc, e festa. Era muito diferente. Era amador e era divertido.

  26. V. Maghetti disse:

    A única vez em minha vida que assisti a uma corrida de F-1 ao vivo foi justamemte em 1973, nesta corrida que não contava pontos para o campeonato. Vi pouca coisa, tudo era meio mal orgasizado, mas o ronco dos motores já valeu minha ida ao autódromo!

  27. fabio moyses disse:

    o GP Brasil inesquecivel pra mim foi o de 1999 com o Rubinho liderando boa parte da prova com a Steawart e a arquibancada indo ao delírio!! Ele ultrapassou o Mika Hakkinen exatamente na minha frente na reta oposta!! foi mt legal!! se ele vence aquela corrida teria sido uma loucura em Interlagos!!

  28. daniel disse:

    Pena que nao posso me alongar , mais achei legal voce perguntar , mais a primeira vez que eu fui a interlagos foi por intermedio de um amigo que nem gostava de corridas , e no sabado o Rubinho fez a pole com Stewart e eu tinha acabado de fazer 18 e nao pude ir de carro ao autodromo pois moro em vinhedo, e quando estava subindo a av interlagos dentro da van, escutei o barulho pois era hora do warm-up ,cara aquele dia foi marcante , pra mim pena nao ter visto o Ayrton , pena tudo ter caminhado tao mal, sinto muita saudade , muita saudade do que simbolizava aqueles domingos vitoriosos , agente se acustumou mal .

  29. Romeu Nardini disse:

    Eu estava lá. Na arquibancada de concreto que hoje é o setor A.
    O Emerson liderava até com certa folga, quando entrou pela reta e a maravilhosa Lotus preta veio abanando de um lado para o outro da pista, com a suspensão traseira quebrada, quase fazendo o Emerson perder o controle. Mas ele conseguiu segurar a barata no chão e entrou direto nos boxes, para decepção geral e sob muitos aplausos pela forma com que controlou o carro.
    Esse foi só o aperitivo, pois no ano seguinte o Brasil passou a ter o seu GP em definitivo.

    • Cardoso Filho disse:

      Eu também estava lá e exatamente em frente de onde ele rodou. Lembro perfeitamente que apos a rodada e ao ficar de frente novamente para a pista ele procurou a marcha mais reduzida para arrancar de novo, mas o carro abanou e ele entrou direto nos boxes.
      Um show de manobra e de domínio sobre o carro. Grande Emerson, o pai de tudo isso (de bom) do automobilismo brasileiro. Com certeza sem ele ainda estaríamos fazendo provas de carreteiras ( embora eu gostasse muito ).

  30. Antonio disse:

    Fui no GP de 1990 inesquecivel.

  31. Oswaldo Roschel disse:

    Eu fui. Só eu não. A família toda! Pai, mãe as irmãs, primos, primas. Uma farra!
    Chegamos no sábado e passamos a noite no autódromo.
    Tínhamos uma barraca de lona que meus pais costuraram, estrutura de madeira com conexões de hidráulica. A Veraneio ficou ali pertinho.
    Nos instalamos no início do retão. Tinha muita gente. O retão inteiro era só barracas mas não sei porquê… ninguém dormiu aquela noite.
    Só uns cochilos nos bancos da perua ou na barraca mesmo.
    Na hora da corrida, o calor era insuportável. Lembro de pouca coisa, o Jackie Stewart perseguindo o Emerson, que a gente via nos pontos onde o mato era menos denso. O Ronnie Peterson pifou e parou o carro bem abaixo do alambrado onde nos espremíamos.
    Continuamos curtindo as corridas até hoje, inclusive o velho com seus 88 anos recém completados.
    Impagáveis lembranças.
    Oswaldo Roschel.

    • Jorge Fernando disse:

      Oswaldo,

      Eu estava lá também e pela sua descrição, bem próximo de voce, pois lembro do carro do Peterson “estacionado” bem em frente de onde estávamos. Chegamos no sábado pela manhã e ficamos lá até domingo. Uma emoção que nunca mais esqueci. Na época tinha 13 anos. Antes disso, tinha visto umas poucas voltas do Emerson ainda com a Lotus Gold Leaf ( se não me engano um ano antes) no intervalo da corrida de F2) com narração nos alto falantes do autódromo do Geraldo José de Almeida. Maravilhosas recordações.

  32. Carlos Trivellato disse:

    Não tenho uma preferência pelo GP mais marcante, mais a maior emoção, foi sem dúvida, chegar a Jacarepaguá por aquela estrada paralela ao retão e ouvir os carros passando. Logo que entrei, passou uma Ferrari…

  33. Carlos Trivellato disse:

    Bem, minha curta história de GP’s é formada por duas edições da corrida em Jacarepaguá, 83 e 84, uma em Zeltweg, Aústria, em 85, uma em Monza, Itália, em 90, um passeio em Mônaco em dia sem corrida, mas com o mapa do circuito nas mãos para conhecer os principais pontos, em 90.
    A corrida de Interlagos, justamente o retorno de 1.990, ficou na vontade. Eu já havia comprado a entrada, mas uma séria pneumonia me colocou fora de combate e o médico me obrigou a ficar em casa por um mês… Acabei vendo a vaia ao Collor pela TV.
    Estou até hoje devendo um GP em São Paulo, coisas da vida… Porém, valeu a experiência das corridas no Rio, na minha opinião, muito melhor que São Paulo, pelo glamour e pelo autódromo, que pena mutilarem Jacarepaguá!

  34. Vinícius Lucas disse:

    Achei curiosa essa foto:
    http://www.grandepremio.com.br/wp-content/uploads/2012/03/06.jpg

    Foi o primeiro projeto de traçado e que não foi para frente, ouvi falar que teve outros mas nunca vi imagens.

  35. Marcello disse:

    Me lembro de assistir a uma boa parte da corrida. Tinha 6 anos, tava no Guarujá (era Páscoa?), a imagem da TVzinha p&b horrível, e eu não entendendo porra nenhuma. Mas também lembro que já conhecia o Emerson. Um tio trabalhou na corrida. Saudade dessa época e de muita gente que já foi embora.

  36. disse:

    Esta foto do Senna é da época que ele “garantiu” a curva Chico Landi, e o traçado antigo.
    http://youtu.be/3p_u1KqvVsE

  37. Fabio Maillet disse:

    Fui a corrida, o Rato rodou bem na minha frente, e morra de inveja eu fui ao autódromo a bordo de um poderoso e estiloso, fumacento CANDANGO. Na coluna do grande Premio sobre o GP ha um errinho e respeito da morte do Moco , foi avião e não helicóptero .

  38. Kyna disse:

    a única vez q meu pai e meu irmão foram numa corrida foi em 91…azarados não? hehehehe. meu irmão sempre diz q qdo ele pisou no autódromo pela 1a vez de cara, bem na frente dele, um atras do outro e a quase 300km/h só os “feras”: Senna, Piquet, Prost, Mansell, Patrese e Berger. bela recepção…

  39. Fowler T Braga Filho disse:

    O que mais marcou, para nós que trabalhamos na corrida, foi o “saco” de ter que pegar o ônibus no aeroporto, porque a turma estava acampada no barranco atrás dos boxes. Depois tinha que pegar o ônibus para voltar e se juntar com a galera.
    Mas ficar no boxe e ver todos os icones não teve preço.

  40. Rui Pastor disse:

    Eu fui com maus irmãos. Calor infernal, o caminhão pipa não chegou até nós. O Emerson, que liderava com folga, rodou na nossa frente após a quebra da suspensão… fui de novo a do ano seguinte e ficamos próximos da curva do sargento. Essa já foi uma porcaria pois o local era de uma visão tão restrita… mas é sempre uma boa lembrança.

  41. Marcelo chamma disse:

    Eu fui neste primeiro GP.
    Foi meu presente de aniversario, afinal hoje é o dia 30 de março
    Fiquei na arquibancada de concreto, logo depois da curva do Cafe e foi lá que o Emerson rodou
    Foi um dia maravilhoso, inesquecivel, poucos carros mas inesquecivel
    Ficamos todos brochados com a vitoria de “El Lole” mas fazer o que?
    Tínhamos nossa F1 !

  42. Flavio Almeida disse:

    Eu fui, meu Pai me levou.!!! Tinha 5 anos, me lembro perfeitamente, do barulho, dos carros, das pessoas, desde lá sou louco, apaixonado por automobilismo, corri, fui Campeão, graças ao meu pai que me levou nessa corrida. Ficamos na arquibancada de concreto quase na frente dos Boxes. Era criança, meu pai dizia os nomes dos pilotos quando passavam pela gente, eu não queria saber dos nomes, queria ver os carros, queria ouvir o barulho dos motores. Me lembro quando cheguei em casa e até ficar mais crecidinho, fazia pistas de lapis, e corridas com meus carrinhos de ferro com os nomes que ouvi naquele dia. Quem viu, viu …quem perdeu…Perdeu um bom pedaço da nossa história.
    Valeu Pai.!!!

  43. Carlos Pereira disse:

    Gomes, acho que o post veio bem a calhar para esclarecer algumas dúvidas: por que inicialmente, pediram a reforma de Interlagos ??? Quem estava envolvido neste pedido ??? Por que e por quem, o circuito ficou com a configuração atual ??? Qual a participação do Senna no traçado ??? Por que não houve uma tentativa de se manter o traçado original ainda em operação, pelo menos para provas outras categorias fora a F1 ??? Enfim, qual a verdadeira História da mutilação do Templo ???

  44. Celio Ferreira disse:

    Estive no GP de 1976. Assisti no setor G, na època vc ficava de `pé na cerca, construimos
    um tablado na altura da metade do alambrado, e tivemos uma visão previlegiada da
    grande reta da epoca. Lauda ganhou facil de Ferrari, e o Ingo teve um trabalho danado
    com o Coopersucar, para passar a Lela Lombardi , Era uma aventura chegar e sair
    de Interlagos para quem ia de onibos , carona etc.. ( AH a madeira do tablado foi gentilmente
    cedida pelo outdoor da marlboro).

  45. Fernando Melo disse:

    Me lembro de um guia para o GP do Brasil de 1990, com ficha de todos os pilotos. No início do guia, uma carta da Erundina, onde desejava boa sorte a “Ayrton Senna, Nelson Piquet e Pupo Moreno”. Achava engraçado o fato de não ter usado o primeiro nome para o Moreno.

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